
Sign up to save your podcasts
Or


Último episódio da série “Não bote fé nas fake news” explora diferentes formas para combater a desinformação. Para isso, Bianca Pyl e Luis Brasilino conversam com Ana Regina Rêgo, professora associada do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Piauí, ex-presidenta da Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas da Comunicação e idealizadora da Rede Nacional de Combate à Desinformação. Antes da entrevista ouvimos o relato de Roseline Santana, mais conhecida como Mãe Rosa de Oxum, vítima de fake news em Vitória da Conquista, na Bahia. E, antes de terminar, acompanhamos a mensagem da nossa parceira na produção deste especial, a pastora da Igreja Presbiteriana Unida (IPU) e diretora da CESE, Sonia Gomes Mota.
A série “Não bote fé nas fake news”, parceria do Guilhotina com a CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, analisa o fenômeno da desinformação e seus impactos entre as comunidades de fé. Para entender como o fundamentalismo religioso age por meio da desinformação e quais seus objetivos políticos, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem convidadas e convidados que pesquisam, atuam e que foram vítimas dessa fábrica de manipulação. Acompanhe em cinco episódios, publicados sempre às segundas-feiras. Gravação, edição e sonorização: Rádio Tertúlia. Saiba mais em diplomatique.org.br/fakenews.
O post Não bote fé nas fake news #05: O combate à desinformação apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o filósofo Vladimir Safatle. Ele está relançando, pela editora Vestígio, o livro “Só mais um esforço: como chegamos até aqui ou como o país dos ‘pactos’, das ‘conciliações’, das ‘frentes amplas’ produziu seu próprio colapso” (https://bit.ly/3NEMxdt). Conversamos sobre a relação da conjuntura brasileira com o contexto latino-americano, a contradição entre a consolidação do neoliberalismo e a ascensão dos governos progressistas na região, o sucesso da extrema direita em se apresentar como alternativa ao sistema e a ascensão de Bolsonaro no Brasil, lulismo, Junho de 2013 e a importância da esquerda recuperar a sua radicalidade. Graduado e mestre em Filosofia pela USP, Safatle é doutor em Filosofia pela Universidade de Paris VIII e professor titular do Departamento de Filosofia da USP e do Instituto de Psicologia da mesma universidade e coordena, ao lado de Christian Dunker e Nelson da Silva Júnior, o Laboratório de Pesquisas em Teoria Social, Filosofia e Psicanálise. Entre seus livros publicados estão: “Maneiras de transformar mundos: Lacan, política, emancipação”; “Dar corpo ao impossível: o sentido da dialética a partir de Adorno”; “O circuito dos afetos: corpos político, desamparo e o fim do indivíduo”; e “Cinismo e falência da crítica”. Trilha: Secos & Molhados, “Sangue latino” (João Ricardo e Paulinho Mendonça); e Moacir Santos, “Coisa Nº 10” .
O post #169: Como chegamos até aqui, com Vladimir Safatle apareceu primeiro em Central 3.
O quarto episódio da série “Não bote fé nas fake news” analisa como a internet e as redes sociais favorecem a divulgação de mentiras. Para isso, Bianca Pyl e Luis Brasilino acompanham o depoimento de Jaciara Ribeiro, filha da ialorixá baiana Gildásia dos Santos e Santos, que foi a inspiração para a criação do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, dia 21 de janeiro. O episódio traz ainda entrevista com o sociólogo Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC, pesquisador de redes digitais e criador do podcast Tecnopolítica.
A série “Não bote fé nas fake news”, parceria do Guilhotina com a CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, analisa o fenômeno da desinformação e seus impactos entre as comunidades de fé. Para entender como o fundamentalismo religioso age por meio da desinformação e quais seus objetivos políticos, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem convidadas e convidados que pesquisam, atuam e que foram vítimas dessa fábrica de manipulação. Acompanhe em cinco episódios, publicados sempre às segundas-feiras. Gravação, edição e sonorização: Rádio Tertúlia.
O post Não bote fé nas fake news #04: Como a internet e as redes sociais favorecem a divulgação de mentiras apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o sociólogo Jessé Souza, autor do livro “Brasil dos humilhados: uma denúncia da ideologia elitista” (https://bit.ly/3Ns2OCN), lançado no fim de abril pela Civilização Brasileira. A obra é uma segunda versão da publicação “A tolice da inteligência brasileira”, de 2015, e denuncia o pensamento social brasileiro dominante. Conversamos sobre o papel da ideologia hegemônica em naturalizar as desigualdades, a crítica de Jessé aos historiadores e sociólogos Sérgio Buarque de Hollanda e Raymundo Faoro, a construção da narrativa que coloca a corrupção política como principal problema e particularidade do Brasil, a transmutação do racismo científico do século XIX no culturalismo dos dias de hoje, a teoria crítica sobre o Brasil elaborada por Jessé e muito mais.
