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Um expoente da literatura africana, Mia Couto nasceu na Beira, em Moçambique, em 1955, e é biólogo de formação. Atualmente é o escritor moçambicano mais traduzido no exterior, as suas obras foram publicadas em 24 países. É o único escritor africano membro da Academia Brasileira de Letras.
Fonte: Cultura genial
Ana Andrade é poeta moçambicana, reside em Portugal, e escreve seus poemas intimistas tendo como cúmplice o pulsar do Tejo.
Marlene Albuquerque é poeta, jornalista e publica suas poesias no Instagram @reticenciasdoamor.
Iatamyra é mulher cis, mãe, avó, poeta, ecofeminista negra e padeira artesã. Publica suas poesias no seu perfil do instagram: @iatamyra
Wanessa Maia é mulher, negra, professora e escritora. Licenciada em Geografia, especializada em Africanidades e Cultura Afro-Brasileira. Autora dos livros “Escritos W.Maia” e “Força e Imensidão”, disponíveis na Amazon e no Site da Loja Uiclap. Compartilha os seus escritos no IG @escritos_wmaia.
José Ribamar Ferreira, ou Ferreira Gullar, nasceu em São Luís do Maranhão em 1930. Nos anos 1950, mudou-se para o Rio de Janeiro. Publicou diversos livros de poemas, como Dentro da noite veloz (1975), Poema sujo (1976) e Na vertigem do dia (1980), e ensaios sobre arte e cultura, entre eles Vanguarda e subdesenvolvimento (1969), Relâmpagos (2003) e Experiência neoconcreta: momento-limite da arte (2007). Em 2010, foi condecorado com o prêmio Camões, principal distinção da língua portuguesa. Faleceu em 2016, no Rio de Janeiro.
Poesia do livro Na vertigem do dia, pág. 55
Poesia de Thainá Carvalho que está no seu mais novo livro, O amor em breve anatomia das horas.
Thainá Carvalho é uma sergipana formada em Comunicação Social. É criadora e editora da Revista Desvario, uma publicação digital sem fins lucrativos voltada à difusão da literatura contemporânea criada por mulheres. É integrante do coletivo feminino URBANAs e publicou de forma independente o e-book Síndromes e é a autora do livro as coisas andam meio desalmadas. Escreve poesia, crônicas e contos porque não cabem em si as palavras. Conheça a autora Thainá Carvalho no Instagram @oxente_thaina Poesia Lápide, do livro as coisas andam meio desalmadas
Mário Quintana (1906-1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Foi considerado um dos maiores poetas do século XX. Mestre da palavra, do humor e da síntese poética, em 1980 recebeu o Prêmio Machado de Assis da ABL e em 1981 foi agraciado com o Prêmio Jabuti.
Poeta, baiana, estudante de Serviço Social na Universidade Federal da Bahia, criadora do Projeto LIVE MULHERES, organizadora da Antologia "Mulheres, afeto e liberdade", facilitadora da escrita livre no @empoesiarte e colunista da revista Caderno Poético e autora do livro Poemas Paridos. É fascinada por histórias da vida real e pela arte que mora no cotidiano. Através da sua poesia ecoa livre a voz mulher.
Poesia do livro Poemas Paridos, pág. 30
Ryane Leão é mulher preta, poeta e professora cuiabana que vive em São Paulo. Publica seus escritos na página @ondejazzmeucoracao e recita seus poemas nos saraus e slams do Brasil.
O poema de hoje compõe o livro Jamais peço desculpas por me derramar. Pág. 108
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