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Já estamos acostumados a ver inúmeras ações da campanha que transformou uma simples cor, em um símbolo de luta e prevenção: o Outubro Rosa. Mas por maior que seja o engajamento e a conscientização, os casos ainda são altos.
Se deparar com um câncer é sim um grande desafio e, no fundo, a mulherada sabe o que precisa ser feito para prevenir ou, pelo menos, descobrir o quanto antes. Mas se quem procura, acha, também pode achar a cura! E quanto antes for iniciado o tratamento, maiores são as chances.
Não há nada como ouvir alguém que já passou por essa luta, para entender a importância disso. Por isso, recebemos nesse episódio a Raquel Trevisan, que é mais uma das milhares de mulheres que relata a sensação após o diagnóstico: perder o chão. Ela reforça a importância de manter os exames em dia, mas mais do que isso, de quebrar alguns tabus que envolvem o câncer de mama, para nos lembrar que, de fato, estamos todas sujeitas.
“Eu não gosto do meu corpo, não gosto dele quando eu engordo, não gosto das minhas celulites, da minha flacidez, e de nenhuma dessas marcas…” Alguma dessas frases já passou pela sua cabeça?
Bom, desculpa aí, mas vamos ser sinceras: seus problemas estéticos só existem porque o mercado precisa vender soluções para você.
Em um mundo de filtros de Instagram, consumo e aparências, sentimos a necessidade de construir um novo olhar sobre o corpo feminino, tão julgado, mistificado e culpado.
E, independente de gênero, também ajudar na quebra de alguns pensamentos tão arcaicos sobre corpos e padrões, que confessamos, até nós mesmas já reproduzimos.
Pra isso, tivemos um papo descontraído e super importante com a Luiza, que compartilha no Instagram sua jornada de auto aceitação baseada nos pilares do corpo livre, do amor próprio e da autoconfiança.
Os padrões que lutem, porque a partir de agora nós é que estamos correndo à frente deles!
“Me dê um chimarrão de erva boa, que o doce desse amargo me faz bem…”
É, o nome desse podcast é inspirado no Gin, mas se tem uma bebida que faz parte das nossas vidas há muitos anos é o chimarrão.
A hora do mate é sagrada pra muitos gaúchos, mas ainda é um pouco difícil atravessar fronteiras, tanto físicas quanto culturais.
Então, aproveitamos a semana em que se comemora o Dia do Gaúcho, pra desmistificar algumas crenças e tirar dúvidas que existem a respeito do mate. Aliás, todo chimarrão é um mate, mas nem todo mate é chimarrão, você sabia?
Podemos garantir que até quem está acostumado vai se surpreender com o mundo de possibilidades que existe em torno dele.
Há uma série de tipos, formatos, aromas e sabores pra conhecer. Por isso, contamos com a colaboração e o conhecimento do pessoal da @mateinbox, que produzem experiências e conteúdos geniais sobre a bebida à base de erva mate.
Esquente a água, pegue sua cuia e se prepare, porque se tem uma coisa que você vai ficar, é com vontade de tomar um chimas depois de ouvir esse episódio!
Se ter 8 horas de sono por noite é um sonho de princesa pra você, fica tranquilo(a), você não está sozinho(a)!
A dificuldade em ter uma boa noite, sem insônia ou pesadelo, já vinha atrapalhando a vida de muita gente há um bom tempo. Adicione uma pandemia no meio, e as noites mal dormidas viraram pauta constante na quarentena e, consequentemente, vieram parar na nossa conversa.
Uma noite mal dormida prejudica o desempenho em atividades super importantes, e no fundo, no fundo, a gente sabe o que precisa fazer pra mudar isso... Então, enquanto o sono não vem, aproveita pra escutar o episódio de hoje, onde comentamos as boas práticas e rituais do sono perfeito, e também algumas manias da hora de dormir.
Muitos seguidores nas redes sociais, reconhecimento e nome famoso. “Pra ele/ela é fácil, né?”. Talvez esse pensamento já tenha passado pela sua cabeça ao ver alguém com esse perfil. Acontece que não é bem assim…
Nossa reação ao ler o sobre o assunto pela primeira vez foi justamente esse questionamento. Quem está familiarizado com as chamadas de vídeo, já percebe do que pode se tratar, pois envolve o nome de um dos apps que explodiram de usuários nos últimos meses. A zoom fatigue, ou fadiga do zoom, nada mais é do que um novo termo "quarentener" pra explicar o cansaço motivado pelas vídeo chamadas.
Então não é por acaso que talvez você já tenha ouvido alguém falar que parece que está mais cansado ficando em casa, do que antes. Acontece que estamos tendo que prestar atenção em coisas que, no contato presencial, fazemos sem perceber, e isso tem causado esgotamento.
Se você faz home office, vai se surpreender com os micro motivos que provavelmente estão inseridos na sua rotina enquanto os dias de glória não chegam (leia-se: vacina).
Se ainda não faz, é bom já ir se acostumando, porque é algo que veio pra ficar. Por isso falamos também sobre as possíveis explicações e complicações que o tempo diante da tela causa, e claro, algumas soluções pra lidar com isso.
“Eu não deveria estar neste lugar, nem fiz nada de extraordinário. Aliás, qualquer um que fizesse o que eu fiz, poderia estar aqui. Foi sorte eu ter conseguido!” Se essa conversa te soa familiar, saiba que você não está sozinho. Trata-se de um problema mais comum do que parece, e que tem um nome bem específico: a síndrome do impostor.
Pessoas que passam por isso costumam sentir que são uma farsa, e que poderão ser desmascaradas a qualquer momento. Já dá pra imaginar a quantidade de complicações que isso pode causar, não é mesmo?
Para pra pensar: quantas vezes você já se viu justificando elogios que recebeu, ao invés de simplesmente agradecer? O fato é que não somos ensinados a lidar com o sucesso, e costumamos enaltecer tanto esse lugar idealizado, que quando chegamos lá, parece que não somos dignos, não merecemos.
No episódio de hoje, refletimos sobre essas sensações e debatemos a respeito de práticas que podem nos ajudar a seguir com mais leveza o caminho do sucesso e da felicidade.
Muitos já sabem desde cedo (ou acham que sabem). Outros, nem fazem ideia e acabam escolhendo na pressão. Decidir o que fazer para o resto da vida é uma das primeiras grandes decisões que precisamos tomar, geralmente em meio a uma série de grandes mudanças e cobranças que nem sabemos de onde vêm.
Aliás, com o tempo descobrimos que essa não é uma decisão definitiva, e que o “resto da vida” é subjetivo. Se nós mudamos, nossas escolhas também podem mudar.
O fato é que a gente não nasce sabendo bem o que quer, somos um mix de vários gostos, características, talentos, habilidades... e por isso fica tão complicado decidir uma coisa só. O que ninguém nos conta é que isso pode ser bom também!
Coincidência, ou não, na semana em que é comemorado o Dia do estudante, o papo das veteranas aqui (que fizeram aniversário há pouco tempo e já se consideram anciãs dando conselhos aos mais xóvens kk) é sobre escolhas, carreira, profissão e a saudosa época do vestibular.
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