
Sign up to save your podcasts
Or


Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o escritor Ricardo Lísias, autor da obra “Diário da catástrofe brasileira”, que conta com dois volume, o “Ano I: o inimaginável foi eleito” (https://bit.ly/2VfJnH4) e o “Ano II: um genocídio escancarado” (https://bit.ly/3l5JxLT), que está sendo lançado em julho pela editora Record. Os livros começaram a ser escritos na noite em que Jair Bolsonaro venceu as eleições para presidente em 2018 e acompanha o dia a dia do atual governo. Conversamos sobre as imagens utilizadas pela propaganda da extrema direita, a pulsão de morte como elemento constituinte do bolsonarismo, o poder de sedução da agenda destruidora do presidente, os erros da esquerda, os reflexos na arte da ascensão do fascismo e muito mais. Ricardo é doutor em Literatura Brasileira, com estágio de pós-doutorado na Unifesp, e criador da Família Tobias, sobre a qual escreve em várias plataformas. Idealizou “Eduardo Cunha (pseudônimo)”, autor de “Diário da cadeia: com trechos da obra inédita Impeachment”, e escreveu, entre outros livros, “O céu dos suicidas”, “Divórcio” e “A vista particular”, além dos dois volumes do “Diário da catástrofe brasileira”.
*Trilha: Dead Fish, “Messias” (Alvaro Dutra, Marcão Melloni, Ric Mastria e Rodrigo Lima); e Flicts, “E o povo onde está” (Arthur de Aguiar Covre, Jeferson Bem e Rafael de Aguiar Covre).
O post #127: Diário da catástrofe brasileira, com Ricardo Lísias apareceu primeiro em Central 3.
As crises ampliadas pela pandemia impactaram também o direito à comunicação. Em 2020, intensificaram-se as violações a direitos humanos na radiodifusão e ataques a jornalistas e comunicadores populares. O governo Bolsonaro seguiu impondo censura e proselitismo à comunicação pública, as propostas de vigilantismo voltaram à mídia e grupos sociais já vulnerabilizados foram afetados por deficiências no acesso à internet, desinformação e concentração de propriedade e de informação. Para falar sobre os resultados do Relatório Direito à Comunicação 2020, produzido pelo Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, e que estão apresentados no especial “Mídia e pandemia” (diplomatique.org.br/especial/midia-e-pandemia-a-democracia-sob-ataque/), Luís Brasilino e Bianca Pyl recebem os jornalistas Mariana Gomes, co-fundadora da Plataforma Conexão Malunga, liderança negra apoiada pelo Fundo Baobá e pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisa em Análise do Discurso da UFBA; Paulo Victor Melo, doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas e integrante do Conselho Diretor do Intervozes; e Ramênia Vieira, integrante da coordenação executiva do Intervozes.
Este episódio é uma parceria do Le Monde Diplomatique Brasil com Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. Saiba mais sobre o Intervozes em https://intervozes.org.br/
O post Guilhotina Especial Direito à Comunicação 2020, com Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social apareceu primeiro em Central 3.
O Brasil vive um momento de aprofundamento da insegurança alimentar e, para tratar desse tema, precisamos falar sobre modelos de produção. O modelo do agronegócio, além de não produzir a maior parte dos alimentos que vão para a mesa dos brasileiros, traz graves consequências ambientais e sociais. Neste terceiro episódio da série especial do Guilhotina, feita em parceria com a ActionAid Brasil e a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado, Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam Emmanuel Ponte, assessor da ActionAid; Maria Kazé, da coordenação nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA); e Francisca Maria, da Rede Bico Agroecológico. Conversamos sobre o quadro de insegurança alimentar na região do Matopiba e o agravamento da situação com a pandemia de Covid-19. Além disso, Maria Kazé e Francisca Maria relatam a rotina de resistência de produtoras da agroecologia, que produzem alimentos em um sistema que conserva não só o bioma Cerrado, como também os modos de vida dos povos e comunidades tradicionais. Para saber mais sobre os temas abordados, acesse https://campanhacerrado.org.br/.
