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Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Você já reparou o quanto as pessoas falam dos outros? Falam de tudo.
Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinices. Sobretudo, falam do comportamento. E falam porque supõem saber. Mas não sabem. Porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente. Se sentissem, não falariam.
Só pode entender a dor de perder um filho, um pai ou mãe que já perdeu.
Dou esse exemplo extremo porque ele ilustra melhor.
As pessoas falam da reação das outras e do comportamento delas quase sempre sem jamais terem sentido o que elas sentiram.
A verdade é que só sabemos o que já sentimos. Podemos intuir, perceber, atinar; podemos até, conhecer. Mas, saber, jamais. Só se sabe aquilo que já se sentiu.
Então, quando for julgar a postura do outro, respire fundo. Só ele sabe o que está vivendo.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Tu vais andando com a tua xícara de café e de repente alguém te empurra fazendo com que tu derrames café por todo o lado. Por que tu derramaste o café? “Porque alguém me empurrou”, respondes.
Resposta errada!
Derramaste o café porque tu tinhas café na caneca. Se tu tivesse chá terias derramado chá. O que tu tiveres na xícara é o que vai se derramar. Portanto, quando a vida te sacudir tu vais derramar o que tiveres dentro de ti.
Tu podes ir pela vida fingindo que a tua caneca é cheia de virtudes, mas quando a vida te empurrar, tu vais derramar o que na verdade existir no teu interior.
Sempre sai a verdade à luz.
Então, terás que perguntar a si mesmo. O que há na minha caneca? Quando a vida ficar difícil o que eu vou derramar? Alegria, paciência, amor, perdão, paz, bondade, humildade?
Ou raiva, amargura, impaciência, ódio, palavras duras?
Tu escolhes!
Trabalhe em encher a tua caneca com coisas boas... Porque a vida sacode. Às vezes sacode forte. Sacode mais vezes do que podemos imaginar... Mas tu serás responsável pelo que será derramado. Não dá pra mudar as sacudidas da vida, mas o que derramar da tua caneca é da tua responsabilidade.
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Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade, um sítio, que lhe dava muito trabalho e despesa. Reclamava que era um homem sem sorte, pois as suas propriedades davam-lhe muitas dores de cabeça e não valia a pena conservá-las. Pediu então ao amigo poeta para redigir o anúncio de venda do seu sítio para publicar no jornal. Olavo Bilac, que conhecia muito bem o sítio do amigo, redigiu o seguinte texto:
"Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros, ao amanhecer, no extenso arvoredo. É cortada por cristalinas e refrescantes águas de um ribeiro. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda."
Meses depois, o poeta encontrou o seu amigo e perguntou-lhe se tinha vendido a propriedade.
- Nem pensei mais nisso, respondeu ele. Quando li o anúncio que você escreveu, percebi a maravilha que eu possuía.
Algumas vezes, só conseguimos enxergar o bem que possuímos quando pegamos emprestados os olhos de alguém ou, lamentavelmente, quando a gente perde.
Não espere perder para dar valor. Experimente olhar de longe e com sabedoria para tudo o que você tem. Foi Deus quem lhe deu.
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