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O programa Hora H do Agro deste sábado, 13, analisou os efeitos do confronto entre o bilionário Elon Musk e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Outro tema que esteve em discussão foi a atualização da agência climática dos Estados Unidos sobre o La Niña. A projeção é que o fenômeno terá 85% de chance de ocorrer no segundo semestre do ano, com pico entre outubro e dezembro.
O corte na safra de grãos, realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e as projeções de preços da soja, milho e fertilizantes também foram assuntos abordados neste fim de semana. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 6, analisou os riscos de uma guerra em plena fronteira com o Brasil. Isso porque nesta semana, o ditador Nicolás Maduro assinou uma lei que anexa parte da Guiana à Venezuela. Durante cerimônia para promulgação, ele afirmou que a decisão foi aprovada pela população em um referendo que aconteceu em dezembro.
Também esteve em discussão a disparada do preço do petróleo, que alcançou US$ 90 o barril, maior patamar desde outubro de 2023. Essa alta pressiona a Petrobras a realizar um novo reajuste nos combustíveis. A situação tem como cenário planos da Rússia de reduzir as exportações de diesel após ataque da Ucrânia a refinarias do país. O tema importa, já que os russos são os principais fornecedores do Brasil
No encontro, também foi abordada a renegociação das dívidas do agro e o fato de muitos produtores rurais terem ficado de fora, além denúncia que agricultores dos Estados Unidos estão fazendo. Eles afirmam que o estado do Oregon está querendo fechar pequenas fazendas com base em regras sobre o uso de água. Será este um novo degrau da agenda ESG implementadas por governos? Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 30, analisou os impactos dos massivos investimentos realizados pela China no Brasil e na América do Sul. Isso porque neste ano, será entregue um mega porto chinês no Peru, investimento que é o maior até agora no continente. Um levantamento do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos revelou que até 2022 a China possuía investimentos em mais de 170 países, que fazem parte da Rota da Seda.
Outro tema em análise foi a visita do presidente francês Emmanuel Macron ao Brasil. Ele conheceu a Amazônia, condecorou uma liderança indígena se reuniu com empresários. Já o agro brasileiro, setor que ele tanto critica, ficou de fora da agenda com ele. Em evento em São Paulo, ele voltou a criticar o acordo comercial entre Mercosul-União Europeia e afirmou que o tratado "é péssimo".
No encontro, também estiveram em destaque a disparada na confiança de empresários rurais da Argentina com o governo Milei e a história de uma cooperativa agrícola que transformou o Cerrado em solo fértil para a produção de hortifrutis. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 23, analisou os efeitos do aumento de impostos que passará a vigorar a partir de abril. Isso porque o governo do Rio Grande do Sul decidiu que vai retirar benefícios fiscais de diversos alimentos, como arroz, feijão, leite e ovos. A ideia é que o aumento dos impostos ajude o estado a conter o rombo nas contas públicas. Além disso, o setor de defensivos agrícolas deverá pagar uma nova taxa.
Outros temas abordados foram a boa avaliação do presidente argentino, Javier Milei, quando se trata da atuação dele na agricultura, e o protesto de produtores de leite. Cerca de 7 mil pecuaristas se reuniram no movimento "Minas Grita pelo Leite" e pediram o fim das importações de lácteos do Mercosul, que são apontadas como um dos causadores da crise no setor.
O Hora do Agro também recebeu o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em uma entrevista exclusiva. Temas como crédito rural, socorro ao setor leiteiro e renegociação de dívidas de produtores de soja foram alguns dos temas analisados. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 16, analisou o avanço da direita na Europa. Isso porque no último fim de semana, o partido de centro-direita Aliança Democrática conquistou maioria das cadeiras no país. Já a legenda de extrema-direita conquistou mais que o dobro de votos em relação ao último pleito. Para o agro, este tema importa já que em junho haverá as eleições para o Parlamento Europeu, que desempenha um papel importante em políticas do bloco que podem afetar o Brasil, como a agenda verde.
No encontro, também ganhou destaque a habilitação de 38 plantas frigoríficas do Brasil para exportação à China. A medida inclui o envio de carnes bovina, suína e de frango e acontece em um momento onde o abate de animais no país atingiu níveis recordes, segundo o IBGE. Confira se o preço ao pecuarista deve subir e o que esperar dos valores das carnes ao consumidor final!
Entre outros temas abordados estiveram o plano do governo Lula de baixar os preços dos alimentos através de linhas de financiamento do Plano Safra, o alerta da agência climática dos EUA de que o La Niña pode se antecipar e os preços da soja, que tiveram um ponto de virada e interromperam as quedas. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 9, analisou os efeitos no Brasil e no agro de uma possível vitória do ex-presidente dos EUA, Donald Trump. Isso porque nesta semana, a Suprema Corte americana decidiu que ele poderá concorrer às eleições em novembro. Além disso, sua adversária ao cargo no partido dos republicanos, Nikki Haley, anunciou a retirada da disputa, o que abre caminho para Trump ser o candidato do partido.
