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Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Diz a Bíblia que, enquanto o povo de Israel atravessava o deserto em busca da terra prometida, Deus enviava diariamente o maná dos céus. Não enviava por uma semana ou por um mês, mas a cada dia. Não demais, nem de menos, mas a justa medida para que se sentissem saciados. Mas as pessoas só reclamavam daquilo que Deus lhes dava. O que fez o povo se perder foi a insatisfação, o querer mais do que lhes era dado para cada dia, a desesperança da promessa Divina de que chegariam à Terra Santa. Viviam a cada instante sob a graça de Deus, mas parecia insuficiente, porque olhavam demais para trás, queriam avançar o que estava por vir e se esqueciam de olhar para o Alto.
Nós nos comportamos da mesma forma. Olhamos sempre para o lado, para os outros, para o que acreditamos que nos falta e o que possuímos, que é real e palpável, passa despercebido. Deus nos dá o milagre do sol a cada dia, mesmo se ele se esconde atrás das nuvens, e nos esquecemos de que ele está lá. Deus nos deu Jesus e o resgate das nossas almas, mas ainda assim nos perdemos em lamentações.
Aprenda a contar suas bênçãos e nutra-se delas. Se o seu copo parece meio vazio, encha-o com as esperanças do seu coração e a fé que move os montes. Viva cada momento como se ele fosse o mais importante de todos e o amanhã Deus proverá. Pegue de cada dia o que o dia tem para te oferecer e faça o bem. Diz um profeta na bíblia: "Fui moço e agora sou velho. Mas nunca vi desamparado um justo, nem a sua descendência a mendigar o pão." Deus é sempre fiel.
Letícia Thompson
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Gostaria de falar com quem está com a esperança sufocada. Com quem está decepcionado com Deus. Com quem acha que não adianta rezar.
Me senti assim quando minha mãe morreu. Quando ela ficou doente, eu já era católica há bastante tempo (de IBGE sou desde que nasci, mas de verdade, mesmo, há 21 anos). Conhecia Jesus Cristo de perto e não de ouvir falar.
Minha mãe enferma… E agora? Agora, Jesus vai curá-la! Tive certeza disso. Rezava com ainda mais fé. Procurava orações que me fizessem alcançar as graças que ela e a minha família precisavam. Aliás, não foi só eu, nós 4 lá em casa nos unimos em torno dela em oração e cuidados. Pedi ajuda aos amigos. Para mim, era questão de tempo e o socorro viria,
No dia em que o médico nos reuniu na salinha da UTI e anunciou que seria questão de horas, meu chão se abriu. Como poderia Deus não atender minha oração? Teria me faltado mais fé, mais oração? Se Ele curou a tantos, salvou a tantos, porque não fez isso com a minha mãe?
Não era justo que ela pudesse viver um pouco mais além dos seus 59 anos? Tantos sonhos queríamos realizar junto dela!
Como eu pude achar que sabia o que era melhor para minha mãe, para nossa família?
O não também é, muitas vezes, a resposta amorosa de Deus para a nossa oração.
Demorou e foi sofrido para eu entender: preciso orar por aquilo que julgo ser o melhor, mas quem sabe, de verdade, o que eu preciso é o Senhor.
Cátia Kist
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Aceitar que você não tem o controle absoluto das coisas pode deixar a vida mais leve. A sensação de controle é prazerosa, mas também mentirosa.
Por mais que você tente, não é bem assim que o mundo gira.
Dá muito mais trabalho desconfiar que confiar. Confiar é muito simples. É muito fácil. É só acreditar na palavra das pessoas. É não conferir o troco. Não pensar que alguém pode te roubar ou te passar a perna o tempo todo.
Eu comecei a confiar cada vez mais. E pude ver quanto de energia me sobrava. Desconfiar dos outros é um desperdício de energia.
Quando alguém te oferecer uma ajuda, aceite. Quando alguém te der algum presente, aceite. Coloque o aceitar como comportamento padrão. Tem gente que recusa tudo, não aceita nada e quer ser independente em tudo.
Eu sempre me importei muito com a opinião dos outros. Era uma constante na minha vida. Às vezes inconscientemente, outras vezes intencionalmente. Mas o que as pessoas iam pensar de mim sempre passava pela minha cabeça.
Obviamente que isso ocupava um espaço gigantesco na minha mente e me causava um desperdício de energia.
Hoje eu não penso no que os outros vão dizer. O que os outros pensam de mim é problema deles e não é da minha conta.
“Mas e se alguém ficar chateado ou triste com o que você fizer”?
Eu penso que se a pessoa se sentir mal com algo que eu fizer, é porque talvez ela tenha assuntos que precisa resolver com ela mesma.
E como estou consciente das minhas ações, eu sei que nunca quero o mal a ninguém. Então se uma pessoa se chatear comigo, eu me sinto tranquilo por saber que não tive a intenção e por isso, não preciso me martirizar, nem me sentir mal.
A vida pode ser mais leve! Sim, mas isso depende da forma como a gente a vê. Pequenas mudanças podem trazer a paz que tanto queremos. Dar-nos conta de que não temos como controlar as pessoas e os acontecimentos é uma delas.
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