Sexualidade e morte para os primeiros teólogos estavam intrinsecamente vinculados e por isso mesmo tudo que era sexual era pecado. Freud através da sua Teoria pulsional — pulsão de vida e pulsão de morte, chega à conclusão de que sexualidade é o apoio mais forte da primeira, na medida em que Eros, seu representante, a ela se associa em seus objetivos sexuais. A morte, tomada como pulsão e tendo no sadismo seu mais forte representante, adquire o estatuto de direcionar também o sujeito no sentido de apaziguar as tensões, mas trabalhando para dessexualizar os objetivos pulsionais.
Como a Igreja lidava com a sexualidade e como, através da teologia, foi se fortalecendo ainda mais a Repressão Sexual Feminina.