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Tá todo mundo doente? Parece que hoje em dia ninguém escapa de um diagnóstico (ou de um autodiagnóstico feito no Google e na inteligência artificial). Mas se é assim, como escolher com quem se relacionar, trabalhar e viver? Será que ter um transtorno mental te torna automaticamente disfuncional? E será que ser "saudável" garante que alguém tem caráter?
Neste episódio eu respondo a pergunta que uma amiga me fez e que talvez você também já tenha se feito: como confiar em alguém num mundo onde todo mundo carrega alguma coisa? Vamos falar sobre a diferença entre diagnóstico e identidade, o perigo do autodiagnóstico, o que a psicologia define como funcionalidade, por que diagnóstico não é desculpa e como identificar quem realmente cuida das próprias feridas antes de sangrar em você.
Espero que seja útil!
Por que o Homem-Aranha continua sendo um dos heróis mais admirados de todos os tempos? Talvez não seja pelas teias, pelos poderes ou pelas batalhas. Talvez seja porque Peter Parker enfrenta os mesmos dilemas que todos nós: responsabilidade, medo, perdas, escolhas difíceis, amizade, humildade e a busca por fazer o certo, mesmo quando ninguém está olhando.
Neste episódio, exploramos como a psicologia explica nossa conexão com esse personagem e por que sua história continua inspirando milhões de pessoas. Falamos sobre o papel dos heróis como modelos de comportamento, como as adversidades podem fortalecer nossa capacidade de enfrentar desafios, a importância das relações humanas, do altruísmo, da integridade e da responsabilidade pelas próprias escolhas.
Mais do que analisar um personagem da cultura pop, este episódio é um convite para refletir sobre quem estamos nos tornando e quais valores escolhemos viver no dia a dia. Afinal, talvez o verdadeiro superpoder nunca tenha sido escalar paredes, mas desenvolver coragem, caráter e propósito em meio às dificuldades da vida.
Se você gosta de psicologia, neurociência, desenvolvimento humano e histórias que nos fazem enxergar a vida por uma nova perspectiva, este episódio é para você.
Espero que seja útil!
Neste episódio, eu sentei para gravar sem roteiro, sem tema definido e, sinceramente, sem saber por quanto tempo ainda faria este podcast. O que começou como um desabafo acabou se transformando em uma conversa sobre algo que todos enfrentamos: a dificuldade de lidar com a frustração, a busca por autenticidade e os paradoxos da vida.
Enquanto as ideias surgiam, percebi que talvez a vida não seja feita apenas de sábados ensolarados. Ela é composta, em grande parte, de terças-feiras chuvosas: dias comuns, silenciosos, cansativos, em que nada parece extraordinário, mas em que ainda assim precisamos continuar.
Se você já se sentiu cansado, pensou em desistir de algum projeto, questionou seu propósito ou simplesmente está vivendo uma "terça-feira chuvosa", talvez esta conversa faça companhia para você.
Espero que seja útil!
Você passa boa parte da vida tentando mudar seus hábitos, aprender coisas novas e evoluir, mas talvez nunca tenha aprendido como o cérebro realmente funciona.
Neste episódio, você vai descobrir o que é a neuroplasticidade e conhecer cinco princípios que a ciência considera fundamentais para moldar a forma como aprendemos, desenvolvemos habilidades e nos adaptamos ao longo da vida.
Vamos falar sobre memória, repetição, aprendizagem, comportamento e como pequenas escolhas do dia a dia podem fortalecer ou enfraquecer os circuitos do seu cérebro.
Tudo isso com base na neurociência, sem fórmulas mágicas, promessas exageradas ou pseudociência.
Se você quer entender como o cérebro muda e, principalmente, como usar esse conhecimento a seu favor, este episódio é para você.
Espero que seja útil!
A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 deixa frustração, raiva e muitas perguntas. Mas, para além do futebol, uma derrota também pode revelar lições importantes sobre a forma como construímos nossa própria vida.
Neste episódio, parto da minha relação pessoal com a Seleção Brasileira — das memórias dos títulos de 1994 e 2002 às frustrações dos últimos anos — para refletir sobre três temas que vão muito além do esporte: a importância de construir bases sólidas, o perigo de esperar por salvadores e procurar vilões, e a diferença psicológica entre simplesmente perder e carregar a sensação de que poderíamos ter lutado mais.
Falo sobre talento sem estrutura, responsabilidade pessoal, protagonismo, agência e pensamento contrafactual — aquele processo mental que nos faz imaginar o que poderia ter acontecido se tivéssemos agido de outra maneira.
Porque a vida também é feita de derrotas. Algumas acontecem mesmo quando fazemos tudo o que podemos. Outras deixam uma dor diferente: a sensação de termos nos abandonado antes do fim.
Um episódio sobre futebol, psicologia e vida. Sobre construir uma base capaz de sustentar nossos projetos, assumir responsabilidade pela própria história e continuar lutando até o último minuto.
Espero que seja útil!
Este episódio existe para continuar o primeiro episódio a respeito do tema. E espero contribuir procurando algumas respostas e caminhos.
