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Pergunte a uma mulher quem ela é, e ela lhe dirá quem ela ama, a quem ela serve e o que ela faz. “Sou mãe, esposa, irmã, amiga, profissional…”.
O fato de que nos definimos pelos nossos papéis é o que mantém o mundo girando. Também é o que nos torna livres e nos dá medo.
Quem somos está perpetuamente sendo tirado de nós, então vivemos com medo em vez de viver em paz. Construímos castelos de areia e então tentamos viver dentro deles, temendo a maré que inevitavelmente virá. Castelos de areia são lindos, mas não podemos viver dentro deles. Porque a maré sobe. Precisamos lembrar: eu sou a construtora, não o castelo.
Com esse trecho do livro Indomável da Glennon Doyle, introduzimos esse episódio onde recebemos a Bruna Pinheiro, para refletirmos, afinal, quem somos e como nos descrevemos?
Ele é uma ocupação, demanda tempo e dedicação, mas não é seu trabalho integral.
Chegamos em março (oi? já?)! Pois é...
E, no mês da mulher, a pauta não podia ser outra...
Mas não viemos aqui pra dar parabéns como nas imagens típicas que rolam pela timeline nesse mês homenageando, oferecendo rosas ou dizendo: você é uma super heroína.
Hoje o papo é sobre vida real, e pra isso a gente trouxe uma convidada que já rodou o Brasil viajando - detalhe: sozinha, e com pouca grana, diga-se de passagem. Aliás, hoje ela já tá construindo a sua própria morada pra compartilhar um pouco das suas histórias - que não devem ser poucas.
Nesse episódio conversamos sobre as dores e delícias de ser mulher com a Elin Godois!
Dá pra acreditar que há "apenas 10 anos" a comunicação se resumia ao email e ao SMS?
Nesse meio tempo até aqui, opções não faltaram e muito menos a vontade de conversar.
E no momento que surge um canal novo, metade tá louca pra usar, e outra não quer nem ouvir falar.
Mas, quando a galera inteira migra, não tem jeito, eu preciso ir ir pra la...Gente, até rimou?
O papo de hoje é sobre os canais de comunicação veteranos (RIP Orkut e MSN), mas também sobre as novas formas de se comunicar!
Tem gente que é de Whatsapp, tem gente que é de Telegram, e também tem o mais novo ClubHouse, que tem dado o que falar, literalmente.
"Loucura é querer resultados diferentes fazendo tudo exatamente igual", já dizia Albert Einstein (olha elas ein!!)
Voltamos no clima de início de um novo ano, que nem é mais tão novo assim, mas que marca um novo ciclo por aqui: a nossa segunda temporada!
A lista das realizações e metas pra um ano novo pode até envolver grandes objetivos, mas o foco da conversa de hoje são os pequenos (porém importantes) processos que colocamos em nossas vidas até que se tornem hábitos.
Ler mais, se alimentar melhor, aprender algo novo, começar a meditar… o tipo de coisa que queremos, buscamos e, inclusive, sabemos que só vão nos fazer bem, mas que são tão difíceis de incluir na rotina. E mais do que isso, mantê-los. Porque será?
Estamos a um hábito de distância do que buscamos, mas somos todos ansiosos e queremos tudo pra ontem (quem nunca?). Acontece que os grandes resultados dos nossos esforços são frequentemente tardios e precisam de consistência pra acontecer.
Coisas grandes são feitas de um monte de pequenas coisinhas! E é por isso que, para o papo de hoje, também fomos atrás de dicas práticas para tirar novos hábitos da lista de papel e colocá-los de vez na rotina!
Sabe aquela sensação boa de encontrar os amigos pra jogar conversa fora e tomar um drink? E que quando você menos percebe, acaba virando uma pauta infinita de assuntos do tipo, "meu deus, como a gente veio parar aqui?"
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Beba com moderação, mas ouça sem nenhuma!
O fim de ano tá diferente, né?
Bom, 2020 foi, no mínimo, peculiar.
