
Sign up to save your podcasts
Or


Elon Musk está de volta à campanha republicana. Desde julho, o empresário investiu pelo menos 276 milhões de dólares nas eleições intercalares de 3 de Novembro, sobretudo no Texas.
O investimento surge numa altura em que o democrata James Talarico, de 37 anos, está bem posicionado nas sondagens para conquistar um lugar no Senado pelo Texas, um estado tradicionalmente republicano. A campanha tem sido marcada por ataques e rumores sobre o candidato, incluindo uma alegação de que teria estado internado numa clínica psiquiátrica. Tanto Talarico como a clínica desmentiram a informação.
Depois do conflito público, Donald Trump e Elon Musk voltaram a aproximar-se e, agora, o empresário regressa à linha da frente política, combinando o financiamento de campanhas com a influência da plataforma que controla.
No Hoje, Pedro Guerreiro, jornalista do PÚBLICO, ajuda-nos a perceber o papel que Musk quer ter nestas eleições e até que ponto pode influenciar a política americana.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A comissão parlamentar de inquérito à actuação de Luís Neves enquanto director nacional da Polícia Judiciária começa agora a ganhar forma. Após a instalação da CPI, esta quarta-feira, os deputados já vão poder pedir documentação e avançar com as listas de testemunhas a convocar. André Ventura vai presidir aos trabalhos.
A investigação deverá prolongar-se por vários meses e pode implicar pedidos de documentação interna da PJ e o escrutínio de procedimentos ligados a processos sensíveis. Entretanto, as acusações feitas pelo antigo secretário-geral do Ministério da Administração Interna, Ricardo Carrilho, vieram aumentar a pressão política sobre o actual ministro.
Neste episódio do Hoje, Fernando Negrão, presidente de várias comissões parlamentares de inquérito, analisa os poderes e os limites deste instrumento de fiscalização. O antigo director-geral da PJ e ex-ministro da Justiça olha para os riscos de instrumentalização política e as consequências do processo.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump anunciou um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia para travar os ataques às infra-estruturas energéticas. Volodymyr Zelensky disse desconhecer qualquer acordo e defendeu que uma trégua tem de ser recíproca. Entretanto, Trump pediu à Ucrânia que escolha outro Presidente e ameaçou cortar o fornecimento de armas.
A tensão entre Washington e Kiev coincide com uma mudança na relação dos Estados Unidos com Moscovo. A administração Trump anunciou a compra de gasóleo russo e suspendeu temporariamente algumas sanções energéticas, enquanto a União Europeia aprovou novas sanções contra a Rússia.
Neste episódio do Hoje, Sónia Sénica, professora e investigadora em Relações Internacionais e especialista em política externa russa, analisa a estratégia de Trump, a margem de manobra de Zelensky e as vantagens que Moscovo poderá retirar do actual confronto entre Washington e Kiev.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os protestos começaram nos liceus dos subúrbios de Paris e rapidamente chegaram a outras zonas de França. Os estudantes contestam as condições nas escolas, mas a revolta revela também um sentimento de abandono em bairros onde as desigualdades são profundas.
A resposta do Governo combina promessas com uma forte presença policial. Entretanto, os protestos ganham dimensão política, numa altura em que França se prepara para as presidenciais e os partidos dos extremos procuram afirmar-se.
Neste episódio do Hoje, a jornalista Ana Dias Cordeiro, da secção internacional do PÚBLICO, ajuda-nos a perceber as razões desta contestação, porque é que os subúrbios estão no centro da revolta e que consequências políticas poderá ter num país com pouca margem orçamental.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Governo apresentou o Orçamento do Estado para 2027 com aumentos para salários, pensões e algumas prestações sociais, mas também com cortes de despesa em várias áreas.
O salário mínimo sobe para 970 euros e os funcionários públicos terão um aumento de pelo menos 60 euros. O Complemento Solidário para Idosos também aumenta e os escalões de IRS são actualizados. Ao mesmo tempo, o Governo prevê gastar menos na saúde e reduzir o investimento em ferrovia e estradas. Também há menos dinheiro para a Administração Regional e Local e não estão previstos novos apoios aos combustíveis.
O Governo precisa do apoio do PS para garantir a aprovação das contas e, ao mesmo tempo, tenta evitar que os socialistas aprovem propostas do Chega.
Neste episódio do Hoje, ouvimos o economista João Borges de Assunção, professor na Católica Lisbon School of Business & Economics e antigo assessor económico de Cavaco Silva.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lídia Jorge e Gonçalo M. Tavares estão entre os nomes associados ao Nobel da Literatura deste ano. Os dois escritores portugueses figuram nas previsões internacionais como possíveis vencedores.
