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No mês da campanha #oPodcastÉdelas2019, no sétimo episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos a historiadora Semíramis Corsi Silva (UFSM) para bater um papo sobre o governo do imperador romano de origem síria Helogábalo (218 a 222 EC), e como as questões de gênero foram um foi principais fatores políticos de seu reinado.
Neste papo refletimos sobre como nós historiadores buscamos responder questões que nos inquietam atualmente. Somos uma sociedade que está em busca constante de prazeres (em sentido amplo) e, mais do que isso, buscamos compreender as construções dos papéis de gênero ao longo do tempo como a ideia do feminino e do masculino romanos. Descubra conosco quem foi esse imperador pouco conhecido e o que era ser um outro fora dos padrões na Antiguidade Clássica e como a política, os usos dos prazeres e o gênero se articulavam.
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Semíramis Corsi Silva
Currículo Lattes
Site GEMAM/UFSM
Perfil no Academia.edu
Produção
SILVA, S. C. IDENTIDADE CULTURAL E GÊNERO NO PRINCIPADO ROMANO: UMA PROPOSTA DE ANÁLISE INTERSECCIONAL DAS REPRESENTAÇÕES DO IMPERADOR HELIOGÁBALO (SÉCULO III E.C.). Phoînix, v. 24, p. 142-166, 2018.
SILVA, S. C.. Barbaridade versus Humanitas no Principado Romano: a política e a construção da imagem do imperador Heliogábalo (século III EC). ALETHÉIA (GOIÂNIA), v. 2, p. 114-136, 2017.
SILVA, S. C.. A corrupção e os crimes de Heliogábalo: aspectos da governabilidade imperial romana e as práticas políticas do princeps sírio vistas por seus detratores (século III EC). In: Semíramis Corsi Silva; Carlos Eduardo da Costa Campos. (Org.). Corrupção, crimes e crises na Antiguidade. 1ed.Rio de Janeiro: Desalinho/CNPq, 2018, v. 1, p. 193-216.
Livros (principal):
Magia e Poder no Império Romano. A Apologia de Apuleio. 1. ed. São Paulo: Annablume/FAPESP, 2012
Organizações de livros (principais):
SILVA, S. C.; CAMPOS, C. E. C. (Org.) . Corrupção, crimes e crises na Antiguidade. 1. ed. Rio de Janeiro: Desalinho/CNPq, 2018. v. 1. 356p .
SILVA, S. C.; ESTEVES, A. A. M. (Org.) . Fronteiras culturais no Mundo Antigo: Ensaios sobre Identidades, Gênero e Religiosidades. 1. ed. Rio de Janeiro: Letras/UFRJ, 2018. 248p .
DIAS, C. K. B. (Org.) ; SILVA, S. C. (Org.) ; CAMPOS, C. E. C. (Org.) . Experiências religiosas no mundo antigo. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2017. v. 1.
DIAS, C. K. B. (Org.) ; SILVA, S. C. (Org.) ; CAMPOS, C. E. C. (Org.) . Experiências religiosas no mundo antigo. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2017. v. 2.
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
FOUCAULT, M. História da Sexualidade vol. II. O uso dos prazeres. Rio de Janeiro: Graal, 1984.
RICHLIN, A. The Garden of Priapus. Sexuality and aggression in Roman Humor. New York: Oxford University Press, 1992.
WILLIAMS, C. A. Roman Homosexuality. 2. Ed. New York: OUP, 2010.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A.
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Contato
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Darlan Aragão Mesquita, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Romulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales
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No sexto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos a historiadora DANIELA VALLANDRO DE CARVALHO (UNICENTRO) para bater um papo sobre Negros escravizados na Guerra Civil Farroupilha, tema de especialidade da convidada.
Neste papo tratamos dos significados da guerra civil Farroupilha e do papel que os negros escravizados tiveram neste conflito. Na fronteira sul do Império, onde se formou uma elite militarizada, cuja importância econômica e estratégica era crescente, a guerra contra as forças legalistas durou de 1835 e 1845. Daniela nos conta que em sua pesquisa pode reconstituir trajetórias de alguns indivíduos negros que participaram das batalhas, suas expectativas e estratégias para conseguir utilizar a situação belicosa em proveito de alcançarem melhores condições de vida e a liberdade.
