Feminismos del Sur

Feminismos del Sur

By Feminismos del SurSociety & Culture
Download on the App Store

Feminismos del Sur episodes

  • Contar a alguien sobre un abuso: el digital como estrategia de salud mental (SP)

    Es necesario fortalecer la atención a la salud mental en los espacios digitales para la construcción de resiliencia y prevención de violencia sexual y abusos hacia el camino hacia la #SaludUniversal en las Américas como comentado en la Conferencia Mundial de Periodistas Científicos #WCSJ2023 🌎

    Usar estrategias digitales como herramienta de denuncia y prevención de abusos puede ser también un paso importante en el proceso de recuperación y cuidado de la #saludmental.


    El podcast Contar a alguien sobre un abuso: el digital como estrategia de salud mental escucha las periodistas @guadaacosta13 y Tan Shiow Chin y la psicóloga @marianaalpizarpsicologia 


    35 min
  • Résistance face au colonialisme au Sénégal : stratégies de réparation (FR)

    Mettre en lumière des initiatives de personnes du 'sud global' fait partie de la décolonisation. Ester Pinheiro parle avec Aminata Touré, l'ancienne ministre du Sénégal et Marame Gueye, professeure de littérature et de diaspora africaine à l'ECU. Comment résister aux narratives de la colonisation et développer des stratégies depuis le Sénégal ? 

    Nous discutons de comment reconnaître le rôle vital du 'sud global' et comment les jeunes et les femmes peuvent travailler pour renforcer la force et l'identité de la région. Une des conséquences de la colonisation est le sexisme et le racisme. Pour cela, nous débattons des solutions existantes pour faire tomber les barrières qui retiennent encore les femmes pour atteindre leur plein potentiel et l'indépendance de leur corps. 

    29 min
  • Diálogos decoloniais: reconhecer vidas e vozes do sul (PT)

    Este é um diálogo sobre decolonialismo, reconhecendo vidas e vozes do sul. A jornalista Ester Pinheiro, conversa com a professora de filosofia da UFRJ, pesquisadora e escritora Susana de Castro, e Esmael Gabriel, produtor de conteúdo angolano que dirige a página no Instagram África como você nunca viu. 

    Esse diálogo parte do reconhecimento da história e atuação de escritores, pesquisadores (atores e produtores) de conhecimento de todos os gêneros e raças do sul global, como uma maneira de tensionar as relações sociais para reparar e reconstruir certas narrativas sobre a colonização. Qual o perigo de escutar uma história única? Por que devemos mudar o modo como contamos historia? Como desaprender para reaprender a própria história de lutas e de resistências que a colonialidade nos levou?

    Sugestões de leitura: 

    Feminismo Decolonial - Princípios, Susana de Castro

    Por um feminismo afro-latino-americano, Leila González

     

    30 min
  • Primeira-dama: que lugar é esse que Janja ocupa? (PT)

    Ao contrário das antecessoras primeiras damas—as duas últimas ainda mais conservadoras, que reproduziam os estereótipos femininos de "bela, recatada e do lar", como Michele Bolsonaro— a Rosângela da Silva, Janja, que assumiu o posto de primeira dama no dia 1º de janeiro, tem trajetória profissional e acadêmica, de maneira independente do projeto político do seu marido, Lula. Ela já disse, inclusive, que vai "ressignificar o conteúdo do que é ser uma primeira-dama.” Mas, afinal, historicamente, o que é ser uma primeira dama? Porque não existe o cargo de primeiro-cavalheiro?

    Neste episódio, falamos sobre o papel da primeira-dama e qual o lugar que a Janja pode ocupar. Como pensar num estado que cuida e descentraliza o cuidado como responsabilidade das mulheres? É possível reconstruir o cargo de primeira dama tão engessado na história política brasileira? 

    Para essa conversa, Ester Pinheiro convida a duas pesquisadoras, Dayanny Rodrigues e Gloria Rabay, que se debruçam sobre a história das primeiras damas no Brasil. 

