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O programa Hora H do Agro deste sábado, 22, analisou os riscos de o agronegócio brasileiro perder os benefícios fiscais que possui atualmente. Em entrevista nesta semana, o presidente Lula criticou o volume de incentivos e, inclusive, citou o agronegócio. A fala ocorre em um momento de piora das contas públicas e maior sede de arrecadação por parte do governo.
Outro destaque do programa foi a disparada do dólar, que chegou a se aproximar de R$ 5,50 diante de um cenário fiscal delicado. A alta da moeda americana traz impactos para a formação dos preços da soja e também para os insumos agrícolas, como fertilizantes e defensivos.
Já no cenário internacional, a China iniciou uma nova guerra comercial, mas desta vez com a União Europeia. O país asiático abriu uma investigação antidumping sobre carne suína de bloco europeu, que ocorre quando há suspeita de comercialização de produtos a preços abaixo do custo de produção. A medida foi vista como uma retaliação por parte dos chineses já que recentemente, a União Europeia decidiu impor tarifas de quase 50% sobre os veículos elétricos do país asiático. A análise do Insper Agro Global é que o Brasil pode se beneficiar; entenda!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 15, analisou a devolução da MP 1.224/2024 pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. A Medida Provisória do governo taxava a agropecuária e outros setores da economia através da redução de benefícios fiscais do PIS/Cofins. Apesar da vitória, os produtores rurais seguem de olho na possibilidade de novos aumentos de tributos, especialmente relacionados ao 'imposto do pecado' na Reforma Tributária e em decisões do Supremo Tribunal Federal.
Outro tema abordado foi o cancelamento do leilão para compra de arroz. A decisão ocorreu após fragilidades financeiras e técnicas terem sido identificadas nas empresas arrematantes. Entre os vencedores do leilão estavam uma queijaria, uma fabricante de sucos e até uma locadora de carros. Apesar disso, o governo disse que não vai recuar e deve realizar um novo leilão. O tema também gerou a demissão do secretário de política agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, por suspeita de fraude, já que pessoas próximas a ele estavam entre os arrematantes dos lotes de arroz. A saída dele acontece a poucas semanas do anúncio do Plano Safra, principal política de crédito para o agro.
Na economia, o destaque foi a disparada do dólar, que chegou a superar R$ 5,40. O mercado financeiro repercute a piora das contas do governo e a manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos, que está no maior patamar desde 2001. Já no cenário externo, o que chamou a atenção foi o avanço da direita na Europa após eleições para o Parlamento. As mudanças no bloco devem impactar a agenda ESG por lá e o agronegócio brasileiro.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 8, analisou os impactos da decisão do governo de taxar o agronegócio e outros setores da economia. Nesta semana, uma medida que restringe o uso de crédito tributário de PIS/Cofins e acaba com o ressarcimento do crédito presumido foi publicada. O objetivo é aumentar a arrecadação em R$ 29,2 bilhões. A cadeia da soja estima prejuízos de R$ 6,5 bilhões neste ano e um impacto de 4% no preço do grão ao agricultor. Também há expectativa de alta inflacionária nos preços dos alimentos.
No encontro, também foi abordado o primeiro leilão de importação de arroz pelo governo, que gerou estranheza do mercado. Uma queijaria, uma empresa fabricante de sucos e até uma locadora de carros estão entre as empresas que arremataram a venda de arroz importado para o governo. Isso é o que indicou a consultoria Cogo Inteligência em Agronegócio, que afirma que nenhuma dessas empresas são conhecidas como participantes tradicionais do agro, especialmente no mercado de arroz.
Já no cenário internacional, a campanha do candidato à Casa Branca, Donald Trump, conseguiu arrecadar cerca de US$ 52 milhões de dólares (R$ 278 milhões). Os doadores contribuíram com essa quantia 24 horas após ele ter sido considerado culpado por um júri em um caso analisado em Nova Iorque. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 1, analisou os impactos da decisão do governo Lula de importar arroz e tabelar o preço do cereal em até R$ 8 dois quilos do cereal. Especialistas afirmam que essa medida é puramente populista e se trata de uma intervenção no mercado.
Outro tema em destaque no encontro foi a visita que o agricultor Laercio Della Vechia fez ao Rio Grande do Sul com sua família. Ele se voluntariou, dormiu em abrigos e conheceu as histórias de superação no agro. "Vai ficar marcado na minha história", disse ele.
Já no clima, o PhD em meteorologia Luiz Carlos Molion analisou as perspectivas climáticas para o curto, médio e longo prazo. Ele afirma que o mundo está iniciando um processo de mudança no ciclo climático que deverá durar 30 anos. Entenda que tipo de alterações poderemos ver ao longo deste período e os possíveis impactos!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 25, analisou os impactos que a Petrobras deve sofrer após o Conselho de Administração da estatal aprovar o nome de Magda Chambriard, indicada por Lula para a presidência. A Raion Consultoria relembra que Magda fez parte da equipe da ex-presidente Dilma Rousseff e não descarta um aumento da interferência política em preços de combustíveis.
No agro, a redução das tarifas de importação de arroz até o fim do ano gerou um impasse entre o governo e o setor agrícola. Os produtores rurais alegam que não é necessária a importação, pois o volume colhido no estado é suficiente. Já o governo diz querer evitar especulações no mercado e impactos na inflação.
