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LITERATURA E HISTÓRIA NO VESTIBULAR a nova série do podcast “História Presente” organizado pelo Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História do IFCUERJ (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas UERJ). O objetivo é auxiliar os alunos que estão no momento do vestibular, através de uma nova técnica de ensino aprendizagem. A cada bimestre, traremos uma obra literária que será analisada sob a perspectiva histórica, dividida em episódios tratando do autor e de seu conteúdo.
Pesquisa e narração por Daniele Figueiredo da Silva.
Coordenação do projeto Flaviano Isolan.
Coordenação do podcast Jacqueline Ventapane
Vinheta sob a direção de Leonardo Pereira.
#história #literatura #vestibular #uerj #lppe #1984 #HistoriaPresente
Apresentamos o projeto Cosmogonias Decoloniais – Caminhos de Abya Yala, uma parceria entre os podcasts História Presente, do LPPE-IFCH/UERJ, e O Mundo Visto do Sul, do NIEAAS-IFCS/UFRJ, com o apoio do AUDIOLAB/UERJ, no objetivo de resgatar algumas das narrativas dos povos originários de Abya Yala. Neste episódio, trazemos, como convidado especial, o professor José Ribamar Bessa Freire, professor da Pós-Graduação em Memória Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) e da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde coordena o Programa de Estudos dos Povos Indígenas, que nos fala da importância do mito e da sua oralidade, trazendo, ainda um pouco da origem dos povos tukano e outras histórias.
Blog do professor Bessa: http://www.taquiprati.com.br/
Pesquisa e narração de Gabriel de Assis. Coordenação do projeto Jacqueline Ventapane. Vinheta Leonardo Pereira.
O próximo episódio será publicado em nosso podcast.
Vinhetas produzidas a partir das músicas:
* Aztec Music - Sacred Jungle e SOUNDS OF THE FOREST;
* Tukano Panpipes (Siku/Zampoña)
* Latin Vientos Andinos feat Ramon Stagnaro.
#cosmogonia #povosoriginarios #tukano #mitos #lendas #AbyaYala #decolonialidade #educacao
“Pan-Africanistas: ideias e ações” é a mais uma série do podcast “História Presente” organizado pelo Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História do IFCH/UERJ (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas UERJ), com o objetivo de demonstrar o papel importante de pensadores e intelectuais negros na formulação de pensamento de libertação do continente africano e na luta contra o racismo. Neste terceiro episódio, abordaremos a história de Marcus Garvey.
Roteiro: Gabriel de Assis da Silva. Narrador: Gabriel de Assis da Silva. @gabrielassis503
Coordenação do podcast: Jacqueline Ventapane
Vinheta de abertura: Leonardo Pereira
#panafricanismo #garvey #garveyrismo #antirracismo #educacao #Pan-africanismo #negros #África
Este é mais um episódio da série de Debates do podcast História Presente, do Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História do IFCH/UERJ, apresentando a discussão sobre os limites e as possibilidades do uso das tecnologias digitais para a educação, especialmente na rede pública de educação, além das experiências em pré-vestibulares comunitários e entre o próprio público universitário. A conversa, que passou pelas dificuldades e os benefícios do uso de tecnologias educacionais, incluindo o aplicativo proposto pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, a realidade da rede escolar pública, as possibilidades no diálogo entre a universidade e a educação básica, contou com a participação da professora Claudia Patrícia de Oliveira Costa, professora de História e coordenadora pedagógica da SEEDUC/RJ, do professor Flaviano Isolan, coordenador do LPPE/UERJ e do projeto de extensão junto a pré-vestibulares comunitários, Alicia Bastos e Gabriel de Assis, estagiários do LPPE responsáveis pelas atividades voltadas para as redes sociais e produção de conteúdo.
O podcast História Presente é produzido com o apoio técnico do AUDIOLAB da Faculdade de Comunicação Social da UERJ.
Apresentação e coordenação do projeto de Jacqueline Ventapane. Edição e vinheta de abertura Leonardo Pereira.
Gravado em junho de 2021.
