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Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Depois do amor, o ódio é a força mais poderosa do mundo. Serve de horizonte para muitos desejos, inspirou poemas, planejou guerras, transformou em inferno muitas vidas. Para os gregos antigos, o ódio e sua consequência, a vingança, se constituíam no mais doce dos prazeres, na suprema realização do homem. Mas o ódio faz mal à saúde.
Para os cristãos, perdoar é um compromisso de Fé. A ciência, agora, vem confirmar que Deus tinha razão. E, do alto da cruz, Jesus nos deu uma monumental lição, perdoando seus algozes e rezou por eles: “ Pai, perdoai-os porque não sabem o que fazem” ( Lc,23,34) De resto, a vida é muito curta para desperdiça-la com o ódio. Deixe espaço para o perdão, o amor e a paz.
Frei Aldo Colombo
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Em agosto de 1918, um saveiro estava sendo puxado por um rebocador no Rio Niágara, quando o cabo arrebentou. As fortes correntezas logo conduziram o barco em direção às cataratas. Quando estava prestes a cair, o barco encalhou em algumas rochas bem acima das quedas.
Os dois homens que estavam a bordo foram salvos apenas no dia seguinte. Eles passaram uma noite de terror, pois esperavam, a qualquer momento, despencar para a morte.
Isso aconteceu há mais de 100 anos e o velho barco continua lá, no mesmo lugar, até hoje. Jamais aconteceu a queda prevista.
Respire fundo e siga em frente! O que está consumindo suas forças atualmente? O que tem tirado horas de seu precioso sono e da sua paz?
Não conseguimos passar um dia de nossas vidas sem ter pendências a serem resolvidas. São pequenos contratempos, probleminhas e até problemões. Em maior ou menor grau, são desafios que devemos encarar com a cabeça erguida, com coragem e com fé.
Acreditar que haverá uma saída é o primeiro e mais sábio passo para encontrá-la. Crer que haverá solução é o início da resolução do problema.
Por outro lado, se você se desesperar, achar que não tem saída e que, mais cedo ou mais tarde, você será derrotado, a saída ficará cada vez mais longe.
Como na história com que abrimos a mensagem, você pode estar se sentindo sozinho em uma embarcação encalhada à beira de uma queda d’água, prestes a se encontrar com a derrota. Já me senti assim em algumas fases de minha vida.
Às vezes as coisas se tornam tão turvas que não conseguimos enxergar um palmo à nossa frente – mas as respostas estão todas ali. As soluções estão na nossa cara. O desespero é que faz com que o problema aumente.
Nas empresas, quando uma equipe está aflita com tantos incêndios para apagar, normalmente, fazem o contrário: alastram mais ainda o fogo. O mais sensato é reunir a equipe, deixá-la segura, mapear o problema, discutir as soluções e, com liderança e planejamento, traçar a “rota de fuga”.
Vá fazer uma caminhada, uma corrida ou algo que goste de fazer sozinho. Respire fundo, reflita com calma a respeito do seu problema. Simule alternativas, pense em situações, incluindo as mais improváveis.
Às vezes, ao imaginar o que pode acontecer de pior e ir “voltando”, como se fosse uma realidade virtual, você encontrará atalhos para que sua trajetória seja menos dolorida.
Acredite: você vai sair dessa!
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Quando falamos em baixa autoestima a primeira coisa que vem à cabeça é alguém que está insatisfeito com sua aparência. Porém, a baixa autoestima não se refere apenas ao sentimento de insatisfação e inferioridade em relação à aparência física, mas esse sentimento compreende muitas outras áreas da vida.
A baixa autoestima está intimamente ligada à dificuldade de autoaceitação e à falta de autoconhecimento. Pessoas inseguras geralmente possuem dificuldade em aceitar os próprios erros e não conseguem reconhecer e valorizar seus potenciais. Podem não se sentir capazes de realizar algumas coisas e, consequentemente, acabam perdendo muitas oportunidades de crescimento em diversas áreas da vida.