    Recomendações de leitura: 

     "Primeiro Damismo" no Brasil: uma história das mulheres na cultura da política nacional (1889-2010), Dayanny Rodrigues

     As prefeitas paraibanas de 2012 a 2016: o ser primeira dama e a construção de capitais políticos, Gloria Rabay e Dayanny Rodrigues 

    37 min
  • Descolonizar la belleza: reconectando con mis raíces (SP)

    Muchas personas se sienten esclavas de los alisados, de los químicos y de las planchas de pelo, pues escuchan que sus pelos rizados no son profesionales, que son demasiado voluminosos, “mechudos” entre otros tantos términos despreciativos a pelos no lisos. Son muchas ofensas e inseguridades a nivel social, mediático y cultural que llevan a las personas a colocarse en una situación de alienación a la cultura dominante y colonial de la belleza, siendo fuertemente influenciados por ella.  

    Investigadoras sobre colonialismo, apuntan que la blancura como padrón actúa como un fantasma que opera en todas las dimensiones de la vida y en todos los lugares de manera sobrevalorada, como en la estética. 

    En este episodio, vamos a hablar de procesos de transición capilar, aceptación de las cabelleras y como todo esto está relacionado con el contexto racista y con el género, ya que son las mujeres negras las más afectadas. 

    Invitadas: Bea Mar y Stephanie Campos de El Salvador, fundadoras de Encolochadas.

    Este episodio tuvo el apoyo de: Google News Initiative y Global Youth Mobilization

    32 min
  • Rap y humor online: resistiendo a la violencia de género (SP)

    ¿Como resistir a la violencia de género en América Central, particularmente en Nicaragua y Honduras? ¿Qué están haciendo las mujeres jóvenes para resistir y abordar la violencia de género online? Te invitamos a reflexionar las percepciones del uso de estrategias cuerpo-territorio utilizadas por mujeres jóvenes para abordar su resistencia a la violencia a través del rap y el humor. 

    Invitadas: Concha, (La diosa), de Nicaragua, es una mujer trans que hace contenido de humor en Instagram y tiktok contra la transfobia y gordofobia. 

    Iliana Aguiar, (Aura), de Honduras, es rapera y profesora, también productora de contenido en Instagram y TikTok. 


    Este episodio tuvo el apoyo de: Google News Initiative y Global Youth Mobilization

    30 min
  • Quem disse que a religião é contrária ao aborto? (PT)

    Apesar das recentes legislações Latino-Americanas em sua maioria positivas para legalização do aborto como na Argentina em 2020 e Colômbia, há retrocessos dos direitos das mulheres pelo mundo, com o anulamento do reconhecimento do aborto nos Estados Unidos da lei Roe vs Wade e com isso, o tema volta com força no Brasil. 

    A legalização do aborto é uma das agendas mais importantes a ser debatida no Brasil com a mudança de governo junto a outros direitos humanos que afetam meninas e mulheres. Por outro lado, ainda existem barreiras, como a religiosidade e o fundamentalismo, que políticos e grupos anti-direitos tem se baseado para não aprovar a legalização do aborto no Brasil. Estes grupos 'justificam' que o aborto livre, seguro e legal é crime 'imoral' a partir de valores supostamente religiosos e patriarcais para controle dos corpos. Mas, afinal, quem disse que a religião é contrária ao aborto? 

    A jornalista @Esterpinnheiro conversa com: 

    Mariana Malheiros, Católicas pelo Direito a Decidir 

    Victória Gama, Evangélicas pela Legalização (FEPLA) 

    Sahra Iemanjá da religião do Candomblé 

    Sugestões de leitura: 

    • CARDOSO, Nancy  Palavras … se feitas de carne – leitura feminista e crítica dos fundamentalismos, 2013. 
    • MATORY, J. Lorande. Feminismo, nacionalismo, e a luta pelo significado do adé no Candomblé: ou, como Edson Carneiro e Ruth Landes inverteram o curso da história. São Paulo: Revista de antropologia, 2008. 
    • FEPLA. Bíblia, mulheres e justiça reprodutiva, 2022.  
    • Este episódio foi realizado em parceria com Creadoras Camp 2022 

      51 min
    • ¿Cuál es el impacto social en la autonomía corporal? (SP)

      De acuerdo con la ONU, la autonomía corporal se refiere al derecho a tomar decisiones sobre la vida, el cuerpo y el futuro propios. Se trata del empoderamiento para tomar decisiones informadas. ¿Pero se es un derecho a todos y todas, porque las mujeres no están siendo contempladas?