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Daniela Vallandro de Carvalho
Currículo Lattes
INSTAGRAM – dvallandro
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Produção
CARVALHO, D. V. NETTO, Moisés de Souza. In: Dictionary of Caribbean and Afro-Latin American Biography.1 ed.Nova Iorque : Oxford University Press, 2015, v.1, p. 1-19
CARVALHO, D. V. Em solos fronteiriços e movediços: Fugas cativas em tempos belicosos (Província de São Pedro, século XIX). In: As Fronteiras da Escravidão e da Liberdade no Sul da América..1 ed.Rio de Janeiro : 7 Letras, 2013, p. 111-128
CARVALHO, D. V. A trajetória de libertos pela Guerra (Revolução Farroupilha, séc. XIX) In: Caminhos da Liberdade: Histórias do Abolição e do Pós-Abolição no Brasil.1 ed.Niterói : Editora da UFF, 2011, v.1, p. 193-209.
CARVALHO, D. V. Da fuga dos exércitos à fuga para os exercitos: Meandros das estratégias cativas em tempos belicosos no sul do Império (Guerra Civil Farroupilha, séc. XIX) In: Homens e Armas. Recrutamento Militar no Brasil. Séc. XIX. ed.São Leopoldo-RS : OIKOS, 2011, v.1, p. 113-143.
CARVALHO, D. V. Sobre a guerra real e a guerra ideal: representações imagéticas da Revolução Farroupilha In: O tempo e o Rio Grande e as imagens do Arquivo Histórico do RS.1º ed.Porto Alegre : IEL-Instituto Estadual do LivroRS, 2011, p. 121-124
CARVALHO, D. V.; OLIVEIRA, Vinicius Pereira de Os Lanceiros Francisco Cabinda, João Aleijado e preto Antonio e outros personagens negros na guerra dos Farrapos In: RS Negro: Cartografias sobre a produção do conhecimento ed.Porto Alegre : EDIPUCRS, 2008, v.1, p. 63-82.
CARVALHO, D. V. COMPADRIO EM TEMPOS DE GUERRA: TRAJETÓRIA, EXPERIÊNCIA E ESTRATÉGIA DO PARDO LIBERTO MARTINHO ZEFERINO DA CUNHA In: VII Congresso Internacional de História, XXXV Encuentro de Gehistoria Regional, XX Semana de História da UEM : Políticas, culturas e narrativas na América Latina, 2015, Maringá-PR.
CARVALHO, D. V. Massacre de Porongos ainda é polêmico porque questiona heróis farroupilhas. Jornal Sul21. http://www.sul21.com.br/jornal, 2016.
CARVALHO, D. V. ‘A cada setembro, uma guerra renasce’. Correio do Povo. Porto Alegre-RS, 2014. Palavras-chave: Guerra Civil Farroupilha, identidade gaúcha. Disponível em: http://digital.correiodopovo.com.br/
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CARVALHO, D. V. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio De Janeiro, Brasil com período sanduíche em Universidad de Buenos Aires (Orientador : Prof. Dr. Miguel Àngel Rosal) Título: Nas fronteiras da Liberdade: experiências negras de recrutamento, guerra e escravidão (Brasil Meridional – 1830-1850), Ano de obtenção: 2013.
ALADRÈN, Gabriel. “Sem respeitar fé nem tratados”: escravidão e guerra na formação histórica da fronteira sul do Brasil (Rio Grande de São Pedro, c. 1777-1835). Tese de Doutorado: UFF, 2012.
ANDREWS, George Reid. “Um Raio Exterminador”. As Guerras pela Liberdade, 1810-1890. América Afro-Latina. 1800-2000. São Carlos: EDUFSCar, 2007.
_________. “Os Negros, Novos Cidadãos”. A Política da Liberdade, 1810-1890. América Afro-Latina. 1800-2000. São Carlos: EDUFSCar, 2007.
ARAÚJO, Tiago Leitão.Para o outro lado da linha: as fugas de escravos para o além fronteira (século XIX). Seminário Escravidão, Fronteiras e Relações Internacionais no Império do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História, UNIRIO, 2011.
BERUTE, Gabriel Santos. Dos escravos que partem para os portos do sul: Características do Tráfico Negreiro do Rio Grande de São Pedro do Sul, c.1790- c.1825. Dissertação de Mestrado, UFRGS, 2006.
BETTIE, Peter, Conscription versus penalservitude: army reform’s influence on the brazilian estate’s management of social control, 1870-1890. In: Journal of Social History. Fairfax, Virginia: Johns Hopkins University. Volume 32, number 4, 1999;
BORUCKI, Alex; CHAGAS, Carla; STALLA, Natália. Esclavitud e Trabajo. Un estúdio sobre los afrodescendientes en la frontera uruguaya (1835-1855). Pulmón Ediciones, 2004.