Esses comportamentos podem variar de pessoa para pessoa, mas alguns sinais são comuns, como:
• Hábito de sempre encontrar culpados para seus problemas ou erros
• Culpar-se por todos os problemas que acontecem
• Dificuldade em aceitar as próprias limitações
• Timidez em excesso
• Medo da rejeição
• Busca constante por elogios e reconhecimento alheio
• Falta de confiança em si mesmo
• Tendência à procrastinação e preguiça
• Comparar-se com outras pessoas excessivamente
• Competitividade em excesso
• Sensação de incapacidade
• Necessidade de inferiorizar as pessoas
• Dificuldade para reconhecer as próprias vitórias e conquistas
O grande mal da baixa autoestima é que a condição afeta não apenas o jeito que corpos são vistos e aceitos, mas como enxergamos nosso lugar na sociedade. Por exemplo, pessoas com dificuldades em aceitar suas características físicas podem não se achar dignas de determinada vaga de emprego apenas porque seu corpo está fora dos padrões, assim como aquelas que tenham pouca confiança em sua capacidade intelectual, pois não se consideram inteligentes o suficiente para ocupar aquela posição.
Para fortalecer sua autoestima é fundamental olhar para si mesmo e se aproximar de sua essência. Evite se criticar em excesso e se condenar o tempo todo por suas falhas e dificuldades. Cuidado com o perfeccionismo e com a necessidade de ser sempre melhor e de agradar o tempo todo. Pessoas são diferentes: a vida de ninguém é perfeita e é normal não ser capaz de agradar a todos.
Quando você foca nos aspectos negativos da sua vida, a insegurança e ansiedade estarão te esperando na próxima esquina. Por isso, pense nas suas qualidades e potenciais e faça o melhor uso deles!
É muito mais simples recordar os momentos em falhamos do que aqueles em que obtivemos sucesso. Isso é um erro. Não trate a sua conquista, mesmo que seja algo simples, como algo trivial ou sem valor. Conquista é conquista e você deve se orgulhar delas. É normal se sentir inseguro, mas lembre-se por tudo o que já passou e orgulhe-se da sua trajetória.
Aprenda a questionar seus pensamentos e crenças: será que você precisa mesmo ter aquele corpo sequinho, todo malhado e curvilíneo para conquistar algo em sua vida? Será que você precisa mesmo daquela amizade que só te faz mal? Perceber quais dessas crenças o impedem de avançar e entender a si mesmo é fundamental para restaurar a autoconfiança e a autoestima.
Uma dica para este novo dia: valorize quem você é, sua história, seu jeito e se prepare para viver um tempo novo e mais feliz.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Esses dias ouvi minha filha adolescente reclamar que seu celular estava muito lento. “Mas é um milagre!”, disse a ela. “É um milagre!”. Temos, pela primeira vez na história, todo o conhecimento humano no bolso. Todos os filmes, os livros, as óperas, a mitologia grega, todos os discursos inspiradores, toda a Barsa no nosso bolso! É um milagre! Não importa se demora mais três ou quatro segundos para acessar uma informação. É um milagre! É incrível! É espetacular! Ela me olhou séria. Perguntou o que é Barsa.
Para fazer palestras por todo o Brasil pego aviões. Aviões são estruturas de aço que voam. São maravilhosas estruturas, inexplicáveis, que têm a capacidade de atravessar oceanos. Eu sento em uma poltrona, vejo o nascer do sol por cima das nuvens, a equipe de comissários me oferece um suco.
Ouço o casal da poltrona de trás reclamar. “Isso aqui está cada vez mais apertado!”. Um senhor de terno se queixa pois acabou o sanduíche de peito de peru. “Agora temos apenas sanduíche de presunto”, lhe avisa a atendente, gentilmente. Todos os passageiros parecem estar irritados com algo. “Mas é um milagre!”, tenho vontade de gritar. “Você está em uma POLTRONA! NO CÉU! TOMANDO SUCO!”, tenho vontade de dizer.
Voltando pra casa de Uber, o pôr do sol estava incrível. Tenho medo de comentar com o motorista, vai que ele acha que eu sou uma dessas figuras zen, um hippie deslumbrado com algo trivial. Mas é um milagre: todo dia uma pintura diferente no céu. Todo dia um rosa, roxo, um laranja deslumbrante. Não importa como foi seu dia, não importa quão cansativa foi a sua semana. Ali está uma pintura de presente. Você pode reclamar do chefe, do trânsito, da vida. Mas a própria vida é um milagre. É um milagre que ninguém percebe.
Autor: Marcos Piangers
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