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Secretário-geral socialista desafia o primeiro-ministro sobre se quer entender-se com as "opções extremas" do Chega, salientando que Marcelo e Marques Mendes criticaram o PSD por isso. PS não vai fazer exigências antes de haver OE e conta com a negociação na especialidade. Sobre as interferências de Pedro Nuno Santos no caso do Elevador da Glória, José Luís Carneiro lembra que a "voz oficial do PS" é a sua.
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O presidente do Conselho Económico e Social (CES) considera que a matriz do direito de trabalho em Portugal "continua a ser do século passado” e avisa que "não é por termos soluções muito fechadas que o sistema de relações laborais defende mais os interesses e os direitos do trabalhador". "Há certamente melhorias a introduzir” na legislação laboral, defende Luís Pais Antunes, mas devem ser os parceiros sociais a chegar a um entendimento. No programa Hora da Verdade, uma parceria do PÚBLICO e da Renascença, o antigo secretário de Estado que conduziu as negociações do Código do Trabalho de 2003 alerta que o sistema político tem de dar resposta aos problemas reais das pessoas. "Falamos do problema da deslocação para o trabalho, dos problemas no sistema de saúde, na habitação, com a imigração", nota, acrescentando que a composição actual do Parlamento não é "por si só uma causa de exclusão de consensos”.
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Embora reconheça que a Procuradoria-Geral da República (PGR) "passou a ter uma voz" com Amadeu Guerra, o presidente do Sindicato de Magistrados do Ministério Público, Paulo Lona, considera "inaceitável" a acumulação de funções que é pedida aos magistrados, pondo em causa a actual especialização.
Sobre os processos mais mediáticos em curso, Paulo Lona diz que, "aparentemente, houve abuso" de entrega de recursos por parte da defesa de José Sócrates na Operação Marquês, e considera que o julgamento da humorista Joana Marques será "relevante" para saber "se existem limites à liberdade de expressão e onde é que estão esses limites".
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O eurodeputado do PS Francisco Assis acusa o Governo de preferir discutir questões de imigração com a extrema-direita e não com os socialistas. Em entrevista ao PÚBLICO-Renascença, compara ainda a actual crise dos partidos socialistas à crise dos partidos comunistas na Europa nos anos 1990.
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“As políticas económicas que estamos a ver na Argentina estão a funcionar”
Mariana Leitão, candidata à liderança da Iniciativa Liberal, diz que as políticas económicas implementadas pelo presidente Argentino, Javier Milei, estão a funcionar e são defendidas pelos liberais desde a fundação do partido. Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, desafia Luís Montenegro: "tem coragem para enfrentar os boys?"
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Álvaro Almeida: “Se não houver outra solução, a concentração de serviços terá de ser uma resposta”
As escalas de urgência para o Verão “estão feitas”, “como há falta de recursos humanos, têm períodos que não estão completos”, assume o director executivo do SNS, na sua primeira grande entrevista desde que assumiu o cargo. A situação das urgências de ginecologia/obstetrícia na Península de Setúbal é uma das mais complicadas. “Até agora não encontrámos uma solução que fosse consensual com as três equipas”, reconheceu Álvaro Almeida, em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença. Admite que, sem outra opção, a concentração de serviços poderá ser uma alternativa.
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Sebastião Bugalho, que foi cabeça de lista ao Parlamento Europeu pela AD, está convencido de que o próximo governo de Luís Montenegro deve dialogar com o Chega, mesmo que o partido de André Ventura não seja confiável, porque há uma parte do eleitorado que não gosta da ideia de bloco central. Sobre o desastre eleitoral do PS, considera que "uma das missões do centro-direita" é ter um interlocutor forte e moderado na social-democracia.
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Coordenador da parte económica e fiscal do programa eleitoral do PS, o antigo secretário de Estado António Mendonça Mendes prevê que os próximos tenham menos dramatismo com "saída de cena" de Marcelo Rebelo de Sousa e desafia PSD a escolher entre compromissos no "campo democrático" ou com "agendas radicais e populistas".
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O presidente da Comissão Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, Alberto Caldas Afonso, reconhece que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) atravessa uma fase de escassez de recursos humanos, que impacta sobretudo a área da obstetrícia e ginecologia. Em entrevista ao Hora da Verdade, programa do PÚBLICO e da Renascença, defende a criação de um centro materno-infantil na península de Setúbal, semelhante ao que dirige a norte do país, no Porto, de forma a dar resposta às populações e a evitar que as mulheres grávidas continuem a atravessar a ponte para poderem ter os seus bebés nas maternidades de Lisboa. Este é um cenário que prevê como “muito residual”, caso avancem as medidas que o organismo que lidera propôs à tutela.
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É um homem de consensos e recusa que isso lhe roube credibilidade. Para a candidatura à Câmara do Porto, não quis coligações pré-eleitorais, mas não refuta acordos pós-eleições.
Está a criar um "projecto político que vai à esquerda e muito à direita do PS", com lugar para pelo menos um vereador de Rui Moreira e muitos outros apoiantes do actual autarca e de outros partidos.
A habitação, a segurança e a mobilidade merecem destaque nas suas propostas. O turismo, diz, é "essencial para o presente e futuro do Porto", embora precise de ser regulado. Pegada turística deve ser mitigada com os lucros que traz à cidade.
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A entrevista da semana numa parceria PÚBLICO e Rádio Renascença.