
Sign up to save your podcasts
Or


Duarte Lima começa a ser julgado esta quinta-feira no Tribunal de Sintra pela morte de Rosalina Ribeiro no Brasil em 2009. O antigo líder parlamentar do PSD é o único arguido no processo e anunciou que ficará em silêncio na primeira sessão.
A defesa alega que o crime já prescreveu, invocando a lei brasileira, que prevê uma redução do prazo para arguidos com mais de 70 anos. A justiça brasileira já rejeitou esse entendimento, remetendo a decisão para os tribunais portugueses.
Neste episódio do Hoje, a jornalista do PÚBLICO com a pasta da Justiça, Ana Henriques, explica o que está em causa no julgamento e quais são os principais elementos que podem ajudar a esclarecer a morte de Rosalina Ribeiro.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
As eleições intercalares nos Estados Unidos trouxeram uma vitória expressiva para os democratas, que conseguiram recuperar o Congresso, conquistando lugares no Senado em estados tradicionalmente republicanos.
O resultado é um teste político importante à presidência de Trump e um sinal de insatisfação com a sua liderança. A economia, o custo de vida e a guerra no Irão estiveram entre os temas que marcaram a campanha.
Trump reconheceu os resultados, mas afastou a responsabilidade pessoal pela derrota, dizendo que os republicanos teriam tido outro resultado se o seu nome estivesse no boletim de voto.
Com os democratas a conquistarem o controlo da Câmara dos Representantes e do Senado, abre-se uma nova fase em Washington. Que margem terão para travar a agenda de Trump? E o que revelam estas eleições sobre o futuro político dos Estados Unidos?
É o que analisamos neste episódio do HOJE, com o jornalista Pedro Guerreiro, que acompanha a política norte-americana e que esteve a seguir a noite eleitoral.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estados Unidos vão a votos esta terça-feira a meio do mandato presidencial. Nestas eleições intercalares vão a votação todos os lugares da Câmara dos Representantes e cerca de um terço do Senado, além de vários governos estaduais.
Donald Trump não é candidato, mas estas eleições são um teste à sua presidência, já que o resultado pode alterar o equilíbrio de poder em Washington e condicionar a segunda metade do mandato do presidente norte-americano. Os republicanos controlam actualmente as duas câmaras do Congresso, mas se os democratas conquistarem uma maioria, poderão travar propostas da Casa Branca, fiscalizar a Administração e abrir investigações.
Neste episódio do HOJE, conversamos com Daniela Melo, cientista política e professora na Universidade de Boston, sobre o que está em jogo e o que podemos esperar da noite eleitoral.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
As intervenções da PSP nas manifestações pela habitação na madrugada de Domingo, em Lisboa e no Porto, provocaram uma onda de reacções políticas e colocaram o ministro da Administração Interna sob pressão. O Presidente da República pediu esclarecimentos e quer reunir com os representantes das acampadas. O PS quer ouvir Luís Neves com urgência no Parlamento e o PCP pediu um debate de urgência sobre a actuação policial.
Luís Neves defendeu a operação e afirmou que o seu lugar está permanentemente à disposição do primeiro-ministro. À direita, CDS e Chega defenderam a actuação da polícia. À esquerda, Livre e Bloco responsabilizaram o Governo. O PS pede explicações e uma resposta política à crise da habitação.
Neste episódio do Hoje, conversamos com Pedro Adão e Silva, colunista do PÚBLICO, sobre a reacção dos partidos, a responsabilidade política do Governo e o impacto destes acontecimentos na relação entre o poder e os movimentos de contestação.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil e instalou-se em Miami, onde diz querer continuar a liderar a oposição ao Presidente Lula da Silva, mas a saída e a carta em que contestou os resultados eleitorais levantaram dúvidas sobre o seu futuro político.
