
Sign up to save your podcasts
Or


Neste episódio, Luiz Gasparetto fala sobre uma “gosma” de ideias, medos e condicionamentos que empurra a pessoa para a submissão: ser boazinha, obediente, agradável, compreensiva e sempre preocupada com o julgamento dos outros.A proposta é romper com isso e recuperar a própria força. Para Gasparetto, autenticidade não é grosseria nem crueldade: é não se abaixar, não aceitar manipulação e não trair a própria verdade para ser aceito. Ele mostra que, quando a pessoa banca quem é, respeita seus limites e para de buscar aprovação, ganha força, clareza e passa a viver de forma muito mais inteira.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Luiz Gasparetto desmonta uma das maiores ilusões humanas: a ideia de que alguém precisa da aprovação, do amor, da aceitação ou do entendimento dos outros para poder existir de verdade. Para ele, essa dependência cria vulnerabilidade — a pessoa fica machucável, ofendível, rejeitável e presa em mil defesas.A virada proposta é assumir uma independência interior radical: “eu só preciso de mim para ser eu”. Gasparetto explica que, quando a pessoa para de colocar os outros em primeiro lugar e volta a se apoiar, o espírito encontra base para se manifestar com força, coragem, carisma e presença. A vida começa a andar quando a pessoa deixa de pedir licença para existir.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Luiz Gasparetto aprofunda a ideia de aceitação com desapego como uma das grandes chaves da felicidade. Ele diferencia aceitar de se conformar: não é ficar parado, engolir sofrimento ou virar passivo — é parar de fazer drama, parar de sofrer o mundo por dentro e agir com mais inteligência diante do que pode ser feito.A conversa mostra que felicidade não depende de emprego ideal, dinheiro, relacionamento ou de tudo estar “no lugar certo”. O ponto é aprender a viver bem onde se está, sem transformar cada problema em revolta, ansiedade ou cobrança. Gasparetto explica que sofrer pelo outro não ajuda ninguém: equilíbrio não é frieza, é maturidade emocional.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Calunga desmonta a ideia de que doença vem apenas do que a pessoa come, bebe ou fuma. Para ele, o fator mais importante é a vida interior: pensamentos, crenças, revoltas, mágoas, ilusões e escolhas repetidas que criam estados no corpo. A crítica é direta: olhar só para a superfície é fugir da responsabilidade sobre aquilo que está sendo gerado por dentro.A mensagem vai ficando mais dura: viver contrariado, não aceitar a realidade, querer que pessoas e situações sejam do próprio jeito e guardar desilusão cobra preço no corpo. Calunga chama isso de infantilidade espiritual. A saída é virar adulto por dentro: aceitar a vida como ela é, parar de se iludir, cuidar de si com firmeza e assumir a própria parte antes de querer resolver a dos outros.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Luiz Gasparetto explica por que tanta gente “tem tudo” e mesmo assim sente um vazio: falta alma na vida. Ele diferencia satisfação passageira (corpo, rotina, obrigação) de realização real (peito, essência, sentido) e mostra como a educação condiciona a pessoa a ser “bonitinha e boazinha” para ganhar aprovação — prendendo a autenticidade e gerando insatisfação, carência e relações travadas.A virada é prática: parar de viver para agradar e testar uma decisão simples — não fazer nada para ser amado, fazer porque gosta. Segundo ele, quando a alma aparece (com verdade, humor, intensidade e espontaneidade), surge carisma, conexão e até sucesso; quando a pessoa fica montada, vira zumbi: cumpre papéis, mas não cria elo.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Luiz Gasparetto faz “terapia breve” ao vivo e martela uma ideia: muita coisa que parece sentimento próprio é influência do astral dos outros — pai, mãe, marido, filho, família, “clube” social. A consequência é perder o eixo: trava financeira, confusão afetiva, apagamento, peso no corpo e a sensação de estar vivendo uma vida que não é a própria.
No telefone, ele mostra o passo a passo: identificar “de quem é essa energia”, descolar, zerar (“isso não é meu”) e depois ir “lá atrás” para achar o verdadeiro — liberdade, paz, alegria, luz e espontaneidade. O recado é direto: parar de forçar sentimento, parar de viver para aprovação e sair das regras que deformam — porque prosperidade e vida fluem quando a pessoa se acha.
Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Calunga volta com aquele puxão sem dó: mágoa é ódio disfarçado, e a vida não está aí para embalar infantilidade. A mensagem é sair da postura de vítima e entrar na postura adulta — reagir, agir e, principalmente, entender o que o espírito está pedindo para mudar.O foco do episódio é duro e libertador: parar de viver personagens (“mãe”, “filho”, “marido”, “esposa”) e enxergar gente de verdade — ser com ser, espírito com espírito. Calunga critica o teatro familiar, a “moral impecável”, o coitadismo e a vaidade que quer aprovação. A proposta é cortar o delírio, construir elo real (presença, verdade, respeito) e largar a mania de “salvar” quem não está maduro — porque isso derruba quem se mete. No fim, fica a regra: conviver é troca, não é se entregar; humildade é encarar a realidade.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Luiz Gasparetto propõe um choque de realidade: o excesso de tarefas, exigências e “necessidades” criadas pelo mundo de fora vai sugando energia e afastando do que é essencial. Ele insiste em centrar na alma, dizer “não” ao que não tem conexão verdadeira e fazer um confronto interno: parar de correr, olhar a própria compulsão, encarar ansiedade, raiva e fantasia — e assumir responsabilidade pelo que vem sendo alimentado.O fio condutor é disciplina emocional e limpeza mental: sair do juiz interno (certo/errado, culpa, pecado, carma), interromper pensamentos que esmagam e trocar por um estado de autoconsideração (“eu sou só coisa boa”). A ideia final é prática e dura: um minuto de atitude no presente muda o rumo, porque o que destrói é o autoabandono — e a saída é se defender de verdade, escolhendo paz e força por dentro.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Neste episódio, Luiz Gasparetto bate numa tecla central: a vida melhora quando o foco sai do “lado de fora” e volta para o universo interior. Ele critica a cultura de colocar os outros, a religião e a “verdade externa” acima do próprio discernimento — e desmonta a ideia de “vontade de Deus” como um modelo de opressão que tira poder, liberdade e responsabilidade.A virada que ele propõe é a “lei do tô”: não é pedir, rezar ou esperar — é se posicionar. Quando a pessoa entra no estado de autoconsideração, amor, prosperidade ou paz, “tudo entra junto”, porque o mundo responde ao lugar interno ocupado. O recado final é direto: parar de se diminuir, parar de viver de opinião alheia e sentar no melhor — porque “quando eu tô, tudo tá”.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Hoje é dia de suavidade — não como fraqueza, mas como coragem espiritual. A mensagem passa como símbolo de reconciliação e recomeço: a vida melhora quando há intenção de bem, quando a verdade não vira máscara social e quando a pessoa aprende que as forças do bem trabalham no sutil — na ternura, na compaixão e na paz.A direção é clara: menos guerra interna, menos julgamento, menos pedra no caminho do outro. O convite é abrir espaço para a “luz branca”, aliviar o peso do rancor, abandonar a crítica e praticar um perdão constante — inclusive por si. No fim, fica a chave: o mundo melhora quando o ser humano escolhe ser leve, construir no agora e transformar o que é rude pela alquimia do melhor.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
From the publisher's feed

303 Listeners

108 Listeners

229 Listeners

66 Listeners

45 Listeners

164 Listeners

24 Listeners

36 Listeners

25 Listeners

252 Listeners

100 Listeners

15 Listeners

2 Listeners

18 Listeners

6 Listeners