Mas que hipóteses têm realmente os dois escritores portugueses? E quem são os favoritos desta edição? Can Xue, Anne Carson, Gerald Murnane, Haruki Murakami e Thomas Pynchon estão entre os nomes mais falados.
Neste episódio, falamos com a jornalista e crítica literária Isabel Lucas sobre os portugueses na corrida, os autores que podem ganhar este ano e como interpretar as escolhas da Academia Sueca.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A guerra no Médio Oriente está a pressionar o abastecimento mundial de petróleo e a provocar uma subida dos preços dos combustíveis, sobretudo nas últimas semanas.
As reservas estratégicas têm ajudado a compensar uma quebra no abastecimento, mas começam a escassear e a preocupar os países desenvolvidos. Quanto tempo podem estes mecanismos amortecer um choque prolongado e o que acontece quando começam a esgotar-se?
O petróleo tem de ser refinado e os ataques a refinarias e a redução da capacidade de refinação estão a deixar o mercado com mmenos gasolina, gasóleo e outros combustíveis, mesmo quando ainda existe petróleo bruto disponível.
Neste episódio, conversamos com António Costa Silva, antigo ministro da Economia e especialista em energia sobre a actual crise energética, as reservas estratégicas, a capacidade de refinação e as fragilidades de Portugal.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Sánchez decidiu antecipar as eleições legislativas espanholas para 29 de Novembro. O anúncio surge depois de o Governo espanhol ter sofrido uma nova derrota parlamentar, com o chumbo de medidas relacionadas com a habitação, num momento de forte contestação aos despejos e à falta de casas em Espanha.
A decisão encerra antecipadamente a legislatura e coloca novamente os espanhóis perante uma escolha que ultrapassa a continuidade do actual Governo. Sánchez pediu uma maioria progressista mais ampla e, na sua comunicação ao país, alertou para o crescimento da extrema-direita.
Que estratégia está por trás da antecipação das eleições? Como é que Sánchez vai gerir o eleitorado de esquerda à esquerda do PSOE. E que papel pode ter a extrema-direita nestas legislativas? São algumas das questões que analisamos neste episódio do Hoje com o politólogo Diogo Noivo.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A primeira volta das presidenciais brasileiras terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula da Silva. O candidato do Partido Liberal (PL) conseguiu cerca de 47% dos votos, contra cerca de 45% do actual Presidente. Os dois voltam às urnas a 25 de Outubro.
A segunda volta será uma nova eleição. Flávio Bolsonaro parte com vantagem, mas terá agora de procurar os votos dos candidatos que ficaram pelo caminho. Lula da Silva enfrenta o mesmo desafio e terá de tentar recuperar terreno entre a abstenção e os eleitores que não votaram no Partido dos Trabalhadores (PT) nesta primeira volta.
Neste episódio do Hoje, conversamos com Vicente Nunes, editor-chefe do PÚBLICO Brasil, sobre o resultado da primeira volta, a força do bolsonarismo e o que cada candidato terá de fazer para chegar à Presidência na segunda volta.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais de 158 milhões de brasileiros podem votar nas eleições de 4 de Outubro que vão escolher o Presidente da República, governadores, deputados e senadores, definindo os principais cargos políticos do país para os próximos anos.
Na corrida presidencial, Lula da Silva e Flávio Bolsonaro concentram grande parte das intenções de voto e procuram chegar aos eleitores que ainda não estão decididos com nenhum dos dois lados. Uma sondagem da Quaest, divulgada esta semana, dá 39% a Lula e 34% a Flávio Bolsonaro na primeira volta. Numa simulação de segunda volta entre os dois, aparecem empatados nos 42%.
Nesta recta final, a campanha sobe de tom e temas como a religião, a segurança, a economia e o papel das instituições estão no centro do debate.
Neste episódio do Hoje, conversamos com Natália Viana, jornalista brasileira e directora da Agência Pública, sobre o momento político do Brasil, a polarização e os desafios que estas eleições colocam à democracia brasileira.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
From the publisher's feed
O Hoje é o podcast diário de informação do PÚBLICO. De segunda a sexta, a jornalista Sara de Melo Rocha conversa com os repórteres do Público e os especialistas que melhor conhecem os temas da…

0 Listeners

5 Listeners

16 Listeners

6 Listeners

2 Listeners

16 Listeners

5 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

7 Listeners

29 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

2 Listeners

6 Listeners

9 Listeners

2 Listeners

2 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

0 Listeners

3 Listeners

2 Listeners