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Novo especial do Guilhotina, realizado em parceria com a Terra de Direitos, analisa a ocupação da Amazônia pelo mercado. Neste episódio conversamos sobre os impactos socioambientais da atuação de duas grandes mineradoras, a Hydro Alunorte e a Imerys Capim, em Barcarena, no nordeste do Pará. Para isso, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem Arivaldo Moraes Brandão, do Quilombo São Sebastião do Burajuba; Rosa Acevedo, professora e pesquisadora do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará; Sandra Amorim, presidente da associação da comunidade quilombola Sítio São João; Selma Corrêa, assessora jurídica da Terra de Direitos; e Aurélio Borges, coordenador administrativo da Coordenação das Associações das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Pará, a Malungu. Para mais informações, acesse: terradedireitos.org.br.
O post Ocupação da Amazônia pelo mercado #01: Barcarena e os impactos socioambientais da mineração apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o cientista político Josué Medeiros, professor adjunto do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele é um dos coordenadores do Observatório Político e Eleitoral (Opel) – ao lado de Jorge Chaloub, Mayra Goulart, Pedro Lima e Thais Aguiar -, iniciativa de três grupos de pesquisa da UFRJ e da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), que, entre outras ações, está produzindo desde maio boletins mensais de acompanhamento do processo eleitoral brasileiro deste ano. Conversamos sobre a disputa entre democracia e autoritarismo nas eleições de 2022, o fracasso da terceira via, as principais razões das intenções de voto em Lula e Bolsonaro, o impacto da PEC do Desespero e da campanha nas redes sociais, a decisiva última semana antes da votação, o peso de uma vitória petista no primeiro turno, a carta pela democracia e muito mais! Além de professor na UFRJ, Josué é coordenador do Núcleo de Estudos sobre a Democracia Brasileira da mesma universidade, membro do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFRRJ, pesquisador do Laboratório de Eleições, Partidos e Política Comparada e doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com doutorado-sanduíche na Universidade de Paris 3. Trilha: Ben E. King e Stan Applebaum, “Stand by Me” (Ben E. King, Jerry Leiber e Mike Stoller); e Courtney Barnett, “If I Don’t Hear from You Tonight”.
O post #178: Eleições 2022, um momento histórico, com Josué Medeiros apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a socióloga Flávia Rios, doutora e mestre em Sociologia pela Universidade de São Paulo, professora adjunta da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora do Afro Cebrap. Ela foi pesquisadora visitante na Universidade de Princeton e é organizadora, junto com Márcia Lima, do livro “Por um feminismo afro-latino-americano”, que reúne escritos de Lélia Gonzalez. Conversamos sobre a contribuição do movimento negro na Constituição de 1988, o processo de adoção das ações afirmativas, os resultados e os próximos desafios das políticas de cotas, a reação da extrema direita, o impacto da atual conjuntura de desdemocratização na produção de desigualdade, a relação da esquerda brasileira com a questão racial, o protagonismo do movimento negro nos protestos contra o governo Bolsonaro, a expectativa para as eleições de outubro e muito mais. Trilha: Clementina de Jesus, Geraldo Filme e Tia Doca, “Canto XIV”; e Gilberto Gil, “A mão da limpeza”.
O post #177: Raça e gênero no Brasil, com Flavia Rios apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o professor e historiador Valerio Arcary, autor do livro “Ninguém disse que seria fácil” (https://bit.ly/3J5pebn), lançado em junho pela Boitempo. A publicação reúne uma série de textos sobre a militância de esquerda no Brasil escritos em um período marcado por consecutivas derrotas, ascensão da extrema direita e perdas de direitos da classe trabalhadora. Conversamos sobre as relações que se estabelecem entre amigos, camaradas, adversários e inimigos na luta política, unidade e divisão das forças populares, a equivocada cruzada moral de parte da militância, renovação das direções, violência política e segurança das organizações progressistas, o papel de Lula e do PT, as redes sociais, eleições de 2022 e muito mais! Membro da direção nacional do Psol, Valerio é professor titular aposentado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, doutor em história pela Universidade de São Paulo e autor, entre outros, de “O martelo da história” (Sundermann, 2016). Trilha: Atahualpa Yupanqui, “Los Hermanos”; BNegão e Seletores de Frequência, “Enxugando gelo”.
