Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

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  • #144: Laboratórios da luta de classe, com Rafael Grohmann

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o cientista social Rafael Grohmann, autor do livro “Os laboratórios do trabalho digital” (https://bit.ly/3r6VRyn), lançado em julho pela Boitempo. A obra reúne entrevistas com 38 pesquisadoras e pesquisadores do mundo do trabalho e da tecnologia e procura traçar cenários do que será a luta de classes no futuro. Conversamos sobre o que é o trabalho em plataformas, a sua extensão para além dos motoristas do Uber e entregadores de aplicativo, a relação do trabalho digital com o neoliberalismo e a financeirização, o papel das plataformas na desarticulação dos trabalhadores, ideologia do empreendedorismo, o perfil dos trabalhadores digitais e a exploração de minorias, a função dos usuários dos aplicativos e as possibilidades de resistência e criação de plataformas alternativas e/ou pós-capitalistas. Mestre e doutor em Comunicação pela USP, Rafael é professor de mestrado e doutorado em comunicação na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) e coordenador do Laboratório de Pesquisa DigiLabour (https://digilabour.com.br) e do projeto Fairwork (https://fair.work), vinculado à Universidade de Oxford.

    Referências e sugestões do Rafael: Observatório do Cooperativismo de Plataforma (https://cooperativismodeplataforma.com.br); Plataformas de fazendas de clique (https://bit.ly/3r6c7jn e https://bit.ly/3xn7ouA); O chão de fábrica (brasileiro) da inteligência artificial: a produção de dados e o papel da comunicação entre trabalhadores de Appen e Lionbridge (https://bit.ly/3CNqCdT); Heteromação e microtrabalho no Brasil (https://bit.ly/3108YqA); The CoopCycle association (https://coopcycle.org/en/); Contrate Quem Luta (https://contratequemluta.com/); Inteligência artificial, branquitude e capitalismo: entrevista com Yarden Katz (https://bit.ly/3l6PDL2); AI Decolonial Manyfesto (https://manyfesto.ai/); Cooperativa Tierra Común (tierracomun.net/); Feminist AI (https://feministai.pubpub.org/); The Cleaners – Official Trailer (https://bit.ly/3nQVOoi).

    Trilha: The Sound Stylistics, “The crisis generator” (D. Glover, G. Crockett e J. Glover); e Arcade Fire, “Black mirror” (Will Butler, Win Butler, Régine Chassagne, Jeremy Gara, Tim Kingsbury, Richard Reed Parry).

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    1 hr 8 min
  • #143: A história do Conselho das Américas, com Rejane Carolina Hoeveler

    Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a

    historiadora Rejane Carolina Hoeveler, autora da tese de doutorado “(Neo)liberalismo,
    democracia e ‘diplomacia empresarial’: a história do Council of the Americas
    (1965-2019)” (https://bit.ly/3CucRAA).
    Na pesquisa, ela investigou a trajetória do Conselho das Américas (AS/COA), uma
    associação de empresas e empresários norte-americanos cujo objetivo é atuar na
    América Latina. Falamos sobre a fundação do Conselho por David Rockefeller já
    durante a ditadura no Brasil, a relação do AS/COA com os regimes militares que
    tomaram o continente nos anos 1970, a ideologia do Conselho e a difusão do
    neoliberalismo a partir da década seguinte, a sua renovação nos anos 2000 durante
    a onda progressista latino-americana, a atuação durante nas eleições de 2018
    por meio do RenovaBR, a postura crítica diante do governo Bolsonaro e muito
    mais! Rejane é mestra e doutora em História Social na Universidade Federal
    Fluminense, co-organizadora do livro “A onda conservadora: ensaios sobre os
    atuais tempos sombrios no Brasil” (Mauad, 2016) e professora na Escola de
    Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trilha: Los
    Prisioneros, “Latinoamérica es un pueblo al sur de Estados Unidos” (Jorge
    González e Miguel Tapia); e Gilberto Gil, “Marginália II” (Gilberto Gil e Torquato
    Neto).

