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O programa Hora H do Agro deste sábado, 25, analisou os desafios para o sucesso do presidente eleito da Argentina, Javier Milei. Na semana, a bolsa da Argentina e as ações do país na bolsa americana dispararam, após o mercado financeiro aprovar o resultado das eleições do país vizinho. Entre as propostas de Milei estão a dolarização total da economia argentina, fim do banco central e redução da máquina pública.
Já aqui no Brasil, a semana foi marcada por dados que são indícios de como será a economia de Lula e Haddad em 2024. Entre essas notícias estão a perspectiva de redução do PIB (puxada pela queda da safra agrícola), piora da avaliação do presidente, aumento da projeção de déficit primário, aprovação pelo Congresso da elevação de impostos e propostas de estados de aumentar o ICMS.
Também estiveram em destaque a perspectiva de que o pico do El Niño vai acontecer neste fim de ano e o que esperar para a Cúpula do Clima (COP 28), que acontecerá em Dubai, nos Emirados Árabes, na próxima semana. Vilão ou salvação? Confira a projeção de como o agro do Brasil será tratado no evento.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 18, analisou os cenários para a corrida presidencial na Argentina. Uma pesquisa realizada pela consultoria Atlas Intel, que acertou o resultado do 1º turno, indica que há 48,6% das intenções de votos para Javier Milei, enquanto Sergio Massa tem 44,6%. Quem assumir o cargo terá que lidar com uma economia cambaleante, com inflação acima de 140%, alto índice de pobreza e até falta de combustíveis.
Outro tema abordado foi o encontro histórico entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o da China, Xi Jinping. Vale lembrar que desde 2022 a tensão entre os países aumentou. Neste ano, houve o caso de um suposto balão de vigilância chinês, que foi detectado no espaço aéreo dos EUA e uma guerra tecnológica entre americanos e chineses, com diversas sanções e restrições de comércio.
Por fim, as perspectivas para o novo ministro do STF e o que esperar da Corte em 2024 e a competição internacional "Trator do Ano" também estiveram em destaque. Nesta semana, foram divulgadas as máquinas agrícolas vencedoras dessa disputa que tem como objetivo premiar os melhores tratores do mercado europeu, e destacar o que há de mais inovador em termos de mecanização agrícola. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 11, destacou os principais pontos da reforma tributária aprovada no Senado e o que muda a partir de agora para o agronegócio. A análise de pelo menos três especialistas é que mesmo com redução de alíquota no setor produtivo, os produtores rurais irão pagar mais impostos que atualmente.
No encontro, também foi abordada a prova do Enem no último fim de semana, com questões que vilanizaram o agronegócio brasileiro. Algumas das perguntas citavam que o Cerrado está cada vez mais subordinado à lógica do agronegócio, com a pragatização de seres humanos, chuva de veneno e cerco aos camponeses, além de associações da soja ao desmatamento na Amazônia.
O novo alerta da agência climática dos EUA, com perspectivas de que o fenômeno El Niño vai durar mais que o esperado, e a proposta da Itália para se tornar o primeiro país do mundo a proibir alimentos criados em laboratório, alegando a preservação do patrimônio agroalimentar, também foram analisados. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 4, analisou as perspectivas para o Brasil após o presidente Lula dizer que dificilmente o governo irá conseguir zerar o déficit fiscal em 2024, como ele próprio havia se comprometido. O aumento do risco fiscal fez o mercado reagir, com o dólar e juros subindo, e revela um possível apetite por mais impostos. Especialistas não descartam a possibilidade de o agronegócio pagar essa conta com mais tributos.
A escassez de combustíveis na Argentina e as filas que os residentes do país estão enfrentando também estiveram em destaque. A situação acontece a algumas semanas do segundo turno das eleições presidenciais e em pleno plantio do milho e girassol, quando os agricultores mais necessitam de diesel para utilização nas máquinas agrícolas.
Também estiveram em debate a queda expressiva do preço do leite pago ao produtor, que já registra recuo de 31% em um ano, e a denúncia do ex-presidente da Câmara dos Deputados e ex-relator do Código Florestal, Aldo Rebelo, sobre a atuação das ONGs no Brasil. Segundo ele, as ONGs atuam como um Estado paralelo que governam a Amazônia e por conta disso, o Brasil está em processo de renúncia da soberania para essas entidades. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 28, analisou as perspectivas para a guerra no Oriente Médio após Israel anunciar uma intensificação das ações terrestres na Faixa de Gaza. Para Pedro Costa Jr., professor de relações internacionais, o primeiro-ministro do país, Benjamin Netanyahu, está 'preparando a cavalaria para entrar'. Já o bilionário Elon Musk afirmou nesta semana que o risco de uma Terceira Guerra Mundial está crescendo rapidamente.
No encontro, também foi abordado o resultado das eleições na Argentina, com um segundo turno que será disputado entre Sergio Massa e Javier Milei, e o início de uma possível onda de direita na América. Isso porque neste mês, o empresário de centro-direita Daniel Noboa foi eleito presidente do Equador. No radar também estão as eleições na Argentina, com Milei indo para o segundo turno, e a disputa nos Estados Unidos, prevista para 2024, com o ex-presidente, Donald Trump, sendo apontado como favorito em algumas pesquisas eleitorais.
