Aos 62 anos, o grande romancista francês, fundador do naturalismo, Émile Zola, cuja obra principal é um vasto afresco em 20 volumes, contando a história de uma família sob o Segundo Império, morreu asfixiado pelo gás em seu dormitório, em 29 de setembro de 1902. Correu o boato que tinha se suicidado ou havia sido assassinado. Alguns imaginaram que tinha sido vítima pelo seu engajamento em favor de Alfred Dreyfus. Os restos de Zola foram levados ao Panthéon em 4 de junho de 1908.