
Sign up to save your podcasts
Or


Para Aristóteles, as mulheres eram consideradas 'homens imperfeitos', hoje, como elas são reconhecidas na ciência?
Segundo a UNESCO, ciência e igualdade de gênero são essenciais para o desenvolvimento sustentável. Mesmo assim, as mulheres continuam enfrentando obstáculos no campo da ciência: menos de 30% dos pesquisadores científicos no mundo são mulheres. Embora tenham pouca representatividade, as mulheres desempenham um papel fundamental nas comunidades de ciência e tecnologia.
É por isso que vamos falar da participação das mulheres na ciência e de sua representatividade na mídia de modo a colaborar com essa discussão para a promoção do acesso de mulheres e meninas, e também com um apelo para alcançar seu empoderamento e igualdade de gênero com:
Recomendações: Londa Schiebinger, O Feminismo mudou a ciência, 1999
Como representar as vítimas de maneira humanizada?
Dj Ivis, Victor Chaves, caso Mariana Ferrer... são inúmeros casos de violência contra a mulher no país, exatamente 1 a cada 4 mulheres é vítima de algum tipo de violência durante a pandemia.
Tomando em conta esse contexto de abusos e feminicídio no país, o podcast Feminismos del Sur busca entender como a mulher vítima de violência é representada no Brasil, ou seja, qual a responsabilidade da mídia em resistir a representações violentas em vez de apoiá-las? No nosso quinto episódio, Ester Pinheiro fala com:
Referências: Down Girl, the logic of misogyny
O Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo, em 2020, 175 travestis e mulheres transexuais foram assassinadas. O aumento é de 41% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 124 homicídios, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), entidade ativista local. No ano de 2022, 131 pessoas trans foram assassinadas no Brasil, aponta dossiê — Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
A escalada da violência contra as pessoas trans tem se confundido com o ambiente político, marcado por uma campanha rotulada de 'combate à ideologia de gênero' e que parece invisibilizar a morte massiva de pessoas trans.
Com base nessa realidade, o que é ser mulher trans no Brasil?
Como empreender, fazer gestão de pessoas, potencializar a criatividade e resistir perante a crise da Covid-19 num sistema capitalista excludente às mulheres? Como vencer o capacitismo e o racismo no setor empreendedor? A necessidade de as mulheres se dedicarem mais às tarefas domésticas durante a pandemia, um reflexo do machismo estrutural na sociedade brasileira, nos leva a questionar qual a situação das mulheres CEO hoje e as suas percepções sobre um setor tão masculinizado.
Duas empreendedoras brasileiras compartilham suas experiências e jornadas no mundo dos negócios e buscam responder essas perguntas:
Ser mujer es difícil. Ser parte del género femenino involucra discriminaciones, estereotipos, violencias y vulneración de derechos. Las inequidades y desigualdades de género son construcciones sociales que se definen por el sistema heteropatriarcal, el cual establece reglas y patrones normativos sobre que es ser hombre y mujer, excluyendo las diversidades genéricas. Las brechas e injusticias son evidentes pese a los avances que se han obtenido. El orden cultural patriarcal incide en varias dimensiones de la vida de las mujeres y las diversas violencias afectan negativamente el bienestar de las mujeres y dificulta su participación en la sociedad.
Hoy hablamos sobre que es ser mujer en la América Latina con dos brasileñas: Raquel Bennet, desde Women in Global Health Mathilde Mola, periodista freelancer.
Recomendación de lectura: Ser mujer en Latinoamérica, 2018
Within the pandemic and especially during the Olympics with great athletes such as Naomi Osaka and Simone Biles approaches to mental health, we've seen that women are experiencing burnout from social demands, of their work, and in the domestic sphere. But they have come to recognize the importance of mental health, and they are prioritizing themselves.
So, today we are going to talk about the importance of mental health and the recognition of being worthy of care with:
A jornalista Ester Pinheiro conversa com a cineasta e produtora cultural Graciela Pereira de Souza, conhecida como Graciela Guarani, pertencente ao povo Guarani Caiuá do estado do Mato Grosso do Sul (MS), da aldeia de Aguapiru. E com Avelin Buniacá, professora e socióloga com ênfase em políticas públicas de gênero e raça. Natural do povo indígena kambiwá, ela trabalha como Conselheira Municipal de Igualdade Racial da Prefeitura de Belo Horizonte e é assessora da vereadora de BH, Duda Salabert.
O #AgostoIndígena de 2021 foi marcado por duas notícias de feminicídio, onde as vítimas são duas meninas:
É urgente falar o que está acontecendo com as meninas e mulheres indígenas no país. Mediante a violência e ao preconceito que vivem diariamente, é relevante questionar: o que é ser mulher indígena no Brasil?
Indicação de leitura:
Ser mulher indigena é - Narrativas de mulheres brasileiras (Jônia Rodrigues de Lima, 2018)
From the publisher's feed