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    1 hr 16 min
  • #142: Estado, gênero e violência, com Berenice Bento

    Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a socióloga Berenice Bento, autora do livro “Brasil, ano zero: Estado, gênero e violência” (https://amzn.to/3C5pmm7), lançado em setembro pela editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba). O trabalho reúne artigos escritos nos últimos anos que abordam as conexões entre o impeachment de Dilma Rousseff, os reiterados ataques às questões dos gêneros e das sexualidades, o aumento da miséria e a eleição de Bolsonaro. Falamos sobre a importância da categoria gênero para explicar o Brasil atual, a centralidade da família no discurso conservador, o papel da ministra Damares Alves no governo federal, heteronormatividade como alimento da violência de gênero e da transfobia e muito mais! Professora associada do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília e pesquisadora 1D do CNPq com pós-doutorado pela City University of New York, Berenice realiza pesquisas na interface de Sociologia e Antropologia, nos temas: colonialismo, estudos queer, direitos humanos e marcadores sociais da diferença. Em 2011, ela recebeu o Prêmio Nacional dos Direitos Humanos. Trilha: Nina Simone, “Four women”; e As Baías e Linn da Quebrada, “Onça / Docilmente selvagem” (Ceu, Jane Reis e Linn da Quebrada).

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    49 min
  • #141: Guerras híbridas e intervenções dos EUA na América Latina, com Ana Penido e Miguel Enrique Stédile

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a cientista social Ana Penido e o historiador Miguel Enrique Stédile, autores do livro “Ninguém regula a América: guerras híbridas e intervenções estadunidenses na América Latina” (https://bit.ly/3Eug2K2), lançado em maio pela coleção Emergências da Expressão Popular e da Fundação Rosa Luxemburgo. A obra analisa as mudanças no modo de intervenção dos Estados Unidos nos países latino-americanos, especialmente no Brasil. Conversamos sobre os diferentes conceitos de guerras híbridas, a redução no número de golpes de Estado abertos no continente, as modalidades de soft power e os mecanismos de desestabilização utilizados, a diferença entre revoluções coloridas e manifestações legítimas, a posição geopolítica atual da América Latina e a ascensão chinesa, a expectativa e os primeiros movimentos do governo Biden e muito mais! Ana é pesquisadora do Instituto Tricontinental e do Grupo de Estudos em Defesa e Segurança Internacional (Gedes) e doutora em Relações Internacionais pelo Programa San Tiago Dantas (Unesp – Unicamp – PUC-SP); e Miguel é doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, membro da coordenação do Instituto de Educação Josué de Castro e integrante do Front – Instituto de Estudos Contemporâneos.

    Trilha: O Rappa, “Ninguém regula a América” (Alexandre Menezes, Marcelo Falcão, Marcelo Lobato, Sepultura, Marcelo Yuka e Lauro Farias); e Ana Tijoux, “Somos sur”.

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    1 hr 2 min
  • #140: Transformações no mundo do trabalho, com Marcelo Gomes Ribeiro e Thêmis Amorim Aragão

    Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o economista e sociólogo Marcelo Gomes Ribeiro e a arquiteta e urbanista Thêmis Amorim Aragão, organizadores do livro “Transformações no mundo do trabalho: análise de grupos ocupacionais no Brasil metropolitano e não metropolitano em quatro décadas” (https://bit.ly/3lZUbDW), publicação do Observatório das Metrópoles com a editora LetraCapital lançada em abril. A obra, disponível para download no link acima, analisa em escala nacional as transformações pelas quais passaram quase todas das ocupações existentes no país nos últimos quarenta anos: trabalhadoras domésticas; operários da construção civil; trabalhadores do comércio; operários industriais; trabalhadores da prestação de serviço; trabalhadores dos transportes; trabalhadores agrícolas; trabalhadores do apoio administrativo; profissionais de nível médio; profissionais de nível superior; professores; trabalhadores da segurança pública e forças armadas; dirigentes e supervisores; e empregadores. Conversamos sobre os impactos do neoliberalismo no mercado de trabalho, diferenças entre o Brasil metropolitano e o não metropolitano, consequências da reprimarização da pauta de exportações, os impactos da crise econômica e do golpe de 16 no mundo do trabalho, os efeitos dessas transformações nas organizações sindicais, as condições das trabalhadoras domésticas durante os governos Lula e Dilma, as mudanças vividas pelos operários da construção civil, o papel do comércio como amortecedor social nos momentos de crise, o protagonismo político dos trabalhadores dos transportes e muito mais!

    Marcelo é professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR-UFRJ), graduado em Ciências Econômicas pela PUC de Goiás, mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás e doutor em Planejamento Urbano e Regional pela UFRJ. Atualmente, é coordenador do Núcleo Rio de Janeiro do Observatório das Metrópoles e um dos coordenadores do projeto de pesquisa Estrutura Social das Metrópoles Brasileiras e do projeto de pesquisa Economia Metropolitana e Desenvolvimento Regional: mudanças na base produtiva e no mercado de trabalho.

    Thêmis é mestre e doutora em Planejamento Urbano e Regional no IPPUR-UFRJ com duplo doutorado em Economia pela Universidade de Hamburgo, especialista em Análise Ambiental e Gestão do Território pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, pós-doutoranda no IPPUR, professora do curso de arquitetura e urbanismo do IBMEC do Rio de Janeiro e pesquisadora do Núcleo Rio de Janeiro do Observatório das Metrópoles.

    Trilha: Chico Science, “Da lama ao caos”; e Maurício Pereira, “Um dia útil”.

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    1 hr 4 min
  • #139: Nudes e exposição de mulheres na internet, com Beatriz Accioly Lins

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a antropóloga Beatriz Accioly Lins, autora do livro “Caiu na net: nudes e exposição de mulheres na internet” (https://bit.ly/3n6osAh), lançado em setembro pela editora Telha. Fruto da sua tese de doutorado, a pesquisa minuciosa analisa os mecanismos e as consequências do vazamento de imagens eróticas de mulheres na internet. Conversamos sobre as diferentes formas de captação e divulgação dessas fotos e vídeos, o perfil das vítimas e dos responsáveis, novos tipos de violência de gênero, a popularização da tríade smartphone, câmera frontal e redes sociais, a evolução dos entendimentos jurídicos sobre o tema, culpabilização das mulheres, retórica do consentimento e muito mais! Beatriz é antropóloga, doutora e mestra em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, além de Pesquisadora do Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (Numas-USP). Ela desenvolve pesquisas sobre acesso a direitos, noções e percepções de justiça em se tratando de violência contra mulheres e suas interseções com marcadores sociais da diferença e é autora dos livros “A lei nas entrelinhas: a Lei Maria da Penha e o trabalho policial” (Unifesp, 2018) e co-autora de “Diferentes, não desiguais: a questão de gênero na escola” (Reviravolta, 2016). *Trilha: Lulu Santos, “Aviso aos navegantes”; e Gilberto Gil e Os Mutantes, “Domingo no parque” (Gilberto Gil).

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    58 min
  • #138: O poder das famílias no Brasil, com Ricardo Costa de Oliveira

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o sociólogo Ricardo Costa de Oliveira, pesquisador do poder das famílias no Brasil e autor de diversos livros e organizador, entre outros, de “Família importa e explica: instituições políticas e parentesco no Brasil” (https://bit.ly/3aD3hjB), lançado em 2018 pela editora LiberArs. A obra detalha como poucas famílias dominam as instituições públicas brasileiras, dos três poderes aos tribunais de contas, cartórios, mídias, associações e entidades educacionais, esportivas, políticas etc. Conversamos sobre como são os estudos sobre as famílias no Brasil, o papel da hereditariedade na transmissão do poder, a distribuição dessas clãs pelo país, a absorção das ondas migratórias europeias pelas elites coloniais, a genealogia dos militares no governo Bolsonaro e na operação Lava Jato, o peso do Estado na manutenção desse status quo e a importância de se mexer na distribuição das heranças para a construção de uma sociedade mais justa. Professor titular e decano do Departamento de Sociologia da Universidade Federal do Paraná, Ricardo possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado em Planejamento e Desenvolvimento Urbano na University College of London e doutorado em Ciências Sociais pela Unicamp. Ele exerceu por quatro vezes a chefia do Departamento de Ciências Sociais e foi coordenador do curso de Ciências Sociais da Federal do Paraná, vice-presidente da Associação dos Professores da UFPR, conselheiro da Fundação Araucária do Paraná e coordenador de Ciência e Tecnologia do Paraná. Atualmente é coordenador do Núcleo de Estudos Paranaenses e do Grupo de Trabalho: Família, Instituições e Poder no 18º Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia. *Trilha: As Meninas, “Xibom bombom” (Rogério Gaspar e Wesley Rangel); e Chico Buarque, “Pedro pedreiro”.

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    1 hr 9 min
  • Guilhotina Feminismos #02 – Transfeminismo

    Dar espaço e visibilidade para as pautas do movimento trans é urgente no Brasil, país que ocupa o primeiro lugar no ranking de assassinatos dessa população. Além disso, é importante valorizar as contribuições do transfeminismo para os movimentos feministas. Essas colaborações rompem com o essencialismo de gênero relacionado ao órgão genital e aprofundam as pautas feministas. Nesse segundo episódio do Guilhotina Feminismos, Bianca Pyl, Laura Toyama e Samantha Prado conversam com Bruna Benevides, secretária de articulação política da  Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) sobre a importância dos dados no combate à transfobia e como a negligência do Estado para combater esses crimes faz parte de um projeto político. As contribuições do transfeminismo para as pautas feministas e a urgência de se romper com o conceito universalista de que o gênero está atrelado ao órgão sexual foram foco da entrevista com a professora Letícia Nascimento. Para encerrar o episódio, entrevistamos a ativista Neon Cunha sobre as possibilidades de construir novos caminhos para a cidadania plena de pessoas trans. Link: Conheça o trabalho da Antra, acesse https://antrabrasil.org

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    1 hr 19 min
  • #137: Horizontes amazônicos, com Bruno Malheiro

    Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o geógrafo e professor Bruno Malheiro, autor, com Carlos Walter Porto-Gonçalves e Fernando Michelotti, do livro “Horizontes amazônicos para repensar o Brasil e o mundo” (https://bit.ly/2YedLmw), lançado em junho pela editora Expressão Popular em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A obra contextualiza histórica e geopoliticamente a conjuntura da Amazônia, do período pré-colombiano ao inferno bolsonarista. Fala sobre a combinação da acumulação por espoliação com o estado de exceção na exploração da região e seus povos, a escolha pela exportação de commodities, a importância dos povos para a formação e manutenção da floresta, a colonização da Amazônia, as ações da ditadura civil-militar, a fratura do território, um balanço da atuação dos governos progressistas na região e muito mais! Professor da Faculdade de Educação do Campo no Campus de Marabá da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, Bruno possui graduação em Geografia pela Universidade Federal do Pará e é mestre em Planejamento do Desenvolvimento pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA e doutor em Geografia pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente, ele coordena o Laboratório de Estudos em Território, Interculturalidade e R-Existência na Amazônia (LaTierra). Sugestões do Bruno: Seminário com José Quintero Weir, Sentipensar com a Terra (https://bit.ly/3lhsG8y); artigo José Quintero Weir, “Da ‘virada ontológica’ ao Tempo de Volta do Nós” (https://bit.ly/3Ank2da); documentário “Pisar Suavemente na Terra”,  (https://bit.ly/2YulFsu). *Trilha: Neuber Uchoa, “Cruviana”; e Patricia Bastos, “Jeito Tucuju” (Val Milhomem e Joãozinho Gomes).

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    1 hr 13 min
  • #136: Antonieta de Barros: professora, escritora, jornalista e primeira deputada negra do Brasil, com Jeruse Romão

    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a professora Jeruse Romão, autora da biografia “Antonieta de Barros: professora, escritora, jornalista e primeira deputada catarinense e negra do Brasil”, lançado em maio pela editora Cais (https://bit.ly/3onedtS). Personagem fundamental apagada da história oficial, Antonieta viveu a vida em Florianópolis entre 1901 e 1952 e atuou como professora, tendo criado o Curso Particular Antonieta de Barros, jornalista e escritora, com atuação durante décadas nos maiores veículos de imprensa catarinense, e política. Ela continua sendo, até hoje, a única deputada estadual negra da história de Santa Catarina. Conversamos sobre o contexto de Florianópolis na virada do século XIX para o XX, o mito de que não há negros na região Sul do país, os desafios que Antonieta encontrou para estudar nesse período, a importância da família na sua trajetória, os movimentos que influenciaram sua produção jornalística e literária, a atuação legislativa e a sua importância e legado para a educação no Brasil e em Santa Catarina. Jeruse é graduada em Pedagogia, com mestrado em Educação. Foi professora da rede pública e privada e também de Ensino Superior, na Faculdade de Pedagogia da Unisul, e desde 1993 atua no campo da Educação das Relações Etnicorraciais, com ênfase na história da educação nos negros e na formulação de políticas educacionais para a rede estadual e municipais de Santa Catarina. Atuou como consultora da Unesco, coordenando no Ministério da Educação as políticas públicas de fortalecimento de jovens negros e indígenas no Ensino Médio e Superior, e organizou a publicação “História da Educação dos Negros e outras histórias” e “Africanidades catarinenses”. É coordenadora da Escola Afro Popular Leonor de Barros. *Trilha: Silvio Caldas, “No rancho fundo” (Ary Barroso e Lamartine Babo); e Escola de Samba Consulado, “Lute como Antonieta” (Conrado Laurindo e Cia.).

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    1 hr 12 min

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