Em sua própria rede social, a Truth Social, o ex-presidente dos Estados Unidos escreveu que a comunidade judaica norte-americana deveria apreciá-lo mais, como fazem os evangélicos e os judeus israelenses. Em tom de ameaça, ele ainda cobrou uma mudança de postura dos judeus. 'Ele se irrita porque a comunidade judaica vota historicamente no Partido Democrata', destaca Guga Chacra.
A expectativa é que a decisão, mediada pelos EUA, ajude ambos os países e deixe mais segura a extração de gás na região. 'Um acordo muito difícil, levando em conta a configuração política dos dois lados; mas, acima de tudo, por envolver dois inimigos', analisa Guga Chacra. Ele lembra, contudo, que não é um acordo de paz. Ouça e saiba mais.
O aiatolá Ali Khamenei classificou as manifestações no país como 'motins' planejados por Estados Unidos e Israel, com a ajuda de 'iranianos traidores do exterior'. A onda de protestos começou após a morte de Mahsa Amini, de 22 anos, em 16 de setembro, após ser detida três dias antes pela polícia da moral em Teerã por utilizar o véu muçulmano, obrigatório no país para as mulheres, de maneira 'inadequada'. Guga Chacra traz as últimas atualizações sobre a situação no Irã.
Guga Chacra fala sobre as manifestações no Irã motivadas pela morte de Mahsa Amina, uma jovem que foi presa por não usar o véu de acordo com as regras do país; item obrigatório desde a revolução iraniana em 1979. O jornalista também fala sobre o anúncio da Rússia do resultado parcial de um referendo realizado nos últimos dias em quatro regiões ucranianas ocupadas.
Guga Chacra fala sobre o discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Ele afirma que, na ONU, as pessoas prestam atenção apenas nos discursos dos Estados Unidos, dos seus próprios países e dos líderes de nações envolvidas em grandes questões geopolíticas. 'Não tinha nenhum chefe de Estado no plenário quando Bolsonaro falou. Na sala de imprensa, os jornalistas nem sequer ouviam ou observavam o presidente, a não ser os brasileiros. O impacto do discurso do presidente Jair Bolsonaro foi nenhum fora do Brasil', aponta. Sobre o discurso, Guga ressalta os apontamentos do presidente em relação à guerra entre a Rússia e Ucrânia.
Em sua estreia no CBN Pelo Mundo, Guga Chacra relembra o episódio dos dias 5 e 6 de setembro de 1972, quando atletas israelenses de levantamento de peso, luta greco-romana e esgrima foram feitos reféns por oito terroristas do grupo palestino Setembro Negro na Vila Olímpica. Ele lembra que, na ocasião, Israel tentou enviar uma força-tarefa para resgate, mas os alemães assumiram a responsabilidade. Os esforços, contudo, foram um desastre e terminaram em um conflito que resultou na morte de onze atletas israelenses e um alemão.
Guga Chacra comentou que a vacina das empresas BioNTech (Alemanha) e Pfizer deve ser aprovada em 10 dias; logo em seguida deve ser aprovada a vacina da Moderna. Apesar disso, os Estados Unidos devem sofrer um forte aumento na curva de contágios pela Covid-19 após o feriado do Dia de Ação de Graças, que motivou o deslocamento de milhões de pessoas pelo país.
A situação é crítica: todas as regiões dos EUA estão sendo duramente atingidas pela Covid-19. Mesmo assim, o atual presidente, Donald Trump, se recusa a compartilhar informações sobre a saúde do país com a equipe de transição para a gestão de Joe Biden. Guga Chacra comenta esse cenário.
Pelo menos 74 milhões de eleitores já anteciparam os votos a seis dias da eleição nos EUA. Guga Chacra explica que, além da pandemia, outra explicação é o fato de o Partido Democrata tentar mobilizar sua base eleitoral: 'isso elimina o risco de uma notícia negativa nos dias finais da corrida'. O comentarista destaca a diferença entre as eleições de 2016 e 2020. 'A grande diferença é a pandemia, uma kryptonita para o Trump', compara. 'Se não tivesse a Covid-19, creio que Trump seria o favorito.'
Guga Chacra faz uma análise da reta final das eleições norte-americanas. Joe Biden segue à frente das pesquisas contra o presidente Donald Trump. 'Lidera nas pesquisas nacionais e nos swing states.' Amanhã acontece um debate que pode ser decisivo para uma eventual virada de Trump, mas a situação da Covid-19 que se agrava novamente no país pode ser um tema negativo. 'É o pior cenário para o Trump, afinal a condução dele do combate à pandemia é extremamente mal avaliada pelos americanos', diz o comentarista.
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A análise e os comentários de Guga Chacra sobre os acontecimentos mais importantes no mundo.