Por que algumas pessoas conseguem conversar naturalmente com quem gostam, enquanto outras travam completamente?
Neste episódio, vamos além das técnicas e das famosas "cantadas" para entender o que realmente acontece quando o interesse por alguém desperta. Falamos sobre o medo da rejeição, como o cérebro reage ao risco social, a influência dos estilos de apego nos relacionamentos e por que, muitas vezes, o maior obstáculo para um bom flerte somos nós mesmos.
Você também vai conhecer os cinco estilos de flerte identificados pela ciência, descobrir como desenvolver conexões mais genuínas, aprender por que a curiosidade vale mais do que frases prontas e entender como o flerte continua sendo uma habilidade importante mesmo dentro de relacionamentos duradouros.
Este episódio é um convite para enxergar o flerte de uma forma diferente: menos como uma estratégia para conquistar alguém e mais como uma oportunidade de desenvolver presença, autenticidade e coragem para se conectar.
Espero que seja útil.
Todo mundo quer cuidar da saúde mental. Mas e se algumas das ideias mais populares sobre o assunto estiverem fazendo justamente o contrário?
Neste episódio, exploramos três crenças que se tornaram quase verdades absolutas na cultura moderna: a obrigação de pensar positivo, a promessa de que a indústria do bem-estar existe para nos ajudar e a ideia de que consumir cada vez mais conteúdo sobre saúde mental nos torna mais saudáveis.
Com base em pesquisas científicas recentes, discutimos por que a supressão de emoções pode aumentar o sofrimento, como um mercado bilionário transformou bem-estar em produto e por que o excesso de informação psicológica pode, em alguns casos, ampliar sintomas, incentivar autodiagnósticos e distorcer a forma como entendemos a nós mesmos.
Este episódio é um convite para olhar além dos slogans, das fórmulas prontas e das soluções vendidas nas redes sociais.
Se você já ouviu frases como "basta pensar positivo", "você precisa se amar mais" ou "todo mundo tem um transtorno", este episódio foi feito para você.
Ouça até o final e me diga: estamos realmente cuidando da saúde mental ou apenas consumindo versões comercializadas dela?
Espero que seja útil!
Você sente que está conduzindo sua vida ou apenas reagindo ao que acontece ao seu redor?
Neste episódio, mergulhamos no conceito de alta agência, uma forma de encarar a vida marcada pela iniciativa, responsabilidade e capacidade de agir mesmo quando não existem garantias, confiança total ou circunstâncias perfeitas.
Com base em pesquisas da psicologia sobre autoeficácia, locus de controle, autodeterminação, desamparo aprendido e flexibilidade psicológica, discutimos por que tantas pessoas permanecem presas aos mesmos padrões, o que costuma bloquear a ação e como desenvolver uma postura mais ativa diante dos desafios da vida.
Também exploramos características frequentemente encontradas em pessoas de alta agência e compartilhamos estratégias práticas para fortalecer autonomia, assertividade, clareza de valores e capacidade de transformar intenção em comportamento.
Se você sente que está esperando demais, planejando demais ou adiando mudanças importantes, este episódio pode ajudar a enxergar um caminho mais concreto para sair da paralisia e voltar a se mover na direção do que realmente importa.
Espero que seja útil!
Ansiedade financeira não é apenas um problema de dinheiro. Muitas vezes, é um problema de medo, vergonha, estresse e sobrecarga emocional.
Neste episódio, exploro a diferença entre dificuldade financeira e ansiedade financeira, entendendo por que tantas pessoas sabem o que deveriam fazer, mas ainda assim travam diante de boletos, dívidas, aplicativos bancários e decisões relacionadas ao dinheiro.
Falo sobre o impacto do estresse financeiro no cérebro, o ciclo da evitação, o viés de escassez e como a ansiedade pode comprometer justamente a capacidade de tomar boas decisões. Além disso, apresentamos ferramentas práticas baseadas na psicologia para ajudar você a lidar com as emoções envolvidas e construir uma relação mais saudável com suas finanças.
Se dinheiro tem sido uma fonte constante de preocupação, este episódio pode ajudar você a compreender melhor o que está acontecendo e a encontrar um caminho mais leve e possível para seguir em frente.
Espero que seja útil.
Quanto espaço o álcool ocupa na sua vida sem você perceber?
Fiz 90 dias sem álcool — não porque tinha um problema, mas porque queria descobrir quem eu era sem nenhum atalho químico entre mim e o que eu sinto.
Neste episódio conto o que a neurociência revela sobre os efeitos do álcool no cérebro, explico por que parar de beber provoca uma queda de dopamina nas primeiras semanas — quando tudo parece sem graça e sem sentido — e descrevo semana a semana o que mudou na prática: no sono, na ansiedade, no condicionamento físico e até numa condição autoimune que eu tenho.
Se você já se perguntou como parar de beber, se o álcool está afetando seu sono ou sua ansiedade, ou simplesmente quer entender melhor a relação que tem com a bebida — esse episódio é pra você.
A pergunta que fica: você bebe pelo prazer ou pelo alívio? A resposta muda tudo.
Espero que seja útil!
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