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Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
É natural termos dúvidas sobre como ser, agir e até nos posicionar em determinados ambientes. Você já se viu fazendo algo só porque outros estavam fazendo também? Já ficou em dúvida sobre sua autenticidade?
Entender sobre a autenticidade te ajuda a encontrar um caminho só seu, baseado nos seus próprios valores, crenças e desejos. Um caminho leve e genuíno.
O que é autenticidade? Sabe quando você precisa ir no cartório autenticar um documento para que se prove a veracidade daquele papel? Pois é, na nossa vida pessoal é a mesma coisa.
A autenticidade é caracterizada pela genuinidade e fidelidade à verdade. Para que uma pessoa seja autêntica, ela deve entender e agir de acordo com sua própria personalidade, valores e visão de mundo.
Além disso, a autenticidade também está ligada à nossa autoconfiança e autoestima. Alguém que não acredita em si, nas coisas que gosta ou que busca continuamente se encaixar em padrões sociais, acaba deixando de lado a habilidade de ser único.
Porque é tão difícil sermos autênticos?
Não basta apenas falar para si que “a partir de hoje, vou ser eu mesmo”. Ser autêntico exige uma boa dose de autoconhecimento, para que assim tenhamos autoaceitação e autoconfiança.
Só é possível ser autêntico a partir do momento em que você passa a enxergar o real valor em ser a pessoa única que você é – ao invés de ficar se moldando para agradar os outros.
– “Mas, por que tentamos agradar aos outros?”
Pelo conflito interno que existe entre o que queremos e o que a sociedade espera de nós.
É importante se conhecer, sem máscaras e armaduras, para assim saber filtrar que tipos de influências você absorverá e como você irá influenciar os outros.
A autenticidade não se desenvolve sem autoconhecimento. Entender o que é seu, e o que é fruto do meio ao qual você está inserido durante toda a sua vida, exige curiosidade e dedicação com a sua própria história e personalidade.
Portanto, vivenciar o processo de autodescoberta e estimular o autoconhecimento é determinante para entender se você está sendo realmente fiel à você ou ao que é imposto por pressão externa.
Vantagens de trabalhar a sua autenticidade:
• Você irá experienciar conexões verdadeiras com as pessoas à sua volta;
• Terá clareza sobre quais são as suas paixões e poderá se dedicar verdadeiramente à elas;
• Não sentirá necessidade de receber uma validação externa, mas irá receber de pessoas que admiram o que você faz e quem você é;
• Terá mais tempo livre e saberá usá-lo para o que realmente lhe faz feliz;
• Consequentemente terá muito avanço no seu crescimento pessoal;
• Encontrará significado na sua jornada e na sua vida.
Parafraseando Oscar Wilde: “Seja você mesmo; todos os outros já existem!” – original: “Be yourself; everyone else is already taken.”
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Numa granja, uma galinha se destacava entre todas as outras por seu espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria. O dono, porém, estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que já a estavam copiando.
Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, e amarrou a galinha a ele, com um barbante de dois metros. O mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o fio lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. De tanto andar nesse círculo, a grama foi desaparecendo.
Era interessante ver bem demarcado um círculo em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde. Do lado de dentro, só terra.
Depois de um tempo, o dono se compadeceu da ave, pois ela, tão inquieta e audaciosa, era agora uma figura apática, sem iniciativa. Então a soltou.
Agora estava livre!
Mas, estranhamente, a galinha não ultrapassava o círculo que ela própria havia feito. Só ciscava dentro do seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se aventurar a ir até lá. E assim foi até o seu fim.
Nascemos tendo nossos horizontes como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos nossos pés fiquem presos a um chão chamado rotina. Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação.
Admiram os que têm a ousadia de recomeçar, porém, elas próprias buscam algum culpado e vão ficando dentro do seu "círculo". Criar é pôr em prática algo que não existe.
É correr o risco. Isto é fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim?
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
"Sempre soube que ela era importante para mim.
Só não sabia o quanto ela era realmente valiosa e especial.