E quando menos esperávamos, já começamos a ver decoração de Natal nos supermercados, ou melhor, nos posts patrocinados do Instagram.
E é claro que a gente nem tinha terminado tudo que tínhamos pra fazer - como acontece em todos os anos.
Pandemia comendo solta lá fora, e nesse clima de ano atípico, a única certeza é de que não temos certeza de nada, e que a maior meta das nossas vidas pra 2021 é uma só: a vacina.
Nessa vibes fim de ano que chegamos no último episódio do Gincast (mas calma, ano que vem tem mais!)
Um pouco de retrospectiva de cá, um tanto de metas de lá… e como as expectativas não estão muito altas, nos resta entregar pro Universo (e pra nova era de aquário que vem aí) pra ter uma pontinha de esperança de que dias melhores virão. Vem fazer esse balancinho de encerramento com a gente!
Os dias de glória (leia-se descanso) chegaram por aqui! E já que não somos obrigadas, é hora dos refrescos! Nos vemos no ano que vem com ainda mais reflexões regadas a gin.
Todo mundo sabe que açúcar em excesso faz mal, afinal, avisos não faltam por aí. Mas muita gente não tá afim de eliminar das receitas esse vilão disfarçado de bonzinho.
Acontece que o paladar acaba se acostumando com um único sabor extremo e, por conta do vício que ele gera, o organismo pede mais, todo dia, a toda hora. Ou vai dizer que você nunca sentiu vontade de comer um doce depois de algo salgado? Ou vice versa?
Por falar nisso, não poderíamos ter esse papo sem falar do sal, outro ingrediente que vai bem nessa linha. Com uma infinidade de sabores, porque tendemos a nos limitar a dois extremos?
E já que prevenir é muito melhor do que remediar, convidamos pra esse papo a Nutri Carol Nascimento pra nos dar algumas dicas e contar como uma alimentação mais saudável e sem extremismo não é um bicho de sete cabeças.
Afinal, alguns hábitos podem ser mudados antes que algo maior nos obrigue - sim, nós sempre falamos que não somos obrigadas, mas com saúde não se brinca. Você já parou pra refletir porque será que é tão difícil largar esses hábitos? Nós sim, e você pode ouvir dando play agora.
A luta contra o preconceito racial existe há muito tempo, mas nos últimos anos o assunto tem, finalmente, tomado uma proporção maior. Sabemos que o que a gente faz ainda é pouco e que o caminho é longo, mas fica ainda mais difícil combater aquilo que não é discutido, ou ainda pior, que é ignorado.
O despertar nessa luta requer desafios para aqueles que passaram a vida sem questionar o sistema de opressão racial, mas imagina então pra quem é oprimido e sofre todos os dias com isso?
À essa altura, você já deve saber que não basta não ser racista, é preciso ser antirracista. Então bora discutir formas de colocar isso em prática, começando pela nossa bolha, e nos pequenos momentos do dia a dia?
Nesse episódio, conversamos com a Lu Daltro, que vem desempenhando um importante trabalho através de seu conteúdo e de suas falas, para tornar a pauta racial mais acessível, porque necessária ela já é.
A todo instante somos recompensados com breves sinais, sons de alerta, telas acendendo e notificações piscando.
Que atire a primeira pedra quem nunca postou uma foto e ficou ansioso(a), de olho no celular e torcendo pra bater um ranking de curtidas - que nem sequer existe.
Sem perceber, estamos todes viciados. Afinal, é muito fácil ser seduzido, e fazer parte da cultura de aprovação tão presente nas redes sociais. Como se números definissem quem somos... isso é tão Black mirror!
Se você trabalha com internet, aí que fica ainda mais tentador olhar a todo momento para as métricas e esperar validações externas. Além de sentir a pressão da exigência de mais e mais conteúdos, para continuar nessa maratona que não tem um vencedor ou uma vencedora.
Mas o fato é que likes não pagam boletos. Um like não te define, seu feed não te define, um follow não te define… Você é seu próprio lar!
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