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Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Radiojornal, produzido pelas redações integradas da Rádio, Portal e Jornal Arauto. Uma equipe de repórteres focada em apresentar as notícias mais importantes da região, estado, país e mundo.
Recente pesquisa mostra porque as empresas perdem clientes. Apenas 15% dos clientes são perdidos por motivo de falecimento. As mudanças de endereço são responsáveis pela perda de 5% dos clientes. Os preços e outras vantagens conduzem cerca de 10% dos clientes para os concorrentes.
Percentual um pouco maior - 14% - é perdido pelo não atendimento de reclamações. Por fim, nada menos de 65% de clientes são perdidos porque foram atendidos com frieza ou indiferença. Em outras palavras, foram mal atendidos. Isto dá um percentual de quase 80% de clientes perdidos por mau atendimento.
Isto não vale apenas para estabelecimentos comerciais. Vale para todos os grupos que dependem do público. Alguns clientes até reclamam quando mal atendidos, mas a maioria vai embora e não retorna mais. E ainda se encarregam de falar mal da instituição, em média, para mais de vinte pessoas.
São muitas as maneiras de perder clientes. Entre elas: a apatia da pessoa encarregada de atender, o mau humor, a consulta constante ao relógio ou celular e mesmo dando a impressão para o cliente de que está fazendo um favor em atendê-lo. Outras atitudes que colocam o cliente para longe: “retorne na próxima semana, o nosso sistema de computação caiu”, ou: “o responsável está de férias, não podemos ajuda-lo no momento...”.
A solução está na atitude oposta; é preciso demonstrar ao cliente que ele é importante e uma solução será encontrada para ele. Um não, dito de maneira amigável, fará o cliente ter a certeza de que foi bem atendido e que foi levado a sério. Se possível, indicar uma ou mais alternativas.
Até nessa área Jesus foi mestre. Ele sabia atender as pessoas. E deixou uma regra de ouro: trate os outros como gostaria ser tratado; faça aos outros aquilo que gostaria que fizessem a você. Não por interesse, mas por amor...
Se você trabalha com atendimento precisa fazer o mesmo: valorizar o seu cliente e tratá-lo com amor.
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
Compacto de entrevista com a abordagem de temas pertinentes à comunidade do Vale do Rio Pardo e Taquari. A cada edição um tema relevante ou algum assunto específico de ampla repercussão
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Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e fez o alerta, mais uma vez, ao que ela lhe respondeu:
- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, pronto para encarar a ratoeira. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um grave problema e acreditar que o isso não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. É preciso mais compaixão e empatia no mundo. O problema de um pode representar, ali na frente, o problema de todos.
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