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Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Recém-contratados, Francisco e Jonas participavam do processo de integração, e enquanto visitavam as diversas áreas da empresa, Francisco aproximou-se de Carlos, um antigo funcionário, e perguntou-lhe:
– Amigão, que tipo de pessoas trabalha aqui?
– Que tipo de pessoas trabalhava na empresa de onde você vem? – replicou Carlos.
– Ah! Pra ser sincero, era um grupo de egoístas e folgados. Eu estou muito satisfeito por ter saído de lá.
E Carlos respondeu:
– Poxa, sinto dizer, mas o mesmo tipo de pessoas você encontrará por aqui.
Carlos então olhou para Jonas, que observava calado a conversa, e perguntou:
– E você? Que tipo de pessoas trabalhava na empresa de onde você vem?
– Ah senhor, um grupo extraordinário de pessoas. Gente amiga, honesta, trabalhadora. Fiquei muito triste por ter que deixá-las, mas a oportunidade de trabalho aqui é bem melhor.
E Carlos então respondeu:
– Fico feliz por você, porque o mesmo tipo de pessoas você encontrará por aqui!
Ao escutar a conversa, Francisco, inconformado, comentou:
– Como é possível o senhor dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
E Carlos respondeu:
– Cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo.
É claro que cada lugar carrega características diferentes e alguns ambientes podem apresentar condições melhores que outros. Mas esta história é fiel à vida real: quando não se está bem, quando só a erva amarga do queixume é cultivada, nenhum lugar presta.
Às vezes, o que precisamos não é mudar de ares, é nos transformarmos de dentro pra fora.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Jair Menezes Rosa está sendo representado pelo advogado Mateus Porto e, segundo o profissional, nega as acusações feitas e diz que pretende provar em plenário, na próxima sexta-feira.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Na África, todas as manhãs, a mais lenta das gazelas acorda sabendo que deve conseguir correr mais depressa do que o mais rápido dos leões se quiser se manter viva.
E, todas as manhãs, o mais lento dos leões acorda sabendo que deve correr mais depressa do que a mais rápida das gazelas, se ele não quiser morrer de fome.
Geralmente, as pessoas assimilam esse provérbio ao fato de terem que se mover. Se diz assim: “Não faz diferença se você é a gazela ou o leão, quando o sol nascer, comece a correr!”.
Além desta interpretação e outras tantas que esse provérbio pode trazer, a versão que quero dividir hoje é a diferença da motivação externa e interna. O leão é movido pela fome, seu instinto de sobrevivência faz com que ele acorde e corra atrás do que deseja. Para que sua espécie sobreviva ao longo dos anos, ele precisa ser eficaz em sua missão todos os dias e é por este motivo que ele corre.
A gazela, por outro lado, se move em reação ao movimento do leão. Se o leão não correr, ela pode seguir a vida tranquilamente. A maioria de nós tem a motivação externa como a gazela: só produzimos se o chefe mandar, só nos aperfeiçoamos se a empresa exigir, só nos dedicamos com afinco se cobrados. Somos movidos por uma força externa.
Já os profissionais que possuem motivação interna, como um leão, não precisam que alguém os supervisione 100% do tempo para entregarem seus resultados. Não esperam a empresa exigir um conhecimento, porque ele se antecipa e corre atrás para se aperfeiçoar. Em resumo, um profissional leão, fará o que precisa ser feito, com ética e empenho, sem precisar de fatores externos.
Em vários dos papéis que ocupamos em nossas vidas, podemos enxergar leões e gazelas. Qual dos dois perfis você é na empresa em que trabalha? No seu casamento? Na sua relação com seus pais? No seu papel como cidadão? Na sua vida espiritual?
Um bom exercício para saber qual dos dois você tem sido, é perceber o quanto você é cobrado em seus núcleos de relacionamento. Se você faz as suas tarefas ou obrigações depois de receber uma cobrança, está mais para o perfil gazela. Já se você busca sempre realizar suas obrigações com empenho, ética, eficácia e no prazo, parabéns, você é um leão.
A cada amanhecer, você vai ter que correr. A questão é como você vai fazer isso: como um leão ou como uma gazela?
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