Sempre imaginei que se um dia ela me faltasse, eu sentiria sua falta.
Mas nunca calculei o que sua falta verdadeiramente representaria para mim.
Sempre me disseram que amor de mãe é algo diferente, sublime, quase divino.
Sempre me disseram tantas coisas a respeito desse relacionamento: mães e filhos.
Tanto disseram, mas foi pouco o que eu ouvi e entendi sobre isso.
Banalizei.
Não acreditei.
Até o dia em que ela se foi.
Era uma tarde de final de primavera.
O vento brando soprava e em minha casa não havia a mais leve suspeita da dor que se avizinhava.
De repente, a notícia.
Mas não poderia ser verdade.
Não, Deus não permitiria que as mães morressem.
Não assim.
Não a minha.
Engano meu.
Era verdade.
A verdade mais cruel e mais dura que meu coração precisou encarar, enfrentar, suportar.
Ela partiu sem me dizer adeus, sem me dar mais um abraço, mais um beijo, sem me pegar no colo pela última vez, sem me dizer como fazer para prosseguir só, dali para frente ...
Simplesmente partiu.
E uma ferida no meu peito se abriu.
Ferida que não cicatriza, que não sara, que não passa.
É a falta que ela me faz.
É minha tristeza por querer seu aconchego mais uma vez, seu consolo, sua orientação segura.
Querer seu cafuné antes do meu adormecer, sua voz antes do meu despertar.
Sua presença silenciosa em meus momentos de angústia, sua mão amiga a me amparar e confortar.
Querer outra vez ouvir seu sussurro baixinho me dizendo que tudo vai dar certo e que tudo vai acabar bem.
É uma saudade que aperta meu coração e me faz derramar lágrimas às escondidas.
É uma dor de arrependimento por todas as mal-criações que fiz, pelas palavras atravessadas e rudes que lhe disse.
Arrependimento porque agora sei que mãe é mesmo alguém muito especial e porque me dou conta de que os filhos só percebem isso muito tarde.
Tarde demais, como eu".
Cuide de seus amores porque, embora eles sejam para sempre, não estarão sempre ao seu lado.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Todos nós temos um grau de ansiedade. Faz parte da vida humana e da nossa preservação, pois a ansiedade nos leva à ação, nos move, nos impulsiona. No entanto, há pessoas que perdem o controle da ansiedade e chegam a um nível doentio.
A vida passa a ser só preocupação, tensão. A pessoa não consegue relaxar, tem sensação de que algo ruim vai acontecer, medo exagerado do futuro, medo de quebrar, de falir, medo de morrer, de perder alguém. Perde-se o controle dos pensamentos, que passam a dominar a pessoa. Ela não consegue dormir, não consegue parar, não consegue ficar quieta, não consegue se relacionar direito, não consegue tirar férias. Sempre tem que estar fazendo alguma coisa. O silêncio mata, apavora. Haja unhas para roer!
Muitas mortes são antecipadas pela ansiedade. Os ataques cardíacos estão no topo da lista. Ansiosa a pessoa come muito, compra muito, bebe muito, joga muito e aí tudo de ruim acontece. Culpa de Deus? Culpa do destino? Ou culpa da própria pessoa?
Quando damos vazão à ansiedade em nossos corações, estamos cultivando o sentimento de insegurança, que é algo que não vem de Deus. Na realidade, o ansioso não confia que Deus possa agir em tal área de sua vida, ele cultiva a ansiedade em saber como será o casamento daqui a vinte anos, ansiedade por um negócio que ainda não se concretizou, ansiedade em possuir, em ter, em comprar, ansiedade em terminar aquele curso, ansiedade pelo nascimento de um filho e até ansiedade em esperar as promessas de Deus.
Como vencer a ansiedade? Creio que se optarmos em voltar a acreditar em Deus, se crermos que Ele é nosso Pai, se confiarmos que Ele cuida de nós e esperarmos em suas promessas, com toda certeza teremos um grande auxílio para vencer a ansiedade.
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