O post #176: Militância e conjuntura política no Brasil, com Valerio Arcary apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o sociólogo Luiz Valério Trindade, autor do livro “Discurso de ódio nas redes sociais” (https://bit.ly/3v4MccR), lançado neste ano pela Editora Jandaíra. A obra analisa esse tipo de violência, que vitima principalmente mulheres negras, demonstrando como Facebook, Twitter, YouTube e Instagram, além de disseminar, também lucram com ela. Conversamos sobre o conceito de discurso de ódio, a formação do racismo no Brasil e a construção da identidade nacional, o padrão de beleza branco feminino, a reprodução das opressões de raça e gênero no ambiente digital, a discriminação como fonte de lucro, formas de enfrentar o discurso de ódio e muito mais. Doutor em Sociologia pela University of Southampton, Luiz pesquisa representação social de minorias étnicas em meios de comunicação em massa, análise crítica de humor depreciativo, estudos críticos étnicos e raciais e análise de discursos de ódios nas redes sociais. Trilha: Caetano Veloso e Gilberto Gil, “Haiti”; e Luedji Luna, “Um corpo no mundo”.
O post #175: Discurso de ódio e redes sociais, com Luiz Valério Trindade apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o advogado Bruno Langeani, autor do livro “Arma de fogo no Brasil: gatilho da violência” (https://bit.ly/3yvoqsT), lançado em 2021 pela Editora Telha. A obra traça um panorama da utilização das armas de fogo no Brasil e analisa os impactos na segurança pública das recentes flexibilizações da posse e do porte. Falamos sobre o poder de sedução das armas de fogo para o crime, a ineficiência de revólveres e pistolas como instrumentos de defesa, o risco de acidentes, suicídios e violência doméstica, o mercado ilegal de armas, as consequências da liberalização promovida pelo governo Bolsonaro, caminhos para reduzir a violência e muito mais. Advogado pelo Mackenzie e bacharel em Relações Internacionais pela PUC-SP, Bruno é mestre pela Universidade de York, atuou na gestão de projetos e planejamento na Prefeitura de São Paulo por oito anos e foi coordenador de Controle de Armas de Fogo do Instituto Sou da Paz, onde ocupa o cargo de gerente. Notícias citadas no episódio: “SP: Ataque em ônibus deixa ao menos 3 passageiros mortos em Piracicaba” (https://bit.ly/3ORxdKR); “Arsenal avaliado em R$ 1,8 milhão, com 26 fuzis e outras armas, é apreendido no Grajaú” (http://glo.bo/3a09adR); e “Armas do PCC apreendidas tinham sido compradas com licença para colecionador” (https://bit.ly/3NAZvrP). Trilha: João Bosco e Aldir Blanc, “Duro na Queda”; e RZO, “As armas que matam” (Helio Barbosa dos Santos e Jeferson dos Santos Vieira).
O post #174: Armas de fogo e aumento da violência no Brasil, com Bruno Langeani apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem os jornalistas Ciça Guedes e Murilo Fiuza de Melo, autores do livro-reportagem lançado em 2021 “Os motéis e o poder: da perseguição pelos agentes de segurança ao patrocínio pela ditadura militar” (https://bit.ly/3OAl7Wx). A investigação conta a história de como a ditadura militar financiou a construção e a consolidação do atual modelo de motéis no Brasil. Conversamos sobre como a expansão rodoviária favoreceu a inauguração de motéis pelo país, o modelo de hospedagem destinada ao sexo que havia até então, a contradição entre o moralismo dos militares e o financiamento desses estabelecimentos, as características únicas dessas instalações no Brasil, os motéis como palco de flagrantes promovidos pelos militares contra políticos de oposição, as mudanças promovidas na vida sexual pela expansão do setor e muito mais. Jornalista desde 1988, Ciça também é graduada em Economia e trabalhou em O Dia, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil, O Globo e na GloboNews. Murilo é jornalista desde 1991, formado em História e foi repórter do Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo. Juntos, eles publicaram em 2014 “O caso dos nove chineses” e, em 2019, “Todas as mulheres dos presidentes”. Trilha: The Bangles, “Eternal flame” (Billy Steinberg, S. Hoffs e Tom Kelly); e Alcione, “Rio antigo (Como nos velhos tempos)” (Chico Anysio e Nonato Buzar).
O post #173: Ditadura e a expansão dos motéis no Brasil, com Ciça Guedes e Murilo Fiuza de Melo apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a historiadora Ynaê Lopes dos Santos, autora do livro “Racismo brasileiro: uma história da formação do país” (https://bit.ly/3HJC2Um), lançado em junho pela Todavia. O trabalho analisa as relações sociais do período colonial até os dias de hoje, mostrando como a história do racismo é a própria história do Brasil. Falamos sobre a invasão dos portugueses e sobre como estes já escravizavam africanos antes mesmo da sua chegada, a naturalização da violência colonial e da escravização, a expansão do tráfico humano após a Independência, os motivos que levaram à abolição, a relação entre os ideais Iluministas e o racismo científico, a eugenia e o florescimento da República, a valorização da mestiçagem da Era Vargas, a precarização da formação de professores durante a ditadura militar e sua relação com o racismo, as contradições entre a ampliação de direitos e a chancela da lógica racista na Constituição de 1988 e o uso da discriminação racial como ferramenta política pela extrema-direita atual. Doutora em história social pela Universidade de São Paulo, Ynaê é professora no Instituto de História da Universidade Federal Fluminense. É autora de “Além da senzala: arranjos escravos de moradia no Rio de Janeiro (1808-1850)” e “História da África e do Brasil afrodescendente”. Trilha: Leci Brandão, “Zé do Caroço”; e Emicida, Majur e Pabllo Vittar, “AmarElo (Sample: Sujeito de sorte – Belchior” (DJ Duh, Emicida e Felipe Vassão).
O post #172: Racismo brasileiro, com Ynaê Lopes dos Santos apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem os
O post #171: A burguesia brasileira de Lula a Bolsonaro, com André Flores Penha Valle e Pedro Felipe Narciso apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com os cientistas políticos Fábio Kerche e Marjorie Marona, autores do livro “A política no banco dos réus: a Operação Lava Jato e a erosão da democracia no Brasil” (https://bit.ly/3zCp88u), lançado em abril pela editora Autêntica. A obra percorre a trajetória da Operação Lava Jato e analisa seus impactos na criminalização da política. Falamos sobre as alterações institucionais produzidas a partir da Constituinte de 1988 que permitiram o surgimento de uma operação como a Lava Jato, as medidas de exceção adotadas, o papel da imprensa e a criminalização da política, a partidarização da operação, os abalos ao sistema político como um todo, a influência nas eleições de 2018, a participação de Sergio Moro no governo Bolsonaro, o combate à corrupção pela gestão atual, as informações reveladas pela Vaza Jato e pela Operação Spoofing e muito mais! Fábio é doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo e professor do Departamento de Estudos Políticos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio); e a Marjorie é bacharel em Direito e doutora em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), instituição na qual é professora do Departamento de Ciência Política. Trilha: The Wailers, “Get up, stand up” (Bob Marley e Peter Tosh); e João Gilberto, “O pato”.
O post #170: Lava Jato e a erosão da democracia, com Fábio Kerche e Marjorie Marona apareceu primeiro em Central 3.
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