A primeira versão da carta apresentava-o como o "verdadeiro presidente eleito do Brasil". Pouco depois, Flávio alterou a expressão para "líder do Brasil". As acusações de fraude eleitoral não foram acompanhadas de provas e também geraram reacções de distanciamento entre figuras do seu próprio campo político.
Ao mesmo tempo, a corrida à sucessão de Jair Bolsonaro já começou a desenhar-se. Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, são dois dos nomes que podem disputar a liderança da direita e extrema-direita brasileira e uma eventual candidatura presidencial em 2030.
Nos Estados Unidos, Donald Trump autorizou a entrada de Flávio e da família, mas disse que não se vai envolver nas acusações feitas pelo senador. Resta perceber que influência poderá Flávio exercer a partir de Miami e se conseguirá manter unido o eleitorado bolsonarista.
Neste episódio do HOJE, conversamos com Beatriz Rey, cientista política, investigadora na Universidade de Lisboa e comentadora de política brasileira, sobre a disputa pela sucessão, os interesses em confronto e o futuro do bolsonarismo.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trinta e seis segundos num elevador, uma mulher a compor o cabelo ao espelho e uma noite de chuva em Saquarema, nos arredores do Rio de Janeiro, Brasil. Rosalina Ribeiro, secretária pessoal e companheira do milionário Lúcio Tomé Feteira, falecido em 2000, saiu para jantar a 150 metros de casa e nunca mais voltou.
Levaram-lhe a pasta com os documentos e deixaram-lhe o relógio e os brincos, porque quem a matou não queria o que ela tinha, queria o que ela sabia.
Durante dez dias, enquanto as amigas colavam cartazes a alertar para o seu desaparecimento pelas ruas do bairro de Flamengo, o seu corpo foi apenas uma etiqueta, com o número 608, numa morgue do Rio de Janeiro.
Neste primeiro episódio do podcast Quem Matou Rosalina?, ouvimos Rosemary Gomes, a testemunha que ouviu os tiros, a fadista Maria Alcina, amiga de Rosalina, que sonhou com o pedido de socorro, e entrevistamos o jornalista Plínio Fraga, autor da reportagem Dostoiévski em Saquarema, que reconstitui o caso e nos apresenta Duarte Lima, o homem que se adiantou à polícia com o envio de um fax que ninguém lhe pediu.
O lançamento deste podcast narrativo coincide com o início do julgamento de Duarte Lima, no tribunal de Sintra, a 5 de Novembro. O antigo deputado do PSD foi acusado pelo homicídio de Rosalina Ribeiro, no Brasil, a 7 de Dezembro de 2009.
Quem Matou Rosalina? é uma produção da Coimbra Coolectiva em exclusivo para o PÚBLICO, com a colaboração do Globo. A narração é de José Martins e a banda sonora é dos Belle Chase Hotel.
A produção está disponível em português do Brasil e de Portugal. Acompanhe aqui a versão brasileira.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O acidente ferroviário em Espanha, esta quarta-feira, fez dezenas de mortos e levanta questões sobre a segurança e o funcionamento da ferrovia. O que se sabe sobre o que aconteceu e que consequências políticas pode ter a tragédia, a um mês das eleições legislativas? É o que vamos analisar com Rúben Martins, jornalista do PÚBLICO especializado em ferrovia e política espanhola.
Neste episódio, apresentamos também Quem matou Rosalina?, o novo podcast narrativo do PÚBLICO, em cinco episódios, que reconstitui a morte de Rosalina Ribeiro, encontrada morta no Brasil em 2009.
Rosalina era companheira do milionário português Lúcio Tomé Feteira e uma das suas herdeiras. Duarte Lima, antigo deputado do PSD e advogado de Rosalina, é suspeito do crime. O caso passou pelos sistemas judiciais brasileiro e português e, quase 17 anos depois, o julgamento está previsto para começar a 5 de Novembro.
À conversa com a autora e produtora da série, Vilma Reis, procuramos perceber como foi reconstruída esta história e o que revela a investigação jornalística.