MALLO, Silvia; TELESCA, Ignácio (Org.). Negros de La Patria. Los Afrodescendientes em lãs luchas por la Independencia en el Antiguo Virreinato del Rio de La Plata. 1 ed, Buenos Aires: SB, 2010.
CARATTI, Jonatas Marques.. O chão da liberdade: as trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense no contexto das leis abolicionistas uruguaias (1842-1862), Dissertação de Mestrado, UNISINOS, 2011.
CASTRO, Celso; IZVEKSOHN, Vitor, KRAAY, Hendrik. Nova História Militar Brasileira. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
CARVALHO, Marcus. J. M. Os negros armados pelos brancos e suas independências no Nordeste, 1817-1848. In: JANCSÓ, István. (Org.). Independência: História e Historiografia. 1 ed. São Paulo: Hucitec/FAPESP, 2005, v. 1, p. 881-914.
FARINATTI, Luis Augusto Ebling. Nos Confins Meridionais: Família de elite e sociedade agrária na Fronteira sul do Brasil (1825-1865). Santa Maria: Ed. Da UFSM, 2010.
FREGA, Ana. Caminos de libertad em tiempos de revolución. Los esclavos em la Provincia Oriental Artiguista. 1815-1820. In: História Unisinos. Vol. 4, nº 02, 2000.
GRINBERG, Keila. O fiador dos brasileiros: cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
__________. Escravidão, Alforria e direito no Brasil oitocentista: reflexões sobre a lei de 1831 e o “princípio da liberdade” na fronteira sul do Império Brasileiro. In: CARVALHO, J. M. (org.). Nação e Cidadania no Império. Novos Horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
__________. A Fronteira da Escravidão: a noção de “solo livre” na margem sul do Império brasileiro. III Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. In: Anais Eletrônicos do III Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Criciúma, 2008.
__________. A Sabinada e a politização da cor na década de 1830. In: GRINBERG; SALLES (org.) O Brasil Imperial, vol. II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
__________; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial, vol. II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
GUAZZELLI, César Augusto. A República Rio-Grandense e o Rio da Prata: a questão dos escravos libertos. In: Anais Eletrônicos do II Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Porto Alegre, 2006.
KRAAY, Hendrik. “O abrigo da farda”: o Exército brasileiro e os escravos fugidos, 1800-1888. In: Afro-Ásia. Revista de Estudos Afro-orientais da Universidade Federal da Bahia. Salvador. nº 17, 1996.
LEITMAN, Spencer. Raízes sócio-econômicas da guerra dos farrapos. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
_________. Negros Farrapos: Hipocrisia Racial no sul do Brasil do séc. XIX. In: A Revolução Farroupilha: História e Interpretação. PESAVENTO (e outros). Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.
RIBEIRO, José Iran. Quando o serviço os chamava: Milicianos e Guardas-Nacionais no Rio Grande do Sul. Santa Maria: ED. da UFSM, 2005.
________. “De tão longe para sustentar a honra nacional”: brasileiros na Guerra dos Farrapos (1835-1850). Programa de Pós-Graduação em História Social/UFRJ, Tese de Doutorado, UFRJ, 2009.
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Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba
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A Conquista da América suscita uma série de debates entre historiadores e também povoa o nosso imaginário. Para explicar a vitória dos espanhóis contra as diversas populações indígenas o panorama clássico parte da seguinte premissa: a conquista foi o confronto entre homens excepcionais, desbravadores, fortemente armados e tecnologicamente superiores contra uma população ingênua, cheia de crendices, mitológica e tecnologicamente inferior. Será que foi assim mesmo?
Para saber a resposta dessa e de outras questões, bem como entender os mitos da conquista da América, embarque com os historiadores Beraba e C. A. nesse episódio.
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Mencionado no Episódio
HQ da Vida #32 LGBTTS: Rapha Almeida, o Stark
Fronteiras no Tempo #11 – Incas e Lino Galindo
SciCast #264: Imunologia
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Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
Material Complementar
Livros e Artigos
AMODIO, Emanuele. Formas de la alteridad: construcción y difusión de la imagen del indio americano en Europa durante el primer siglo de la conquista de América. Editorial Abya Yala, 1993. – trechos disponíveis AQUI
ARAM, Bethany. Leyenda negra y leyendas doradas en la conquista de América: Pedrarias y Balboa. Marcial Pons Historia, 2008. trechos disponíveis AQUI
BETHEL, Leslie. História da América Latina. São Paulo: EDUSP, 2000 – (coleção em 11 volumes) – confira quais os títulos e os sumários AQUI
BRUIT, Hector Hernan et al. Bartolomé de las Casas e a simulação dos vencidos: ensaio sobre a conquista hispânica da América. Campinas, 1993. Tese (Livre Docência em História) – Universidade Estadual de Campinas. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/281347/1/Bruit_HectorHernan_LD.pdf
BRUIT, Héctor Hernán. Derrota e Simulação. Os Índios e a Conquista da América. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, v. 2, n. 1, p. 9-19, 1991. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8645463/12770
RESTALL, Matthew. Sete mitos da conquista espanhola. Tradução de Cristiana de Assis Serra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: a questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1982.