Trilha
Abertura e encerramento: African Impression
O post Cerrado dos Povos: Saberes e Biodiversidade #03 – Insegurança alimentar apareceu primeiro em Central 3.
No último episódio da série especial Cidade livre, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem as autoras do artigo “A juventude negra vai circular”, as ativistas Lisandra Mara, Luana Costa e Luana Vieira. O texto está publicado no livro “Mobilidade antirracista” (https://bit.ly/3uItoOh), que inspira esta série. Na entrevista, elas analisam como as cidades são produzidas para corresponder aos interesses dominantes, econômicos, brancos, masculinos e adultos, as consequências para a população negra do apartheid urbano que vigora informalmente nas metrópoles brasileiras, a reação da juventude a essa situação de opressão e a mobilidade urbana como uma política de reparação.
Membra do Coletivo Habite a Política e ativista pelo direito à cidade, a Lisandra é arquiteta e urbanista da Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte (Urbel), mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisadora do grupo Africanidades BH.
Luana Costa é educadora, comunicadora popular e especialista em Direitos Humanos e Cidadania e atua como uma das articuladoras da Roda BH de Poesia e na consultoria de redes e mobilização social do Movimento Nossa BH.
E a Luana Vieira é assessora jurídica, pós-graduada em Direitos Humanos e em Direitos Difusos e Coletivos e bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG). Ela tem experiência de assessoramento técnico na administração pública no âmbito municipal, estadual e federal nos poderes Legislativo e Executivo e é membra do Coletivo Pretas em Movimento e do Núcleo Jurídico da Coalizão Negra por Direitos.
A poesia da abertura “Basta”, e a sua interpretação, é da MC Martina (@mcmartina_), rapper, poeta e produtora, que já é umas das principais vozes do cenário do slam no Brasil.
Ilustração: Juliana Del Lama. Foto: Matheus Alves.
Esta publicação foi realizada com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e fundos do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O conteúdo da publicação é responsabilidade exclusiva do Le Monde Diplomatique Brasil e não representa necessariamente a posição da FRL.
O post Cidade livre, 2ª Temp. #10 – A juventude negra vai circular, com Lisandra Mara, Luana Costa e Luana Vieira apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem as
Fabiana é professora do curso de
Francielle possui graduação em Comunicação
*Trilha: Gil
O post #126: Jornalismo, raça e gênero, com Fabiana Moraes e Francielle Mendes apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com
O post #125: Astolfo Marques e o Brasil pós-abolição, com Matheus Gato apareceu primeiro em Central 3.
Neste novo episódio da série especial Cidade livre, Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam sobre espaços de resistência com o criador do Movimento de Entregadores Antifascistas, o Paulo Lima, mais conhecido como Galo, e com a ativista e assistente social Lúcia Xavier, cofundadora da ONG Criola, organização de mulheres negras, membro do Comitê Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030 e ekedji do Ilê Omiojuaro, casa religiosa com sede em Nova Iguaçu RJ. Galo deu entrevista para a jornalista Katarine Flor para o livro “Mobilidade antirracista” (https://bit.ly/3uItoOh), que inspira esta temporada, e Lúcia escreveu para a publicação o artigo “Segregação das religiões de matriz africana dos territórios, das manifestações e da estética dos espaços públicos”. No primeiro bloco, Galo conta sobre as condições de trabalho dos entregadores de aplicativo e a construção do movimento de resistência, faz um balanço do Breque dos Apps de julho de 2020 e aponta caminhos para organizar os trabalhadores e superar o controle das empresas de tecnologia. Na segunda parte do episódio, Lúcia relata a situação das religiões de matriz africana no Brasil atual, apresenta as principais características dessas expressões e suas relações com o território e o espaço público, denuncia a violência sofrida e a atuação de igrejas neopentecostais e milicianos nessas agressões e aponta possibilidades para oferecer maior proteção às comunidades.
A poesia da abertura “Quem planta tâmaras não colhe tâmaras”, e a sua interpretação, é de Tom Grito, poeta que se dedica à poesia falada. Participou da fundação do Tagarela (2013), primeiro slam do Rio de Janeiro, e do Slam das Minas RJ (2017), primeiro slam de mulheres e LBTs no Rio de Janeiro. É um dos organizadores do Slam RJ desde 2017.
Ilustração: Juliana Del Lama. Foto: Matheus Alves.
Esta publicação foi realizada com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e fundos do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O conteúdo da publicação é responsabilidade exclusiva do Le Monde Diplomatique Brasil e não representa necessariamente a posição da FRL.
O post Cidade livre, 2ª Temp. #09 – Espaços de resistência, com Galo e Lúcia Xavier apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem, no oitavo episódio da segunda temporada da série Cidade livre, os músicos BNegão e Higo Melo. Eles deram entrevistas para o ativista Paíque Duques Santarém que foram publicadas no livro “Mobilidade antirracista” (https://bit.ly/3uItoOh), o qual inspira esta temporada. Nesse episódio, os músicos falaram sobre a relação que tiveram com o transporte ao longo da vida enquanto homens negros; o entrecruzamentos entre mobilidade, segregação e racismo; o impacto dessa estrutura nas suas criações; as dificuldades impostas pelo modelo atual de transporte para quem trabalha na noite e, especialmente, para o público; e como a música e a arte podem contribuir para reverter o cenário atual.
Vocalista da banda Planet Hemp (ao lado de Marcelo D2), BNegão foi líder do grupo BNegão & Seletores de Frequência entre 2003 e 2020. Com essas duas bandas (além de outros projetos variados) circulou por alguns dos principais palcos do Brasil e do mundo. Atualmente, o MC se prepara para novos lançamentos, entre eles seu primeiro disco solo, previsto para este segundo semestre de 2021.
Cria da Ceilândia, no Distrito federal, Higo teve em 1999 seu primeiro contrato como músico. Hoje atua em todas as áreas da música, da composição à produção de eventos, mas vive da paixão de cantar e da produção musical. Além de criar e participar ativamente da banda Ataque Beliz de 2001 a 2016, produziu e participou de trabalhos de artistas como GOG, Ellen Oléria e Zeca Baleiro. Também criou diversas trilhas sonoras de filmes e temas de festivais, como o Latinidades 2020.
Ilustração: Juliana Del Lama. Foto: Matheus Alves.
Esta publicação foi realizada com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e fundos do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O conteúdo da publicação é responsabilidade exclusiva do Le Monde Diplomatique Brasil e não representa necessariamente a posição da FRL.
O post Cidade livre, 2ª Temp. #08 – Conversas antirracistas, com BNegão e Higo Melo apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a escritora Ana Rüsche, pesquisadora de estudos linguísticos e literários e autora do doutorado “Utopia, feminismo e resignação em The left hand of darkness e The handmaid’s tale” (https://bit.ly/3qzCZ8U), apresentado na USP em 2015. Além desse estudo, conversamos sobre dois artigos da Ana que foram publicados no Suplemento Pernambuco – Jornal Literário da Companhia Editora de Pernambuco, “Margaret Atwood: de quanto o real supera a ficção” (https://bit.ly/3h3Fb5s), de dezembro de 2017, e “Pasárgada, me leva que vou com você” (https://bit.ly/3y8C025), de fevereiro de 2020. Falamos sobre o crescimento de publicações distópicas e utópicas a partir do século XX, sobre as características e as repercussões desses trabalhos, sobre por que é “mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo” e sobre as obras das escritoras norte-americanas de ficção científica Ursula Le Guin e Margaret Atwood e o interesse que elas despertam nos últimos anos. Seria por causa da crise econômica? Da ascensão da extrema direita? E como a ficção utópica pode apontar caminhos para a superação da tragédia em que estamos? Ana é uma das apresentadores do podcast Incêndio na Escrivaninha (https://bit.ly/3qBjIUE) e autora dos livros de poesia Rasgada (Quinze & Trinta, 2005), Sarabanda (Selo Demônio Negro, 2007), Nós que adoramos um documentário, (Ed. Ourivesaria da Palavra, 2010) e Furiosa (ed. autora, 2016); e dos romances Acordados (Amauta, 2007), Do amor – o dia em que Rimbaud decidiu vender armas (Quelônio, 2018), e A telepatia são os outros (Monomito, 2019), vencedor do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica, finalista do Prêmio Argos e finalista do Jabuti.
Indicações de leitura da Ana: Os despossuídos, de Ursula le Guin; Aniquilação, de Jeff VanderMeer; Estação perdido, de China Miéville; e Parábola do semeador, de Octávia E. Butler.
*Trilha: Rage Against the Machine, “Wake up” (Tim Commerford, Zach de la Rocha, Tom Morello e Brad Wilk); e Rob Zombie, “Dragula (Hot Rod Herman Remix)”.
O post #124: Ficção científica, utopia e feminismo, com Ana Rüsche apareceu primeiro em Central 3.
No sétimo episódio da segunda temporada da série Cidade livre, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o administrador público Daniel Caribé e os ativistas João Pedro Martins Nunes e Vitor Dias Mihessen. Daniel é autor do artigo “Financiamento do transporte coletivo soteropolitano: o melhor exemplo da falência de um modelo” e João e Vitor de “O pacto e o impacto dos transportes: mediocridade e mortandade na mobilidade urbana do Rio de Janeiro”, publicados no “Mobilidade antirracista” (https://bit.ly/3uItoOh), livro inspira esta temporada. Conversamos sobre a segregação espacial nas capitais baiana e fluminense, o papel da mobilidade para aprofundar essa divisão, o financiamento do transporte e o peso desse fardo para a população, a gestão privada da mobilidade, as mortes provocadas por essa privatização e segregação e os caminhos para tornar possível um transporte bom e barato.
Soteropolitano e militante do direito à cidade há quase duas décadas, além de administrador público de formação e de profissão, Daniel defendeu em 2019 a tese “Tarifa zero: mobilidade urbana, produção do espaço e direito à cidade” no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (UFBA). É pesquisador dos grupos Lugar Comum (da Faculdade de Arquitetura) e Espaço Livre (do Instituto de Geociências, ambos da UFBA) e um dos coordenadores do Observatório da Mobilidade Urbana de Salvador.
De Nova Iguaçu na Baixada Fluminense, o João é graduado em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, cofundador do Expresso 2222 Podcast e alumni do Programa de Trainee de Gestão Pública do Vetor Brasil, atuando com políticas públicas educacionais em Sergipe. Além disso, é membro do Conselho de Governança da Casa Fluminense.
Já o Vitor é de Realengo, subúrbio do Rio de Janeiro. Economista pela UFRJ e mestre em Ciências Econômicas e especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental na Universidade Federal Fluminense, ele é um dos coordenadores e fundadores da Associação Casa Fluminense.
O conto da abertura, e a sua interpretação, é da poeta-slammer, ativista e educadora social Nívea Sabino, autora de Interiorana, graduada em Comunicação Social, articuladora da Roda BH de Poesia e mulher pioneira nas competições de Poesia Falada – Slam’s, em Minas Gerais. É membra fundadora da Academia Nova-Limense de Letras e, em 2019, foi cocuradora do Festival Literário Internacional de Belo Horizonte, com a temática #NarrativasVivas, e jurada do Prêmio Jabuti 2020 na categoria Poesia.
Ilustração: Juliana Del Lama. Foto: Matheus Alves.
Esta publicação foi realizada com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e fundos do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O conteúdo da publicação é responsabilidade exclusiva do Le Monde Diplomatique Brasil e não representa necessariamente a posição da FRL.
O post Cidade livre, 2ª Temp. #07 – Financiamento e modelo de organização de transporte, com Daniel Caribé, João Nunes e Vitor Mihessen apareceu primeiro em Central 3.
From the publisher's feed