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Notas sobre Historiadoras é uma série do podcast História Presente, organizado pelo Laboratório de Pesquisa e práticas de Ensino em História da UERJ, com o objetivo de pensar o papel de protagonismo de mulheres dentro da historiografia. Estamos em tempos difíceis. Por isso mesmo, mais que nunca, faz-se necessário pensar a História e quem faz dela seu ofício. Neste primeiro episódio, apresentamos a historiadora Lená Medeiros de Menezes.
Entrevista com o embaixador e ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa Celso Amorim para o primeiro programa do Diálogos em Sul Maior, fruto de uma parceria entre o Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História (LPPE) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UERJ, o Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a África, Ásia e as Relações Sul-Sul (NIEAAS), do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, e a revista Diálogos do Sul. Falando sobre temas como política externa, relações Brasil-Rússia, China, defesa, democracia e outros assuntos. A conversa teve as participações de Beatriz Bissio, coordenadora do NIEAAS/UFRJ, Angela Roberti e Jacqueline Ventapane, coordenadoras do LPPE, e Paulo Cannabrava Filho, jornalista e diretor da Revista Diálogos do Sul. Programa gravado no dia 20 de agosto de 2020 e transmitido pelas páginas do Facebook do LPPE-IFCH/UERJ e NIEAAS/UFRJ e, também, pelos canais do YouTube do LPPE-IFCH/UERJ e da Revista Diálogos do Sul.
“É o olhar que faz a História”, escreve Michele Perrot em livro clássico dedicado à história das mulheres. Abordar a história das mulheres exige levá-las a sério na constituição das relações sociais, das relações entre os gêneros, no desenrolar dos acontecimentos, nos fluxos da história. É uma questão de escolha e de olhar. Uma opção política, portanto. É tomada de posição que se volta para (re)encontrar as figuras, os acontecimentos, as experiências que são as das mulheres na história. O podcast História Presente, na seção Mulheres no Mundo tem esse perfil e esse compromisso. Venha participar conosco nesse encontro de falas e de ideias!
Neste , a professora do Departamento de História da UERJ e Coordenadora do LPPE-IFCH/UERJ, Angela Roberti, fala um pouco da história de Maria de Lourdes Nogueira, uma importante personagem do anarquismo no Brasil.
A proposta desse encontro é abordar de forma mais ampla a pertinência do 'fascismo' enquanto conceito explicativo para as configurações e representações políticas e sociais do presente. O atual contexto contemporâneo ou do chamado tempo presente, sob a égide do neoliberalismo e suas constantes crises, trouxe à tona o debate acerca do fascismo, suas permanências e rupturas com o chamado 'fascismo histórico', assim como suas relações com pensamentos e conceitos que atuam na explicação da sociedade contemporânea, como estado de exceção, necropolítica, violência, mídias sociais. Na esteira dessas discussões e conceitos, a proposta de chave de análise diz respeito à estética, que também perpassa o fenômeno do fascismo de ontem e de hoje. Desde as vanguardas modernistas do início do século XX, até a "estetização da política" sob o nazismo, o fascismo sempre se construiu como um movimento de transformação estética para construção de um 'novo homem' e de uma 'nova sociedade'. A proposta do encontro é debater a estética fascista (ou alcance e limites de se falar em uma 'estética fascista') e se é possível enxergar na discussão sobre o fascismo hoje alguns dos elementos estéticos que permaneceram ou que se atualizaram nos movimentos, grupos políticos e governos de direita e extrema direita atuais. Com as participações dos professores Tatiana Poggi (Dept. História/UFF) e Flaviano Isolan (Dept. História/UERJ) e a mediação de Angela Roberti e Jacqueline Ventapane.
Programa gravado em 28 de julho de 2020. Disponível em nosso canal do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=NF4M92YuF2g&t=4s
Estamos vendo, não apenas no Brasil, mas em várias partes do mundo, o recrudescimento de propostas autoritárias que caminham ao lado das tentativas de apagamentos da História. No entanto, negacionismos históricos e exaltação de regimes autoritários não são, necessariamente, movimentos simbióticos e precisam ser refletidos com seriedade e fundamentos. No caso brasileiro, nem sempre a exaltação da ditadura ignora os horrores que fizeram parte dessa história. Muitas vezes, são esses horrores que estimulam aqueles que a defendem, sem que a disputa pela narrativa seja seu ponto central. As bases de um Estado autoritário, em grande medida, persistem em Estados de Direito. Como afirma Pedro Serrano, “a cada abuso policial, por exemplo, está a presença autoritária do poder absoluto, tratando como servo, e não cidadão, o ser humano vilipendiado em seus direitos”. A América Latina, em todos os seus espectros políticos, de direita e de esquerda, tem enfrentado a crescente onda de fechamentos de regimes, sejam temporários ou definitivos, em golpes de Estado, como ocorreu na Bolívia. Mas, o negacionismo não vem causando estragos apenas no campo da discussão da política, dos regimes políticos autoritários e ditaduras. Também a negação de uma história do genocídio indígena e da escravização dos africanos ganhou dimensões que vêm levando à perplexidade de historiadores e mesmo de grande parcela da chamada opinião pública. A negação não é apenas de interpretações do passado, mas do próprio processo histórico, uma negação baseada pelo preconceito ideológico e pelo racismo. Discutir as bases dos pensamentos autoritários, das ditaduras e o papel do historiador em tempos de negacionismos que levam, inclusive, ao ocultamento de documentos e informações, é o que propomos para nosso encontro com os historiadores e professores Andréa Queiroz (UFRJ) e Ricardo Mendes (UERJ), com a mediação das coordenadoras do LPPE-IFCH Angela Roberti e Jacqueline Ventapane.