Graduado em Direito e mestre em Sociologia pela Universidade de Brasília, doutor em Sociologia pela Universidade de Heidelberg e pós-doutor em Psicanálise e Filosofia na The New School of Social Research, Jessé foi, de 2015 a 2016, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e, desde 2017, é professor de Sociologia da Universidade Federal do ABC. Além de artigos e ensaios publicados em vários idiomas, é autor de mais de vinte livros, entre os quais “A ralé brasileira”, “Os batalhadores brasileiros”, “A elite do atraso” e “A classe média no espelho”, tema do episódio #3 do Guilhotina (https://bit.ly/3xbovRR). Trilha: Paulinho da Viola, “Vai dizer ao vento”; e Gonzaguinha, “Eu apenas queria que você soubesse”.
O post #168: A ideologia elitista, com Jessé Souza apareceu primeiro em Central 3.
O terceiro episódio da série “Não bote fé nas fake news”, fala sobre a desinformação espalhada por grupos religiosos entre povos indígenas durante a pandemia, em especial as mentiras envolvendo falsas consequências da vacinação. Para isso, Bianca Pyl e Luis Brasilino acompanham o depoimento de Clarice Tukano, da Terra Indígena do Alto Rio Negro, e conversamcom a jornalista e antropóloga Mariana Mandelli, coordenadora de comunicação do Instituto Palavra Aberta, uma organização da sociedade civil que tem como objetivo a defesa da liberdade de expressão e a responsabilidade na comunicação. Leia aqui o artigo citado no episódio: “Fake news e desinformação levam indígenas a recusarem vacina” (https://bit.ly/3ljmOuG).
A série “Não bote fé nas fake news”, parceria do Guilhotina com a CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, analisa o fenômeno da desinformação e seus impactos entre as comunidades de fé. Para entender como o fundamentalismo religioso age por meio da desinformação e quais seus objetivos políticos, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem convidadas e convidados que pesquisam, atuam e que foram vítimas dessa fábrica de manipulação. Acompanhe em cinco episódios, publicados sempre às segundas-feiras. Gravação, edição e sonorização: Rádio Tertúlia.
O post Não bote fé nas fake news #03: Desinformação e pandemia entre os povos indígenas apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o sociólogo Fábio Mallart, autor do livro “Findas linhas: circulações e confinamentos pelos subterrâneos de São Paulo” (disponível para leitura online em: https://bit.ly/3lxX8ui), lançado no fim de 2021 pela editora Etnográfica Press. A obra, fruto da sua tese de doutorado, reflete a trajetória de Fábio como pesquisador do sistema criminal, com pesquisa de campo em diversos espaços institucionais, como a Fundação Casa, presídios e hospitais de custódia e tratamento psiquiátrico. Falamos sobre a relação entre engajamento político e pesquisa acadêmica, as condições desumanas das instituições carcerárias, como as violações não constituem exceções mas sim a regra para o funcionamento desse modelo, o sistema enquanto ferramenta para o controle de corpos e as diferentes tecnologias colocadas em prática para isso, o horizonte abolicionista e muito mais. Mestre em Antropologia e doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo, Fábio é pesquisador de pós-doutorado do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e professor visitante do curso de pós-graduação em Sociologia da Fundação Escola de Sociologia e Política. É autor de “Cadeias dominadas: a Fundação CASA, suas dinâmicas e as trajetórias de jovens internos”. Artigos do Diplo citados no episódio: “As pílulas e a prisão: produção e gestão do sofrimento” (http://bit.ly/2N2B7DD) e “Vidas matáveis, morte em vida e morte de fato” (https://bit.ly/3yTDJMz). Trilha: Plebe Rude, “Proteção” (Philippe); e Neil Young, “Powderfinger”.
O post #167: O sistema de justiça criminal, com Fábio Mallart apareceu primeiro em Central 3.