VICENTE, Pereña et al. La idea de justicia en la conquista de América. Madrid: MAPFRE, 1992.
Podcasts
Scicast #158: Ameríndios
Scicast #185: Sulameríndios
Trilha Sonora do Episódio
01. Conquest of Paradise – Vangelis
02. Sultans of Swing – Dire Straits
03. Epic Trailer Music – ALXD
04. Pirate Elves – Derek & Brandon Fiechter
05. Conquer New World – Antti Martikainen
06. Treasure Bay – Brandon Fiechter
07. Battleship – Peter Crowley
08. Blackbeard – Brandon & Derek Fiechter
09. Caribbean Smugglers – Brandon & Derek Fiechter
10. Viking Raiders – Brandon & Derek Fiechter
11. Destination Tortuga – Antti Martikainen
12. Samba do Quilombo – Lenine
13. Zumbi – Jorge Ben Jor
Madrinhas e Padrinhos
Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Danilo Alves Cassonato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Fabio Henrique S. de Medeiros, Felipe Augusto Roza, Felipe Santana, Iara Grisi, Flávio Saldanha, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique De Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Rômulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales e ao padrinho anônimo
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No quinto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos o historiador Alex Degan (UFSC) para bater um papo sobre História das Religiões, tema de especialidade do convidado.
A conversa girou em torno da relevância dos estudos sobre a história das religiões e as diversas maneiras como os pesquisadores a encaram, seus objetivos e desafios. Ficou evidente que o ofício do historiador de encontrar as fontes, lê-las, interpretá-las dentro de um contexto no espaço e tempo são essenciais para que se possa construir narrativas que levem em conta a experiência humana com as religiões que professa.
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Saiba mais do nosso convidado
Alex Degan
Curriculo Lattes
Academia.edu
Produção
DEGAN, Alex. Judaísmo em suspensão. Tese de doutorado em História Social. USP, 2013.
BOVO, Cláudia Regina; DEGAN, Alex . As temporalidades recuadas e sua contribuição para a Educação Histórica: o espaço como fonte para a História Antiga e Medieval. REVISTA HISTÓRIA HOJE, v. 6, p. 55-76, 2017. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/article/view/366
DEGAN, Alex. Josefo Exegeta: História e Memória. Revista de História (USP), v. 162, p. 295-310, 2010. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/19160
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
AGNOLIN, Adone. História das Religiões: Perspectiva histórico-comparativa. São Paulo: Paulinas, 2013.
ASSMANN, Jan. Religión y memoria cultural: Diez estudios. Buenos Aires: Lilmod, 2008.
BRELICH, Angelo. Introduzione alla storia delle religioni. Roma: Ateneo, 2006.
CARDOSO, Ciro Flamarion. História das Religiões. Um historiador fala de teoria e metodologia: Ensaios. Bauru: EDUSC, 2005.
JULIA, Dominique. História religiosa. In: LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (org.). História: Novas Abordagens. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
LAGRÉE, Michel. História religiosa e História cultural. In: RIOUX, Jean-Pierre (org.). Para uma história cultural. Lisboa: Estampa, 1998.
LING, Trevor. História das Religiões. Lisboa: Presença, 2005.
MANOEL, Ivan; FREITAS, Nainora (orgs.). História das Religiões: Desafios, problemas e avanços teóricos, metodológicos e historiográficos. São Paulo: Paulinas, 2007.
MASSENZIO, Marcello. A História das Religiões na cultura moderna. São Paulo: Hedra, 2005.
MATA, Sérgio da. História & Religião. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
MOURA DA SILVA, Eliane. Estudos de Religião para um novo milênio. In: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: Conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2005.
SCARPI, Paolo. Politeísmos: As religiões do Mundo Antigo. São Paulo: Hedra, 2004.
VELASCO, Francisco Diez de. Breve historia de las religiones. Madrid: Alianza Editorial, 2006.
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações: