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Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o cientista político Luis Felipe Miguel, autor do livro “Democracia na periferia capitalista: impasses do Brasil” (https://bit.ly/3MSvX9n), lançado em abril pela editora Autêntica. A obra analisa a trajetória da democracia em todo o mundo e em especial no Brasil e identifica as causas e aponta caminhos para sair da crise atual. Conversamos sobre a relação entre o avanço do neoliberalismo e a redução da democracia nos últimos 50 anos, as particularidades dessa crise no Sul global, a especificidade brasileira que combinou a ampliação dos direitos sociais e políticos na Constituição de 88 com os primeiros anos de modelo neoliberal, as heranças da ditadura, os progressos e as contradições expressos na trajetória do Partido dos Trabalhadores, a inflexão representada pelas manifestações de junho de 2013, o golpe de 16, a eleição da extrema direita, o papel da imprensa, os erros da esquerda e as perspectivas para as eleições de 2022 e para 2023. Luis Felipe é doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professor titular do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasilia (UnB), onde coordena o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdades (Demodê). Entre os livros de sua autoria estão “Democracia e representação: territórios em disputa”, “Dominação e resistência: desafios para uma política emancipatória” e “O colapso da democracia no Brasil: da Constituição ao golpe de 2016”. Trilha: Juçara Marçal, “Velho amarelo” (Rodrigo Augusto de Campos); e Francisco, el Hombre, “Calor da rua”, (Andrei Martinez Kozyreff, Juliana Strassacapa, Mateo Piracés-Ugarte, Rafael Gomes e Sebastián Piracés-Ugarte).
O post #164: A crise das democracias na periferia capitalista, com Luis Felipe Miguel apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o
O post #163: Grandes mudanças no mundo do trabalho como ferramenta do capital, com Vitor Filgueiras apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com os jornalistas Bia Barbosa e Jonas Valente, autores, junto com a pesquisadora Helena Martins, do livro “Fake news: como as plataformas enfrentam a desinformação” (https://bit.ly/3rAgAKm), realizado pelo Intervozes e lançado em 2021. A publicação traça um panorama da questão da desinformação e apresenta resultados de um estudo sobre como as principais plataformas digitais lidam com o problema das fake news no Brasil. Falamos sobre o conceito de fake news, a diferença das mentiras atualmente propagadas via redes sociais para a desinformação que era espalhada antes, o impacto nas eleições de 2018 e 2020 e a expectativa para a campanha presidencial deste ano, como Congresso e Judiciário vêm lidando com o tema, a responsabilidade das mídias tradicionais, as medidas adotadas por Whatsapp, Facebook, Instagram, Twitter e YouTube, os problemas de confiar a regulação exclusivamente às plataformas, as ações de combate às fake news defendidas pela sociedade civil e como as pessoas podem contribuir para enfrentar e não ser um veículo de distribuição da desinformação. Bia é especialista em direitos humanos e mestra em Gestão e Políticas Públicas, com estudo sobre regulação de conteúdos midiáticos, pesquisa o tema da liberdade de expressão e integra o Comitê Gestor da Internet no Brasil. Jonas é jornalista especializado em tecnologia, mestre em Políticas da Comunicação e doutor em Sociologia da Tecnologia, com tese sobre plataformas digitais. É autor de diversos livros sobre mídia, regulação, internet e tecnologias digitais. Link: Coalizão Direitos na Rede (https://direitosnarede.org.br/) e síntese da pesquisa “Fake news: como as plataformas enfrentam a desinformação” (https://bit.ly/3EoYJvg). Trilha: Lauana Prado, “Zap” (Gabriel Pascoal, Lauana Prado, Lelê, Rapha Lucas e Waleria Leão); e, Erasmo Carlos, “Pega na mentira” (Erasmo Carlos e Roberto Carlos).
O post #162: Fake news e plataformas digitais, com Bia Barbosa e Jonas Valente apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o economista Daniel Feldmann e o historiador Fabio Luis Barbosa dos Santos, autores do livro “O médico e o monstro: uma leitura do progressismo latino-americano e seus opostos” (https://bit.ly/3KI6GOy), lançado no fim de 2021 pela editora Elefante. A publicação apresenta as contradições (contenção aceleracionista, progressismo regressivo e neoliberalismo inclusivo) e, principalmente, aponta os limites do progressismo que ensaia um novo ciclo na América Latina, após a onda que varreu o continente entre 1998 e 2016. Falamos sobre o que é o progressismo e suas especificidades latino-americanas e no século XXI, a crise que provocou o fim da onda anterior com a queda da presidenta Dilma Rousseff, o transformismo progressista no Equador e o progressismo monocrático na Bolívia, os significados da retomada progressista com as eleições de López Obrador no México em 2018 e de Alberto Fernandez na Argentina em 2019, a explosão de motins durante a pandemia nos países que não passaram ou tiveram experiências breves na onda rosa (Paraguai, Peru, Colômbia e Chile), as esperanças despertadas pelo processo chileno, a ascensão da extrema direita enquanto expressão dos limites do progressismo, a necessidade de ir além dele para superar a crise estrutural que paira atualmente sobre a América Latina e muito mais!
Daniel é economista pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em desenvolvimento econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com pós-doutorado no Laboratório de Sociologia, Filosofia e Antropologia Políticas (Sophiapol) da Universidade Paris Nanterre. É professor do Departamento de Economia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde tem lecionado e pesquisado nas áreas de economia brasileira e economia política.
Fabio Luis é professor da Unifesp e do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam) da USP. É autor de “Origens do pensamento e da política radical na América Latina” (Unicamp, 2016), “Além do PT: a crise da esquerda brasileira em perspectiva latino-americana” (Elefante, 2016) e “Uma história da onda progressista sul-americana” (Elefante, 2018), além de co-organizador dos livros “Cuba no século XXI: dilemas da revolução” (Elefante, 2017), “México e os desafios do progressismo tardio” (Elefante, 2019), “Fronteiras da dependência: Uruguai e Paraguai” (Elefante, 2021) e “O pânico como política: o Brasil no imaginário do lulismo” (Mauad, 2020). Trilha: Hilário Lima, “Médico e o monstro”; e Los Prisioneros, “El baile de los que sobran” (Jorge González).
O post #161: O progressismo na América Latina, com Daniel Feldmann e Fabio Luis Barbosa dos Santos apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam a historiadora Valéria Gomes Costa, autora do livro “Òminirá: mulheres e homens libertos da Costa da África no Recife (1846-1890)” (https://bit.ly/3tRuqtt), publicado no fim de 2021 pela editora Alameda. A obra reconstrói, a partir das trajetórias de vida, as experiências de libertos que conseguiram algum prestígio no Recife do século XIX e procura entender as estratégias que diversos homens e mulheres elaboraram para sobreviver aos estigmas impostos pela sociedade escravista. Conversamos sobre o Recife e o perfil de sua população na época; o tráfico de escravos para Pernambuco, terceiro principal destino do país no século XIX; a origem das pessoas escravizadas; as condições e os locais de moradia dos libertos; as características das famílias que eles formaram; as dificuldades e conquistas obtidas no mundo do trabalho e dos negócios; a relação com a hegemonia e a dominação católicas; e muito mais! Doutora em História Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), licenciada e mestra em História pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e membro da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as) e do grupo de pesquisas em relações de gênero, saúde e sexualidade da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Valéria é ativista do movimento de mulheres negras no Recife, professora do Instituto Federal do Sertão Pernambucano, onde atua no curso de Licenciatura em Física, ministrando a disciplina da Educação das Relações Étnico-Raciais, e autora de “É do dendê! História e memórias urbanas da nação Xambá no Recife (1950-1992)”, publicado pela Annablume, e co-organizadora da coletânea “Religiões negras no Brasil: da escravidão à pós-emancipação”, pela editora Selo Negro. Trilha: Gilberto Gil, “Babá Alapalá”; e Gonzaguinha, “Caminhos do Coração”.
O post #160: Mulheres e homens libertos no Brasil no século XIX, com Valéria Gomes Costa apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o jornalista Caê Vasconcelos, autor do livro “Transresistência: histórias de pessoas trans no mercado formal de trabalho” (https://bit.ly/3ia1pCE), lançado em janeiro pela editora Dita Livros. Em uma realidade em que 90% das pessoas trans e travestis recorrem à prostituição por não encontrarem outras oportunidades, a publicação reúne perfis que fugiram das estatísticas. Conversamos sobre o panorama do mercado de trabalho para pessoas trans, a cisgeneridade compulsória praticada por empresas, o impacto da pandemia para as pessoas trans que puderam seguir trabalhando de casa, a falta de representatividade, os avanços conquistados nas últimas décadas e muito mais. Caê é jornalista, nasceu em Vila Nova Cachoeirinha, região periférica da Zona Norte de São Paulo, e faz parte da Agência Mural de Jornalismo das Periferias desde 2017. Ele foi repórter na Ponte Jornalismo de 2017 até 2021 onde cobriu as áreas de segurança pública e sistema prisional e, em 2021, começou a própria agência de jornalismo, feita só por pessoas transvestigêneres, e que será lançada em abril. Foi o primeiro jornalista trans a ocupar a bancada do Roda Viva na entrevista com a vereadora Erika Hilton, em fevereiro de 2021, e também é o primeiro jornalista trans da redação da ESPN Brasil. Para saber mais: Associação Nacional de Travestis e Transexuais (https://www.instagram.com/antra.oficial/); entrevista Neon Cunha (https://bit.ly/3JYiCv6); PonteCast | As pontes de afeto e identidade entre mulheres lésbicas (https://bit.ly/3tRHwHa); PonteCast | Garantia de emprego para pessoas trans como bandeira de luta (https://bit.ly/3wVbuMx); Artigo Caê: “Prazer, meu nome é Caê Vasconcelos. Sou um homem trans” (https://bit.ly/3NAY6CO); Artigo Caê: “Sem transfake, pessoas trans são cada vez mais premiadas por seus talentos no audiovisual” (https://bit.ly/3NyYCS8); Artigo Caê: “Meu corpo político quer viver em paz” (https://bit.ly/3qNdy5f); Mães de crianças trans nas periferias falam sobre a importância do acolhimento e respeito (https://bit.ly/3iMxMrx); Apoio familiar é essencial para crianças trans crescerem felizes e livres (https://bit.ly/3qKgIXm). Trilha: Linn da Quebrada, “amor amor” (Castiel Vitorino Brasileiro e Linn da Quebrada); e Jup do Bairro “Corpo Sem Juízo”.
Esse episódio apoia a campanha #OPodcastÉDelas.
O post #159: Histórias de pessoas trans no mercado formal de trabalho, com Caê Vasconcelos apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o psicanalista Christian Dunker. Ele está lançando pela Boitempo o livro “Lacan e a democracia: clínica e crítica em tempos sombrios” (https://bit.ly/34Ixo9R), obra em que se debruça sobre os conceitos do psicanalista francês Jacques Lacan para diagnosticar o processo de corrosão da democracia em curso, especialmente no Brasil. Conversamos sobre as contribuições lacanianas para a reflexão política em nossa época, modalidades de negação da democracia, pulsão de morte e o enfrentamento da pandemia por parte de Bolsonaro, a mobilização do ressentimento e do ódio na luta política, a importância das redes sociais para a ascensão da extrema direita, políticas de identidade e como elas podem fortalecer a democracia, a disputa política no campo dos afetos para combater a atual hegemonia do medo e da culpa, a aversão ao dinheiro no campo da esquerda e a redução das desigualdades como fundamento para o fortalecimento da democracia. Christian é professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo. Doutor em Psicologia Experimental (1996) pela USP, ele obteve o título de livre-docente em Psicologia Clínica (2006) após realizar seu pós-doutorado na Manchester Metropolitan University (2003). Atualmente, coordena, ao lado de Vladimir Safatle e Nelson da Silva Jr., o Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise, e é analista membro da Escola do Fórum do Campo Lacaniano. É autor de várias obras, entre elas “Mal-estar, sofrimento e sintoma”, ganhador do prêmio Jabuti de 2016 na categoria psicologia, psicanálise e comportamento. Trilha: O Terço, “Flor de la noche II” (Cezar de Mercês); e Lana Del Rey, “hope is a dangerous thing for a women like me to have” (Jack Antonoff e Lana Del Rey).
O post #158: Clínica e crítica em tempos sombrios, com Christian Dunker apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o jornalista Leonardo Foletto, autor do livro “A cultura é livre: uma história da resistência antipropriedade” (https://bit.ly/3JdxLsc), publicado em 2021 pela editora Autonomia literária, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A obra trata da ideia de cultura livre dos gregos ao digital, passando pelo surgimento da imprensa, dos direitos autorais, das tecnologias do século XIX (rádio, fonógrafo, cinema), dos movimentos e ações de resistência ao copyright do século XX e do download livre. Conversamos sobre a cultura na Grécia antiga, as origens do plágio, a invenção da imprensa e seu impacto na propriedade intelectual, remuneração das criações artísticas, a explosão da indústria cultural, as transformações provocadas pela aparição da mídia digital, os movimentos de resistência e muito mais! Leonardo é mestre em Jornalismo e doutor em Comunicação e suas pesquisas estão focadas em comunicação, tecnologia e ativismo. Em 2011, ele lançou o livro “Êfemero revisitado: conversas sobre teatro e cultura digital”. Trilha: The Beatles, “Strawberry fields forever” (John Lennon e Paul McCartney); e Talking Heads, “I Zimbra” (Brian Eno, David Byrne e Hugo Ball).
Esse episódio apoia a #OPodcastÉDelas2022.
O post #157: A cultura é livre: uma história da resistência antipropriedade, com Leonardo Foletto apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem três convidadas neste novo episódio: a assistente social Cris Faustino, a jornalista Elisangela Soldateli Paim e a cientista política Lisbet Julca. A Elis é a organizadora e a Cris e a Lisbet são autoras de artigos do livro “Resistências e re-existências: mulheres, território e meio ambiente em tempos de pandemia” (https://bit.ly/35A1bBY), lançado em 2020 pela Editora Funilaria em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A obra, escrita por mulheres de organizações sociais e pesquisadoras, apresenta um panorama dos impactos da pandemia e das mudanças climáticas no Brasil sob uma perspectiva de raça, classe e gênero. Falamos sobre as interrelações entre as crises sanitária e socioambiental, neoliberalismo e neodesenvolvimentismo, a agenda anti-mulher e antiambiental na ascensão da extrema-direita, os retrocessos colocados em prática pelo governo Bolsonaro e seu impacto sobre as trabalhadoras e os trabalhadores, violência e desigualdade de gênero e o papel tanto das mulheres como dos movimentos sociais no enfrentamento das crises atuais. A Cris preside o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos no Ceará e é membra da equipe do Instituto Terramar e da Rede Brasileira de Justiça Ambiental e conselheira da Justiça Global. A Elis é doutora em Ciências Sociais pela Universidade de Buenos Aires e coordenadora latino-americana do Programa Clima da Fundação Rosa Luxemburgo. E a Lisbet é militante do MST, faz parte do Coletivo de Coordenação da Escola Popular Rosa Luxemburgo do MST-São Paulo, realiza doutorado em Geografia pela Unesp e atua na Rede DataLuta. Trilha: Clara Nunes, “O canto das três raças” (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro); e Grupo Semente e Teresa Cristina, “Pra que discutir com madame” (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida).
Esse episódio apoia a campanha #OPodcastÉDelas2022.
O post #156: Mulheres, território e meio ambiente em tempos de pandemia, com Cris Faustino, Elisangela Soldateli e Lisbet Julca apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o historiador Yussef Campos, autor, com Ailton Krenak, do livro “Lugares de origem” (https://bit.ly/3ttWy4z). A publicação, lançada no fim de 2021 pela editora Jandaíra, traça um diálogo entre os autores sobre a trajetória dos povos indígenas e as noções de patrimônio cultural no Brasil. Durante a Assembleia Constituinte de 1988, a redação do artigo 231 da Constituição dizia que: “são terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias à sua reprodução física e cultural, segundo seus usos, costumes e tradições e do seu patrimônio cultural”. Por uma manobra do Centrão, esta última expressão, “e do seu patrimônio cultural”, foi suprimida do texto final. Youssef explica na entrevista a importância dessa alteração e fala também sobre a participação de Krenak na Constituinte e o episódio em que pintou o rosto de jenipapo, o que significou o reconhecimento do patrimônio imaterial pela Constituição, os direitos indígenas no Brasil, o rompimento da barragem da Samarco no Rio Doce e seu impacto sobre o povo krenak que vive na região, as atuais ameaças às conquistas de 1988 e muito mais. Yussef é historiador e professor da Universidade Federal de Goiás (UFG) e autor do livro “Palanque e Patíbulo: o patrimônio cultural na Assembleia Nacional Constituinte”, fruto da sua tese de doutorado na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Trilha: Caetano Veloso, “Terra”; e Milton Nascimento, “Clube da esquina” (Lô Borges, Marcio Borges e Milton Nascimento).
O post #155: Lugares de origem: indígenas e patrimônio cultural no Brasil, com Yussef Campos apareceu primeiro em Central 3.
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