Neste segundo episódio da série “Não bote fé nas fake news”, os jornalistas Bianca Pyl e Luis Brasilino conversam sobre as relações entre desinformação e eleições com a Rosely Morais Sampaio, uma das coordenadoras da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito em Minas Gerais. A organização é uma das responsáveis pelo projeto de checagem “Mentiras do Éden”, especializado em notícias que envolvem o mundo religioso. O episódio traz também o testemunho de Wesley Teixiera, evangélico e liderança da Coalizão Negra por Direitos e do Movimento Negro Unificado, alvo de fake news e outros ataques quando se candidatou ao cargo de vereador no Rio de Janeiro em 2020. Em pauta, a forte disseminação de fake news entre grupos evangélicos, os tipos de mentira que circulam nessas comunidades, formas de dialogar e sensibilizar uma população que foi alvo de tantas campanhas de ódio nos últimos anos, as movimentações nos grupos de WhatsApp prevendo as eleições deste ano, o combate às fake news no período eleitoral e os impactos da desinformação para a democracia.
O post Não bote fé nas fake news #02: O uso da mentira nas eleições apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com
O post #166: Militares e política no Brasil, com Rodrigo Lentz apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio de estreia da série “Não bote fé nas fake news”, parceria do Guilhotina com a CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, vamos acompanhar a história da pastora Romi Bencke, secretária-geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), alvo de mentiras espalhadas por extremistas religiosos por conta de sua participação em audiência pública realizada no Senado em 2019 e na Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021. Participa também a professora Magali do Nascimento Cunha, doutora em Ciências da Comunicação pela USP, colaboradora do Conselho Mundial de Igrejas, coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunicação e Religião da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação – INTERCOM e editora-geral do Coletivo Bereia, canal de checagem de fatos especializado em religião. Ela fala sobre os circuitos de notícias falsas divulgadas entre comunidades de fé, a relação entre o avanço do neoliberalismo e dos fundamentalismos com a crise da democracia, a instrumentalização desses extremismos, as mentiras espalhadas pela extrema direita para atingir seus objetivos político-partidários, a resistência organizada entre evangélicos contra o ultraconservadorismo e os caminhos para sensibilizar os cristãos diante da política de ódio colocada em prática pelo governo atual.
A série “Não bote fé nas fake news” analisa o fenômeno das fake news e seus impactos entre as comunidades de fé. Para entender como o fundamentalismo religioso age por meio da desinformação e quais seus objetivos políticos, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem convidadas e convidados que pesquisam, atuam e que foram vítimas dessa fábrica de manipulação. Acompanhe em cinco episódios, publicados sempre às segundas-feiras. Gravação, edição e sonorização: Rádio Tertúlia.
O post Não bote fé nas fake news #01: Fundamentalismo religioso, internet e a divulgação de mentiras apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a advogada Bianca Alves e a relações-públicas e empreendedora cultural Ticiana Oppel, autoras do livro “Violência doméstica: histórias de opressão às mulheres” (https://bit.ly/3JUCqyL), lançado em 2021 pela Dita Livros. O trabalho constrói, a partir de relatos de vítimas de violência doméstica, um panorama dos avanços e retrocessos dessa questão no país e aponta caminhos para o seu enfrentamento. Falamos sobre como o isolamento social provocado pelo novo coronavírus impulsionou o número de agressões, a tipificação da violência doméstica no Brasil e os avanços proporcionados pela Lei Maria da Penha, os três estágios do ciclo da violência (tensão, explosão e reconciliação), as mulheres negras como as principais vítimas, a reação do movimento feminista, o impacto da Lei do Feminicídio, os traços comuns dos agressores, a questão financeira como mecanismo de controle, a reprodução do machismo e da violência através das gerações, as redes de apoio às vítimas e as formas de denunciar a violência doméstica. Bianca é formada em Direito, coordena o grupo de trabalho de enfrentamento à violência doméstica da OAB-RJ e preside a Comissão de Direito Penal e Processo Penal da Associação Brasileira de Advogados do Rio de Janeiro. Além disso, ela é autora do canal informativo Justiça Delas, voltado aos direitos das mulheres, tem duas irmãs e cresceu com a avó materna em casa. Formada em comunicação social, Ticiana atua há mais de vinte anos como profissional da comunicação e da cultura. É a mais velha de quatro irmãs e tem grande admiração pela trajetória das mulheres de sua família. Trilha: Elza Soares, “Maria da Vila Matilde” (Douglas Germano); e Natalia Lafourcade, “Derecho de Nacimiento (feat. Los Macorinos)”.
O post #165: Violência doméstica: histórias de opressão às mulheres, com Bianca Alves e Ticiana Oppel apareceu primeiro em Central 3.
From the publisher's feed