No encontro, também foi abordada a proposta enviada ao presidente Lula por uma associação de pecuaristas para a criação de uma "bolsa picanha". Na prática, a medida cria um cartão exclusivo no valor de R$ 35 por família para que a população de baixa renda compre carne bovina mensalmente.Outro tema que esteve em destaque foi a confirmação feita pela Bolsa de Comércio de Rosário, na Argentina, de um La Niña forte neste ano, além da disparada de 535% no número de pedidos de recuperação judicial no agro. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 02, abordou a continuidade da crise diplomática entre Brasil e Israel. Na semana, o presidente Lula disse que não citou a palavra "Holocausto" ao citar a ação de Israel na Faixa de Gaza. Enquanto isso, o ministro das relações exteriores do país afirmou no X que Lula deveria se envergonhar e pedir desculpas. No agro, Israel ganha destaque especialmente no setor de tecnologia e manejos agrícolas de produção em pleno deserto, temas que setor brasileiro tem muito a aprender.
No encontro, também esteve em destaque a fala do ex-presidente Jair Bolsonaro, que lembrou do agronegócio durante manifestação na Avenida Paulista no último fim de semana, além da alta registrada no preço do leite, perspectiva de preços melhores da soja e queda dos fertilizantes a níveis de 2021, gerando oportunidades de negócios aos produtores de soja.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 24, analisou a proposta que o governo da Dinamarca recebeu para taxar fazendas como uma forma de atingir as metas climáticas do país. Na prática, a medida cria um imposto sobre o carbono emitido e obriga um pagamento sobre a produção agrícola em até 750 coroas (o equivalente a R$ 538 por tonelada equivalente de CO2 emitido).
Outro tema em destaque foi os impactos no agro da crise entre Brasil e Israel após o presidente Lula comparar a ação do país na Faixa de Gaza ao Holocausto. Ainda no cenário externo, mais um país aderiu aos protestos de agricultores da Europa contra a Agenda 2030. Desta vez os produtores da República Tcheca se juntaram às manifestações, que só em 2024 já alcançam 17 países.
No agro, um dos assuntos abordados foi o mercado de terras agrícolas, que no Brasil, registrou uma valorização de 3,2% em 2023. A tendência de preços da soja e as perspectivas para o setor do leite, que já tem produtores vendendo animais para pagar as contas, também estiveram em pauta.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 17, analisou os desdobramentos da guerra entre Rússia e Ucrânia, que no próximo dia 24 completa dois anos. Na semana, os ucranianos disseram ter atacado um navio russo na Crimeia. Já a Rússia fez dois bombardeios em cidades da Ucrânia.
Outro tema abordado foi a projeção realizada pela Aprosoja Brasil de que há risco de desabastecimento de soja na temporada 23/24 devido à quebra de safra do grão. Apesar da redução das estimativas de produção pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Cogo Consultoria não prevê uma alta de preços da oleaginosa.
Também esteve em destaque a projeção do Departamento de Agricultura dos EUA de que a produção mundial de carne bovina deverá encerrar um ciclo de alta. Com isso, há perspectivas de o Brasil se beneficiar e registrar bons volumes exportados do produto.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 10, analisou a decisão da União Europeia de voltar atrás em algumas imposições da agenda verde ao setor agrícola. A decisão acontece após agricultores de mais países aderirem aos protestos contra o governo. Neste ano, pelo menos 15 países já se manifestaram contra as regras ambientais que inviabilizam a atividade. Por outro lado, nesta mesma semana, a Comissão Europeia apresentou um plano mais rígido para cortar as emissões até 2040.
Outro tema discutido foi a entrevista do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à Fox News. Trump afirmou que se eleito, irá elevar as tarifas sobre produtos chineses em mais de 60%. Vale lembrar que durante a guerra comercial travada entre o país e a China, o agro brasileiro se beneficiou ao abocanhar uma fatia do mercado chinês que era dos americanos. Outro assunto destaque foi a entrevista do presidente da Rússia, Vladimir Putin, ao jornalista Tucker Carlson. Esta foi a primeira conversa dele com alguém da imprensa americana desde o início da guerra na Ucrânia.
Já no clima, a agência americana revelou nesta semana que o fenômeno La Niña deve voltar ainda neste semestre. A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos prevê que os efeitos do El Niño devem durar até abril. Na sequência, haverá um breve período de neutralidade climática. E em junho, o La Niña retorna a incidir na atmosfera. Confira os mapas com a previsão do tempo até agosto!
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