Feminismos del Sur

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By Feminismos del SurSociety & Culture
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Feminismos del Sur episodes

  • Mulheres: linguagem e narrativas bíblicas (PT)
    Por que Deus é representado como homem, senhor e pai?          
     
    Por que os "palavrões" quase sempre depreciam as mulheres? 
     
    Como seria a "identidade feminina" se a bíblia cristã tivesse sido escrita por mulheres? 
     
    Hoje vamos questionar e falar do poder da linguagem, do apagamento das mulheres na história bíblica e a influência dessa narrativa contada por homens na sociedade atual, ou seja, convidamos você a questionar o que é dado como narrativa pronta e muitas vezes acreditamos e repetimos inconscientemente. Quem vai nos ajudar a refletir são as convidadas: 
     
    Eva Blay, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP que vai trazer a perspectiva a partir da linguagem. 
     
    Odja Barros, doutora em teologia, é pastora batista e assessora do (Centro de Estudos Bíblicos) tem experiência em Leitura bíblica a partir de uma perspectiva de gênero.
     
    Simony dos Anjos, cientista social, mestra em educação e doutoranda em antropologia. Evangélica, ela  integra a Rede de Mulheres Negras Evangélicas com uma perspectiva feminista.
    Recomendação: The Women's Bible Commentary, Carol A. Ringe.
    1 hr 1 min
  • Mulheres na ciência (PT)

    Para Aristóteles, as mulheres eram consideradas 'homens imperfeitos', hoje, como elas são reconhecidas na ciência?  

    Segundo a UNESCO, ciência e igualdade de gênero são essenciais para o desenvolvimento sustentável. Mesmo assim, as mulheres continuam enfrentando obstáculos no campo da ciência: menos de 30% dos pesquisadores científicos no mundo são mulheres. Embora tenham pouca representatividade, as mulheres desempenham um papel fundamental nas comunidades de ciência e tecnologia. 

    É por isso que vamos falar da participação das mulheres na ciência e de sua representatividade na mídia de modo a colaborar com essa discussão para a promoção do acesso de mulheres e meninas, e também com um apelo para alcançar seu empoderamento e igualdade de gênero com:  

    • Valeria de Paiva, matemática, lógica e cientista da computação brasileira que tem um trabalho notavelmente diversificado, destacando sua investigação de modelos  categóricos de lógica linear e linguagens de programação e administra a página do Facebook Women in Logic.  
    • Verônica Soares, doutora e professora da PUC Minas e jornalista que atuou no Programa de Comunicação Científica, Tecnológica e de Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (PCCT/Fapemig), tendo experiências como repórter de ciência e tecnologia. Em 2019, co-fundou a Matildas, empresa de comunicação com foco em comunicação pública da ciência e divulgação da tecnologia e da inovação. 
    • Recomendações: Londa Schiebinger, O Feminismo mudou a ciência, 1999

      53 min
    • Mídia, representatividade e gênero (PT)

      Existe uma cultura da culpabilização da mulher vítima de violência na mídia?

      Como representar as vítimas de maneira humanizada?

      Dj Ivis, Victor Chaves, caso Mariana Ferrer... são inúmeros casos de violência contra a mulher no país, exatamente 1 a cada 4 mulheres é vítima de algum tipo de violência durante a pandemia.

      Tomando em conta esse contexto de abusos e feminicídio no país, o podcast Feminismos del Sur busca entender como a mulher vítima de violência é representada no Brasil, ou seja, qual a responsabilidade da mídia em resistir a representações violentas em vez de apoiá-las? No nosso quinto episódio, Ester Pinheiro fala com: 

      • Professora e doutora em ciências sociais da PUC Minas, Antônia Montenegro 
      • Jornalista do portal UOL, Lola Ferreira 
      • Referências: Down Girl, the logic of misogyny 

        42 min
      • O que é ser mulher trans no Brasil? (PT)

        O Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo, em 2020, 175 travestis e mulheres transexuais foram assassinadas. O aumento é de 41% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 124 homicídios, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), entidade ativista local. No ano de 2022, 131 pessoas trans foram assassinadas no Brasil, aponta dossiê — Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

        A escalada da violência contra as pessoas trans tem se confundido com o ambiente político, marcado por uma campanha rotulada de 'combate à ideologia de gênero' e que parece invisibilizar a morte massiva de pessoas trans.

        Com base nessa realidade, o que é ser mulher trans no Brasil? 