#tecnologias digitais #lppe #uerj #educação #ensino de História #mídias sociais
Sonho- por Maria Beatriz Nascimento
Seu nome era dor
Seu sorriso
dilaceração
Seus braços e pernas, asas
Seu sexo seu escudo
Sua mente libertação
Nada satisfaz seu impulso
De mergulhar em prazer
Contra todas as correntes
Em uma só correnteza
Quem faz rolar quem tu és?
Mulher!…
Solitária e sólida
Envolvente e desafiante
Quem te impede de gritar
Do fundo de sua garganta
Único brado que alcança
Que te delimita
Mulher!
Marca de mito embotável
Mistério que a tudo anuncia
E que se expõe dia-a-dia
Quando deverias estar resguardada
Seu ritus de alegria
Seus véus entrecruzados de velharias
Da inóspita tradição irradias
Mulher!
Há corte e cortes profundos
Em sua pele em seu pelo
Há sulcos em sua face
Que são caminhos do mundo
São mapas indecifráveis
Em cartografia antiga
Precisas de um pirata
De boa pirataria
Que te arranques da selvageria
E te coloque, mais uma vez,
Diante do mundo
Mulher.
Maria Beatriz Nascimento era uma mulher negra, historiadora, professora, poeta, intelectual e ativista pelos direitos humanos, uma referência nos direitos do povo negro. A intelectual nasceu no dia 17 de julho de 1942 em Sergipe, sua mãe era doméstica, Rubina Pereira Nascimento, e seu pai, Francisco Xavier. A família se mudou para a favela de Cordovil na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro no ano de 1950.
Sua carreira acadêmica e ativista iniciou-se no ano de 1971, ao ingressar na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aos 28 anos de idade, no curso de História. Fez pós-graduação na Universidade Federal Fluminense, instituição onde ajudou a criar o grupo de estudos André Rebouças que incentivava as discussões e estudos sobre as questões raciais fazendo um paralelo com o ensino. Teve como tema de dissertação “Sistemas alternativos organizados pelos negros: dos quilombos às favelas”. Além disso, foi professora da rede estadual pública de ensino no Rio de Janeiro. Os estudos de Maria Beatriz Nascimento foram essenciais para o incentivo às discussões sobre o silenciamento da intelectualidade negra brasileira.
Uma de suas maiores obras é o filme “Ó ri” que começou a ser produzido do ano de 1977, dirigido por Raquel Gerber, que tem como proposta o registro do Congresso dos Povos de Origem Africana, organizado em São Paulo. Este congresso teve o propósito de instigar pesquisas acadêmicas sobre povos africanos e diaspóricos fazendo uma relação entre o Brasil e o continente africano pelos movimentos negros (1977-1988). O longa é dividido por núcleos temático: rituais religiosos, formas de expressão cultura, raízes étnicas e lutas históricas.
Beatriz Nascimento foi uma grande influência nos estudos étnicos-raciais e no ativismo político, escrevendo sobre o papel das mulheres negras no Brasil e a luta pela sobrevivência dessas mulheres que lidavam com do machismo e, simultaneamente, com o racismo. Seus artigos foram publicados em vários periódicos, como Revista de Cultura Vozes, Estudos Afro-Asiáticos e Revista do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional, etc.
No ano 1995, Beatriz cursava mestrado em comunicação social na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em janeiro do mesmo ano, a intelectual foi brutalmente assassinada ao defender um amiga de seu companheiro violento. Maria Beatriz Nascimento foi um exemplo de profissional e ser humano responsável por trazer novas abordagens aos estudos racializados.
Pesquisa, texto e narração: Larissa Nobre
Coordenação do projeto: Jacqueline Ventapane
Abertura: Leonardo Pereira
Apoio: AUDIOLAB/UERJ
“É o olhar que faz a História”, escreve Michele Perrot em um livro clássico dedicado à história das mulheres. Abordar a história das mulheres exige levá-las a sério, na constituição das relações sociais, das relações entre os gêneros, no desenrolar dos acontecimentos, nos fluxos da história. É uma questão de escolha e de olhar. Uma opção política, portanto. É a tomada de posição que se volta para reencontrar as figuras, os acontecimentos, as experiências que são as das mulheres na história. O podcast História Presente, na seção Mulheres no Mundo, tem esse perfil e esse compromisso. Venha participar conosco nesse encontro de falas e de ideias!