Também estiveram em destaque as tendências para os preços dos combustíveis, já que a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) revelou que a janela de importação do diesel está fechada há mais de 160 dias, e as perspectivas para o PL do Marco Temporal das Terras Indígenas depois que o presidente Lula vetou importantes trechos da medida.
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 21, analisou a aproximação entre China e Rússia e os impactos na geopolítica e no agronegócio. Isso porque nesta semana, Vladimir Putin fez uma rara viagem ao país asiático para participar de um evento de infraestrutura que pretende conectar diversos continentes. No agro, os dois países já assinaram acordos para os russos enviarem grãos aos chineses e uma rota logística terrestre está sendo estudada.
No encontro, também foi destacado a eleição presidencial na Argentina, que acontece no próximo domingo, e os efeitos no Brasil, assim como um protesto realizado pelo MST no Paraná em que os integrantes do movimento renderam policiais militares. Em nota, a PM afirmou que uma equipe foi enviada para liberar uma rodovia interditada pelos manifestantes. Porém, usando força e agressão, eles retiraram os policiais do local.
Já no clima, o foco do programa esteve no aumento das chances de ocorrência de um El Niño. Segundo a agência climática dos EUA, a possibilidade subiu de 71% no mês passado para uma faixa de 75% a 85%. O Instituto Nacional de Meteorologia destaca que o pico do fenômeno deve acontecer entre novembro e dezembro e traz mapas de previsão de chuvas e temperaturas até janeiro. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 14, abordou os principais impactos da guerra entre Israel e Hamas na vida do brasileiro. Os novos rumos da geopolítica, da economia brasileira e mundial, preços de alimentos e de energia foram abordados em um programa especial.
Também esteve em destaque o aumento das importações de leite pelo Brasil que cresceram 128% e estão reforçando a crise que o setor enfrenta. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 7, analisou o primeiro debate realizado entre os candidatos à presidência na Argentina e o resultado das últimas pesquisas eleitorais no país, que indicam Javier Milei à frente da disputa. Entre as propostas dele para o agronegócio argentino está a retirada de taxas sobre exportações (retenciones) e o fim de impostos de importação de insumos agrícolas. Especialistas indicam que uma possível vitória de Milei poderia aumentar a competitividade do país e afetar o agro brasileiro.
Também esteve em destaque o PL do Mercado de Carbono, que foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Meio Ambiente do Senado e segue para a Câmara. A agropecuária primária foi retirada das obrigações de redução de emissões de gases do efeito estufa e ao mesmo tempo poderá vender os créditos que o setor gerar.
No encontro, também foi abordado a invasão de uma propriedade no Paraná, realizada por indígenas, que completou uma semana, e a liberação de crédito rural do Plano Safra 23/24. Isso porque o público do programa relatou dificuldade de acesso aos recursos. O secretário-adjunto de política agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz, respondeu aos questionamentos em uma entrevista exclusiva. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 30, analisou a aprovação do PL do Marco Temporal das Terras Indígenas pelo Senado, que vai contra a decisão do STF na última semana de acabar com a regra. Especialistas divergem sobre qual decisão irá valer após o projeto de lei ser sancionado. O Marco Temporal estabelece que terras só podem ser demarcadas como indígenas se esses povos estiverem na área na data da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988
No encontro, também foi abordado o embate entre STF e o Congresso. Nesta semana, frentes parlamentares e partidos políticos repudiaram a interferência da Corte em temas do Legislativo, como o Marco Temporal Indígena, legalização do aborto e do porte de drogas. Uma PEC que limita o poder do STF teve apoio anunciado pela bancada do agro.
Entre outros temas analisados, estiveram o protesto realizado por produtores de leite contra a crise que o setor enfrenta e o manifesto assinado pelo agro do Brasil, Argentina e Paraguai contra uma regra ambiental da União Europeia que vai afetar as exportações agrícolas desses países. Eles afirmam que a lei se trata de uma medida protecionista disfarçada de ambiental. Confira!
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O programa Hora H do Agro deste sábado, 23, analisou os efeitos do fim do Marco Temporal das Terras Indígenas, que foi decidido pelo STF nesta semana. A tese do Marco Temporal dizia que só poderiam ser demarcadas como indígenas as áreas que esses povos ocupavam na data da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) afirma que agora, qualquer área do Brasil - seja urbana ou rural - poderá ser reivindicada por um indígena. No campo, agricultores de diversas cidades poderão perder as propriedades rurais. Já os prefeitos dizem que os municípios podem perder territórios para os índios e ter a economia impactada.
No encontro, a jornalista Kellen Severo também destacou a suspensão das exportações de combustíveis da Rússia e os efeitos no Brasil. Isso porque o país é o principal fornecedor de diesel do Brasil e o quarto de gasolina. Já na economia, uma pesquisa do Datafolha revelou que os eleitores do presidente Lula estão mais pessimistas com o rumo econômico do país.
No cenário internacional, também foi abordada a projeção feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de que a Índia é o país que mais vai crescer em 2023 e em 2024. Em relatório, a entidade internacional indicou uma projeção para o PIB indiano com crescimento de 6,3% e em 2024, uma elevação de 6%. Os dados chamam a atenção pois o PIB da Índia deverá ultrapassar o da China e de importantes economias, como dos EUA e Japão.
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