        • Gilmara Cunha, psicologa transexual e ativista da causa LGBT em favelas;
        • Duda Salabert, Deputada Federal de MG e professora de literatura;
        • Maite Schneider, é cofundadora da plataforma Transempregos, rede que faz a inserção de pessoas trans no mercado de trabalho, além de contar com o maior banco de dados de profissionais transgêneros;
        • Helena Vieira, jornalista trans e produtora de conteúdo; 
        • Lunna Pompeu, vereadora trans da cidade de Pompéu, MG; 
        • 27 min
        • Empreendedorismo feminino (PT)

          Como empreender, fazer gestão de pessoas, potencializar a criatividade e resistir perante a crise da Covid-19 num sistema capitalista excludente às mulheres? Como vencer o capacitismo e o racismo no setor empreendedor? A necessidade de as mulheres se dedicarem mais às tarefas domésticas durante a pandemia, um reflexo do machismo estrutural na sociedade brasileira, nos leva a questionar qual a situação das mulheres CEO hoje e as suas percepções sobre um setor tão masculinizado. 

          Duas empreendedoras brasileiras compartilham suas experiências e jornadas no mundo dos negócios e buscam responder essas perguntas:  

          • Carolina Ignarra, CEO e fundadora da Talento Incluir, consultoria pioneira em Diversidade e Inclusão no Brasil e UniHub; 
          • Ketty Valencio, proprietária da Livraria Africanidades, loja virtual e física situada na cidade de São Paulo com acervo especializado em literatura negra e feminista;
          • 50 min
          • ¿Qué es ser mujer en América Latina? (SP)

            Ser mujer es difícil. Ser parte del género femenino involucra discriminaciones, estereotipos, violencias y vulneración de derechos. Las inequidades y desigualdades de género son construcciones sociales que se definen por el sistema heteropatriarcal, el cual establece reglas y patrones normativos sobre que es ser hombre y mujer, excluyendo las diversidades genéricas. Las brechas e injusticias son evidentes pese a los avances que se han obtenido. El orden cultural patriarcal incide en varias dimensiones de la vida de las mujeres y las diversas violencias afectan negativamente el bienestar de las mujeres y dificulta su participación en la sociedad. 

            Hoy hablamos sobre que es ser mujer en la América Latina con dos brasileñas: Raquel Bennet, desde Women in Global Health Mathilde Mola, periodista freelancer.

            Recomendación de lectura:  Ser mujer en Latinoamérica, 2018 

            15 min
          • Setting boundaries: women and mental health (EN)

            Within the pandemic and especially during the Olympics with great athletes such as Naomi Osaka and Simone Biles approaches to mental health, we've seen that women are experiencing burnout from social demands, of their work, and in the domestic sphere. But they have come to recognize the importance of mental health, and they are prioritizing themselves. 

            So, today we are going to talk about the importance of mental health and the recognition of being worthy of care with: 

            • The psychologist Sara Maria Figueiras has a feminist, and multicultural therapy approach when working with her patients;
            • Fabi Saad Niemeyer, who works for more gender diversity and inclusion at media and business organizations;
              1. Recommendations: Rooney, Sally (2019), Normal people A Novel, Inc OverDrive, New York.
              2. 23 min
              3. O que é ser mulher indígena no Brasil? (PT)

                A jornalista Ester Pinheiro conversa com a cineasta e produtora cultural Graciela Pereira de Souza, conhecida como Graciela Guarani, pertencente ao povo Guarani Caiuá do estado do Mato Grosso do Sul (MS), da aldeia de Aguapiru. E com Avelin Buniacá, professora e socióloga com ênfase em políticas públicas de gênero e raça. Natural do povo indígena kambiwá, ela trabalha como Conselheira Municipal de Igualdade Racial da Prefeitura de Belo Horizonte e é assessora da vereadora de BH, Duda Salabert.

                O #AgostoIndígena de 2021 foi marcado por duas notícias de feminicídio, onde as vítimas são duas meninas: 

                • Daiane Griá de Sales, indígena Kaingang de 14 anos, com seu corpo encontrado nu próximo à Terra Indígena Guarita (RS); 
                • Raíssa de Silva Cabreira, indígena Guarani-Kaiowá, 11 anos, brutalmente estuprada e assassinada na Reserva Indígena de Dourados (MS), exatamente no dia 9 de agosto.
                • É urgente falar o que está acontecendo com as meninas e mulheres indígenas no país. Mediante a violência e ao preconceito que vivem diariamente, é relevante questionar: o que é ser mulher indígena no Brasil? 

                  Indicação de leitura: 

                  Ser mulher indigena é - Narrativas de mulheres brasileiras (Jônia Rodrigues de Lima, 2018)

                  20 min

                About Feminismos del Sur

                From the publisher's feed

                In a conversation, the journalist Ester Pinheiro delves into and echoes decolonial voices of resilience and resistance from a gender perspective. This is a multilingual podcast, we have episodes in Spanish, Portuguese, English, and French.