      A lo largo de la historia hemos visto como a muchas personas (incluidas las mujeres, las minorías étnicas y otras poblaciones vulnerables) se les niegan sus derechos humanos fundamentales. Se les ha dicho, de una variedad de formas, que carecían de la capacidad o el privilegio de tomar decisiones por sí mismas. Estos abusos persisten hoy en día a través de la religión, de la familia, de los medios y las redes sociales.

      Las invitadas de hoy son: Laura Ziegler, trabajadora social con enfoque en género (Máster en Estudios de Género - UCM);

      Rose, trabajadora del hogar, testimonia desde Brasil; 

      Para el proyecto @creadorascamp

      Indicación de lectura: Siempre han hablado por nosotras: Feminismo e identidad. Un manifiesto valiente y necesario. Najat El Hachmi, 2019. 

      15 min
    • Mulheres e inclusão no esporte (PT)

      Existem várias formas de violência simbólica utilizadas para controlar os corpos das mulheres — a sociedade patriarcal objetifica, define suas formas, os espaços onde podem circular, basicamente os tenta controlar. Mas, a atividade esportiva é um meio que pode subverter essas limitações. Não é por acaso que ao longo da história as práticas esportivas femininas foram limitadas e até proibidas. 

      O esporte é considerado produto da masculinidade, concebido (por e para) os homens, mas é por isso que o esporte pode ser um meio de desafiar os estereótipos de gênero. É nesse contexto que vamos falar de esporte, na luta contra o capacitismo e por inclusão com três atletas que competiram nas Paralímpiadas de Tokyo deste ano em meio aos desafios da pandemia:  

      Evelyn Oliveira, atleta de bocha; 

      Thalita Simplício, atleta em corrida e salto em distância; 

      Vanessa Cristina, corredora em cadeira de rodas; 

      Recomendação: Guerreiras: Histórias de mulheres para-atletas nunca antes contadas, Cíntia Souza (2019)

      42 min
    • Motherhood, Mothering and Feminisms (EN)

      One of the consequences of the patriarchal society is the submission of women based on the supposed inferiority on the basis of bodies and weakness of the mind, marked as the only possible destiny to be a mother.

      We observe how the diversity that currently fits in feminism does not take mothers into account, and there is a lot of resistance to including their demands within the manifestos.

      Woman mothers (even crossed by other identities) have seen how a fundamental aspect of their identity has been denied entry into the feminist movement, because identifying as mothers have not been considered as a dissident or transgressor, but a return to home and to the idea of patriarchal femininity. Therefore, the experience of motherhood has been blocked and out of any feminist debate, unless it was about the right not to be a mother (through the necessary fight for free abortion).

      So, how the feminist perspective can appropriate motherhood and challenge the binary system? How to transform the institution of motherhood into mothering?

      Our guest is Andrea O'Reilly, she is a writer on women's issues and is currently a Professor in the School of Women's Studies at York University in Toronto, Canada. She’s the creator of the Motherhood Initiative for Research and Community Involvement, editor-in-chief of the Journal of the Motherhood, and she is also the author and editor of eighteen books on motherhood.

      Recommendations:

      Disobedient Mum, Esther Vivas

      Matricentric Feminism, Andrea O’Reilly

      The Big Lie, Tanya Selvaratnam

      45 min

    About Feminismos del Sur

    From the publisher's feed

    In a conversation, the journalist Ester Pinheiro delves into and echoes decolonial voices of resilience and resistance from a gender perspective. This is a multilingual podcast, we have episodes in Spanish, Portuguese, English, and French.