Programa gravado em 21 de julho de 2020. Disponível em nosso canal no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=jGjbt1y0Ej4
Neste novo encontro, buscamos uma reflexão a respeito da crise econômica em dimensão internacional e seu impacto na já debilitada economia brasileira, quadro agravado no rastro da crise sanitária ora enfrentada. Pensar a respeito dessa sociedade individualista, voltada para o lucro e orientada para o consumo, diante do “novo normal” que a situação pandêmica parece nos impor, requer a reflexão, também, dos limites (esgotamento?) do modelo ultraliberal, no trato de questões sociais agravadas com a catástrofe sanitária e a crise econômica globais. No Brasil, o crescimento das taxas de desemprego, as falências massivas, a retração no PIB, associados à instabilidade política e à grave crise sanitária prometem ser explosivas, desgastando de forma crescente o tecido social, com evidentes resultados nas condições de vida das populações mais vulneráveis. Nesse amplo debate, há que se pensar, ainda, na situação do Brasil, afastado dos BRICS e do Mercosul e num alinhamento direto com o ultraliberalismo que traz, no seu bojo, a destruição de empregos, a quebra de empresas nacionais, a volta de padrões de uma miséria social que se viam como impensáveis. Com as participações dos professores Alexis Toríbio Dantas(UERJ) e Iderley Colombini Neto (DIEESE) e a mediação de Angela Roberti e Jacqueline Ventapane. Siga o LPPE-IFCH/UERJ nas redes sociais! Informações, conhecimento, notícias e muita troca!
Programa gravado em 14 de julho de 2020. Disponível, também, em nosso canal do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=-xkd74wCicg
Muitas têm sido as angústias desse tempo de crises, não apenas sanitária, mas em todos os campos ao nosso redor. Nesta roda de conversas História Presente – LPPE EM TEMPOS DE COVID-19, refletimos sobre nossas expectativas para o século XXI e o que está acontecendo, como as sociedades estão se adaptando às novas tecnologias e esse mundo neoliberal e suas políticas que já dão demonstração de que não mais atendem e não apenas em consequência da pandemia que se abateu sobre o mundo. Crise política e crise econômica caminham junto e há um desgaste no tecido social evidente diante das consequências dessas crises. Nesta conversa, contamos com a participação dos professores Fernando Roberto de Freitas Almeida, da UFF, e Felipe Kezen Vieira, da UERJ, e a mediação de nossas coordenadoras Angela Roberti e Jacqueline Ventapane.
Programa gravado no dia 30 de junho de 2020. Disponível no nosso canal do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=-26o-lPwygQ&t=5s
Notas sobre Historiadoras é uma nova série do podcast História Presente, organizado pelo Laboratório de Pesquisa e práticas de Ensino em História da UERJ, com o objetivo de pensar o papel de protagonismo de mulheres dentro da historiografia. Estamos em tempos difíceis. Por isso mesmo, mais que nunca, faz-se necessário pensar a História e quem faz dela seu ofício. Neste episódio, apresentamos a professora e historiadora Alice Piffer Canabrava.
“É o olhar que faz a História”, escreve Michele Perrot em livro clássico dedicado à história das mulheres. Abordar a história das mulheres exige levá-las a sério na constituição das relações sociais, das relações entre os gêneros, no desenrolar dos acontecimentos, nos fluxos da história. É uma questão de escolha e de olhar. Uma opção política, portanto. É tomada de posição que se volta para (re)encontrar as figuras, os acontecimentos, as experiências que são as das mulheres na história. O podcast História Presente, na seção Mulheres no Mundo tem esse perfil e esse compromisso. Venha participar conosco nesse encontro de falas e de ideias!
Neste primeiro episódio, a historiadora Ingrid Ladeira, mestra em História e doutoranda da PUC-RIO, fala sobre as mulheres anarquistas na Argentina, em especial, a participação de Juana Rouco Buela e das anarquistas nos periódicos La Voz de la Mujer e Nuestra Tribuna.
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