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Nada mais inquietante do que não saber onde ir. Quando olhamos as estradas e caminhos que se apresentam diante de nós e nos faltam as forças para seguir por esse ou aquele, falta coragem, motivação e nossa maior vontade é nos abandonar.
Pior, muito pior, é conhecer as respostas e, ainda assim, sentir o desânimo da caminhada nessa estrada que parece nunca ter fim. O conhecimento, todas as teorias que vamos acumulando em nós, não nos servirão de nada se não os colocarmos em prática.
É como ter livros de receitas guardados em gavetas. Tudo parece delicioso, mas se nos faltam os ingredientes e a coragem para juntá-los, continuarão fechados.
Prático, muito prático é ter alguém que faça por nós. Mas a vida, os amigos e a família não são muletas. Eles são nossa força e nossa alegria. Porém, precisamos aprender a andar por nós.
É necessário pegar as rédeas da própria vida, ter o controle, a direção. Há coisas que ninguém pode fazer por nós e viver está entre elas. E viver no sentido real, sentir na pele e na alma os acontecimentos que movimentam o mundo, os doloridos e os que nos encantam.
Fechados em casa, limitados pelas paredes e pelos sofrimentos, vamos nos afundando num poço sem fundo, do qual será muito difícil nos levantar. É preciso reunir a coragem e a força, misturar a alegria de viver com o sonho de se chegar a algum lugar, dar passos e abrir os braços à vida.
Aprendemos com os outros, mas não podemos contar que farão as coisas por nós. Suas vidas nos servem de exemplo, mas não nos fazem viver suas experiências. Estas são, com tudo o que elas trazem ou podam, nossa quota.
Se a vida tiver que te transformar, que seja então em alguém melhor.
Não há melhor momento que o de agora para se pegar as rédeas da vida e dirigi-la. O ontem passou e o amanhã está adiante... Ame-se o bastante para construir seu abrigo. Creia, muitos são os que precisam da sua sombra e bem-aventurado é o homem que, assinando sua obra dá de si, a si e aos outros.
E, do Alto, Deus vê e te dá forças para dar conta da própria vida.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Em algumas modalidades esportivas, disputadas numa série de jogos, as normas permitem descartar um dos resultados. Naturalmente, cada jogador ou equipe descarta o pior resultado e isto beneficia a contagem geral dos pontos. No final da competição, o pior resultado desaparece. É como se nunca tivesse existido.
A vida pode ser comparada a uma longa competição, porém nenhum resultado pode ser descartado.
Tudo o que é nosso permanece.
É muito fácil assumir os êxitos e, até, aumenta-los. Porém existe a tendência de ignorar os maus resultados para justificar o fracasso ou acusar os outros. Nem por isso, os maus resultados desaparecem. Podemos varrer a sujeira para debaixo do tapete, mas ela permanece.
A atitude mais inteligente não é ignorar os piores resultados, mas assinar um tratado de paz com eles. Não brigue com o passado, você nunca vai ganhar.
A pessoa madura é aquela que sabe integrar todas as situações, os bons e maus resultados, evitando o otimismo cor de rosa ou o negativismo que deprime. Tudo o que aconteceu em nossa vida é nosso. É definitivo. Não podemos apagar qualquer gesto de nossa biografia. Podemos, isto sim, dar-lhe um colorido diferente.
O erro faz sentido quando nos ensina alguma coisa. A partir dai poderemos agrupar nossas forças e partir para a desejada conquista. Só o que é admitido é redimido, lembravam os mestres medievais. A vida dos santos e heróis é marcada também por fatos negativos.
Pelé, um dos maiores jogadores de futebol da história, não foi aprovado em testes para jogar no Corintians. Thomas Édison fracassou cerca de duas mil vezes antes de inventar a lâmpada. Abraham Lincoln passou por uma série de fracassos familiares, econômicos e políticos antes de se tornar Presidente dos Estados Unidos.
As grandes personalidades não descartaram o pior resultado. Fizeram dele um ponto de partida. Aprenderam com seus erros, prepararam-se melhor e venceram.
Nossa vida pode ser comparada a um livro. Cada dia escrevemos uma página. Não podemos apagar nenhum erro, rasurar uma página, muito menos, rasgá-la. No final da vida, Deus olhará apenas para a última página. Ele não vai nos perguntar pelo pior resultado, mas vai querer saber se lutamos até o fim.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Este episódio fala sobre como reagimos ao que passou, ao que já vivemos. O que já lhe aconteceu não vai definir o seu futuro, essa é a sua função.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Este episódio fala sobre casamentos e sobre a renovação do casal dentro do matrimônio.
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