Neste episódio, falaremos sobre Lélia Gonzalez, graduada em História e Geografia, na Universidade Estadual da Guanabara, atualmente, UERJ. Em 1962, também, tornou-se bacharel em Filosofia. Conhecida por ser uma das maiores militantes das questões de raça, gênero e classe do Brasil, com diversas obras de grande importância para se entender a sociedade brasileira.
Apoio: Audiolab/UERJ.
Vinheta de abertura: Leonardo Pereira.
Coordenação do Podcast: Jacqueline Ventapane.
Narração: Alícia Bastos.
Pesquisa e texto: Gabriel de Assis da Silva.
“Pan-Africanistas: ideias e ações” é a mais uma série do podcast “História Presente” organizado pelo Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História do IFCH/UERJ (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas UERJ), com o objetivo de demonstrar o papel importante de pensadores e intelectuais negros na formulação de pensamento de libertação do continente africano e na luta contra o racismo. Neste segundo episódio, abordaremos os 5 primeiros congressos Pan-africanos. Roteiro: Danielle Figueiredo da Silva e Gabriel de Assis da Silva. Narrador: Gabriel de Assis da Silva. Coordenação do podcast de Jacqueline Ventapane. Vinheta de abertura de Leonardo Pereira.
“Pan-Africanistas: ideias e ações” é a mais nova série do podcast “História Presente” organizado pelo Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História do IFCH/UERJ (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas UERJ), temos o objetivo de demonstrar o papel importante de pensadores e intelectuais negros na formulação de pensamento de libertação do continente africano e na luta contra o racismo. Neste episódio inaugural, começaremos falando sobre o que é o movimento Pan-Africano. Abordaremos suas origens, atuações e objetivos. Roteiro: Danielle Figueiredo da Silva e Gabriel de Assis da Silva. Narrador: Gabriel de Assis da Silva.
Neste encontro do Diálogos em Sul Maior, o entrevistado é o professor e economista Ladislau Dowbor. Em seu último livro, lançado agora em 2020, "O capitalismo se desloca. Novas arquiteturas sociais", ele nos fala das metamorfoses do capitalismo. Uma obra necessária para tentarmos responder às nossas angústias. Como lemos logo nas primeiras linhas do prefácio, "estamos todos procurando novos caminhos". Temos o quadro do caos financeiro. Temos uma crise ambiental que tenta nos dizer que nossos recursos não são ilimitados. Temos o aprofundamento da desigualdade, onde ricos ficam cada vez mais ricos e inexiste uma distribuição justa dessa riqueza. E temos uma pandemia. E temos um capitalismo que se encontra em mudança acelerada e profunda, caracterizando aquilo que seria um modo de produção informacional, segundo o professor, e aquilo que chamou de uma era do conhecimento. Mas, como ele mesmo indaga, "que estrutura política e que relações de produção estarão implícitas nas sociedades cujo fator-chave será o conhecimento?".
Diálogos em Sul Maior é fruto da parceria entre o Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ, o Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Ásia, África e as Relações Sul-Sul do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e a Revista Diálogos do Sul, um projeto de mídia alternativa como espaço de reflexão sobre o Brasil, a América Latina e as relações Sul-Sul. Nossa proposta é estabelecer o diálogo entre a universidade e a sociedade civil, compreendendo nossa inserção no Sul Global não apenas como um espaço geográfico ou geopolítico, mas como uma ideia integradora de um mundo melhor, de desconstrução de hegemonias do Norte, na libertação integral do Sul.
Programa gravado em 17 de dezembro de 2020. Disponível nos canais do YouTube do LPPE, NIEAAS e Diálogos do Sul e em nossas páginas no Facebook.
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