O encontro deste sábado também abordou as projeções para preços da soja, que já subiram 10% em maio, e de fertilizantes, além do avanço da gripe aviária no mundo, atingindo não só granjas de corte e ovos, mas bovinos e até humanos. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 18, continua com a cobertura especial sobre as enchentes no Rio Grande do Sul. Desta vez, fomos até algumas das regiões mais afetadas do estado para conhecer histórias do agro. Em Estrela, conhecemos o produtor de leite Eloi Wermann, que perdeu quase todos os seus animais para a enxurrada. Já em Encantado, foi a vez da criadora de suínos Priscila Bonfanti dar o seu relato. Apesar dos prejuízos, ela não quer desistir da atividade. Em Lajeado, conhecemos o médico veterinário Hermes Radmann, que se juntou com outros profissionais para fazer o atendimento gratuito de diversos animais. Alguns desses voluntários tiveram que chegar de barco em áreas que estavam isoladas há mais de 15 dias.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 11, segue com a cobertura especial sobre a tragédia que atinge o Rio Grande do Sul. Animais mortos, soja úmida, silos totalmente alagados, máquinas agrícolas inundadas e arroz 'varrido' pelas águas. Este é o cenário que começa a aparecer nas áreas rurais conforme o nível da água começa a cair. O retorno das chuvas em algumas regiões acende o alerta de produtores rurais que tiveram que ser resgatados às pressas e perderam tudo.
No encontro, a jornalista Kellen Severo analisou com especialistas os impactos na produção agrícola e pecuária, assim como a possibilidade de alta nos preços de alimentos, desabastecimento de produtos e efeitos nas exportações. Também foram abordadas as medidas já anunciadas pelo governo federal ao setor agro, além dos efeitos na construção do próximo Plano Safra, impactos nas pautas do Congresso e como será realizada a reconstrução da infraestrutura, já que a logística no estado continua prejudicada.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 4, analisou os impactos das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. As fortes chuvas impactaram mais de 200 municípios do estado e deixaram mortos e pelo menos 17 mil desalojados. Nas áreas rurais, tratores, lavouras e animais ficaram completamente debaixo d'água. A infraestrutura foi totalmente danificada, com diversos bloqueios em rodovias e pontes destruídas. A logística para escoamento do leite e transporte de hortifrútis está paralisada.
A consultoria Safras&Mercado revela que o Rio Grande do Sul está entre os três principais estados produtores de soja. Cerca de 25% da safra ainda estava no campo e deverá ser afetada. A empresa revela que fará nova redução da produção brasileira devido às inundações e que entre 4 a 5 milhões de toneladas estão em risco. Já no clima, a Nottus Meteorologia explica que o El Niño foi um dos causadores das fortes chuvas e prevê mais eventos climáticos extremos com a transição para o La Niña.
Já no cenário internacional, a equipe econômica do candidato à presidência dos EUA, Donald Trump, avalia formas de impedir que outros países deixem de utilizar o dólar, caso ele seja eleito à Casa Branca neste ano. As discussões incluem eventuais sanções para países aliados ou adversários que realizarem comércio bilateral em moedas que não seja a moeda americana. Vale lembrar que o BRICS, bloco que o Brasil faz parte, discutiu a desdolarização em um encontro no ano passado e que os bancos centrais do Brasil e China firmaram um acordo bilateral para usar uma conversão direta das moedas - o dólar e o yuan - sem o intermédio do dólar.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 26, analisou o avanço do projeto de lei complementar que autoriza os estados a legislarem sobre porte e posse de armas. A medida foi aprovada na CCJ da Câmara após o governo sofrer um revés ao tentar tirar o tema da pauta.
No encontro, foi abordada a aprovação de US$ 95 bilhões pelo presidente americano, Joe Biden, para países como Ucrânia, Taiwan e Israel e o resultado das ações de Javier Milei na economia argentina, que fechou o trimestre com o primeiro superávit fiscal em 15 anos.
Também esteve em destaque a determinação do STF que o Congresso e o governo entrem em um acordo sobre o Marco Temporal das Terras Indígenas e a restrição pela Colômbia de importações de carne dos EUA após casos de gripe aviária no rebanho leiteiro americano.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 20, analisou os efeitos na geopolítica e agro após Israel atacar o Irã. A ação de Benjamin Netanyahu aconteceu após os iranianos lançarem mísseis no último fim de semana, que foram interceptados pelo sistema de defesa aéreo de Israel, chamado de domo de ferro.
Outro tema abordado foi a disparada do dólar, que chegou a encostar em R$ 5,29. Entre os motivos estão o aumento das tensões no Oriente Médio, juros nos Estados Unidos e piora do quadro fiscal no Brasil. Já no agro, o principal efeito foi sentido em preços de fertilizantes.
No encontro, também estiveram em destaque as invasões realizadas pelo MST em 11 estados brasileiros e o anúncio do governo de um plano para destinar áreas para a reforma agrária. Já na questão indígena, Lula homologou a demarcação de mais duas áreas, uma na Bahia e outra em Mato Grosso. Confira!
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