Quem matou Rosalina? é produzido pela Coimbra Coolectiva para o PÚBLICO, com narração de José Martins (versão português de Portugal) e Vilma Reis (versão português do Brasil), música dos Belle Chase Hotel e letra de JP Simões. Os cinco episódios estão disponíveis nas plataformas habituais.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de vários dias de críticas ao silêncio de duas das principais figuras do Estado, António José Seguro e Luís Montenegro falaram esta terça-feira sobre os protestos pela habitação e a actuação da PSP.
O Presidente da República disse que não gostou do que viu, mas remeteu a avaliação da intervenção policial para os inquéritos em curso. Já o primeiro-ministro considerou proporcional a actuação da PSP e agradeceu aos agentes.
As declarações surgem depois de vários apelos a uma tomada de posição pública, incluindo uma carta enviada a Belém por personalidades da sociedade civil.
Neste episódio do Hoje, Susana Peralta, colunista do PÚBLICO, uma das signatárias da carta e membro da Comissão de Honra de António José Seguro, analisa a resposta de Seguro e Montenegro, o significado político do silêncio dos últimos dias e o que se espera do Presidente da República e do primeiro-ministro perante imagens de violência policial.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Israel vai a votos num contexto de profunda divisão política e de conflito. Para muitos, estas eleições são uma oportunidade para afastar Benjamin Netanyahu do poder. Para outros, é difícil acreditar que uma mudança de Governo possa alterar o rumo do país.
Neste episódio do Hoje, ouvimos israelitas a viver em Portugal, mas que continuam ligados ao que acontece na região. Falam das suas escolhas eleitorais, das dificuldades de viver em Israel ou na Palestina e da possibilidade de imaginar um futuro diferente.
Joana Ricarte, especialista em Relações Internacionais com destaque para o Médio Oriente, ajuda-nos a perceber quem são os principais candidatos, que cenários se abrem para o próximo Governo e o que poderá mudar para israelitas e palestinianos depois destas eleições.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Num país dividido ao meio, Lula da Silva fez o que nunca tinha sido feito: ganhou à segunda-volta, depois de ter perdido no 'primeiro turno'. Uma reviravolta com um carácter histórico, mas que deixa ainda mais em foco a divisão política e social do Brasil.
Para já, Lula promete unidade e ser, de novo, o presidente "de todos os brasileiros". Mas o derrotado da noite, Flávio Bolsonaro, quer contestar o resultado das eleições, não reconhecendo a sua derrota. Em causa está o confuso alargamento da votação em mais duas horas neste domingo. A razão do alargamento esteve na dificuldade de transportes de muitos brasileiros, em particular dos mais pobres, que dependem do transporte público para chegar aos locais de votação. A decisão judicial levantou dúvidas, ainda que a legitimidade da eleição não esteja em causa, não havendo qualquer indício de fraude eleitoral.
Lula teve mais de 64 milhões de votos e ficou com 52%. Foi eleito pela quarta vez Presidente da República do Brasil. Já Flávio Bolsonaro não chegou aos 60 milhões de eleitores e ficou-se pelos 48% dos votos.
Que sinal dá a vitória de Lula da Silva ao mundo? E que margem tem o presidente eleito do Brasil para liderar um país dividido, onde o controlo do Congresso é da oposição e o Senado virou mais à direita?
Hoje ouvimos o editor-chefe do PÚBLICO Brasil, o jornalista Vicente Nunes.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
From the publisher's feed
O Hoje é o podcast diário de informação do PÚBLICO. De segunda a sexta, a jornalista Sara de Melo Rocha conversa com os repórteres do Público e os especialistas que melhor conhecem os temas da…

0 Listeners

5 Listeners

16 Listeners

6 Listeners

2 Listeners

20 Listeners

6 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

8 Listeners

28 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

2 Listeners

6 Listeners

9 Listeners

2 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

2 Listeners

3 Listeners