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Estou a recolher histórias. Gostava muito de ouvir dois tipos de histórias:
1. Um momento em que a pessoa se tornou mais importante do que o propósito. Talvez alguém tenha rejeitado uma ideia, um evento ou um projeto por causa de quem estava envolvido.
2. Um momento em que as pessoas conseguiram ultrapassar as suas diferenças porque o propósito era mais importante. Pode ser no contexto de trabalho, família, voluntariado, escola, política ou vizinhança.
Quanto mais específica for a história, melhor. Deixa um comentário ou enviar-me uma mensagem privada aqui ou no Instagram: @raquelcoelhobunny
Porque é que tantas formas de diversidade humana continuam a ser tratadas como problemas a corrigir, em vez de oportunidades para desenhar um mundo melhor?
Neste episódio, reflito sobre acessibilidade, inclusão e pertença. Partindo de experiências pessoais, exemplos do quotidiano e ideias inspiradas pelo livro Unmasking Autism de Devon Price, exploro como muitas das dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência, neurodivergência ou condições invisíveis resultam menos das características individuais e mais da forma como os sistemas são concebidos.
Falo de língua gestual, casas de banho públicas, bancos de jardim, passadeiras, transportes, espaços sensoriais e da importância de desenhar com as pessoas, e não apenas para as pessoas.
Links mencionados:
• Unmasking Autism – Devon Price
• Project for Public Spaces
• Na Minha Rua Lisboa
• Língua Gestual Portuguesa – Associação Portuguesa de Surdos
Até à próxima. Imagina.
In this episode, I explore what happens when we stop treating human variation as a problem to solve. Through observations and everyday examples — from sign language and sidewalks to toilets and public spaces — we imagine a world designed for belonging rather than constant stress and adaptation.
O mundo está pior… ou estamos a ver melhor?
Neste episódio, exploro como as mudanças de paradigma tornam visível o que antes era aceite — e o que podemos fazer com isso. Pequenas ações, repetidas, também mudam o mundo. (Sim, mesmo as tuas.)
Referências:
Suleika Jaouad
Erica Chenoweth
Jamie Wheal
Thomas Kuhn
Aquilo que repetimos torna-se quem somos. Neste episódio, exploramos como pequenas ações diárias moldam a nossa identidade, o papel da mentalidade de crescimento (Carol Dweck) e como o talento pode ser desenvolvido através da prática. Refletimos também sobre a importância do contexto — no trabalho e na sociedade — e como sistemas podem apoiar ou bloquear o nosso desenvolvimento.
Um episódio sobre hábitos, significado e a pergunta essencial: quem é que nos queremos tornar?
Leituras:
Jornal Maio: https://jornalmaio.org/
Cassar, L., & Meier, S. (2018). Nonmonetary Incentives and the Implications of Work as a Source of Meaning. Journal of Economic Perspectives, 32(3), 215–238. https://doi.org/10.1257/jep.32.3.215
Ulrich, D. (2014). The future targets or outcomes of HR work: individuals, organizations and leadership. Human Resource Development International, 17(1), 1–9. https://doi.org/10.1080/13678868.2013.825144
Ulrich, D. & Smallwood, N. (2011). What is talent? Leader to Leader, 2012(63), 55–61. https://doi.org/10.1002/ltl.20011
Amy Wrzesniewski & Jane E. Dutton (2001) Crafting a Job: Revisioning Employees as Active Crafters of Their Work. Academy of Management Review, 26(2), 179–201
Nos desafios das citações: https://blogs.umb.edu/quoteunquote/2012/05/08/its-a-much-more-effective-quotation-to-attribute-it-to-aristotle-rather-than-to-will-durant/
Talent is not something we either have or don’t have. Talent becomes something we can practise into existence.
- Fun quote fact
- I bring in Carol Dweck's growth vs fixed mindset: Instead of thinking “I can’t do this!” we think “I can’t do this… YET”
- Ulrich's Talent Triad: competence, commitment, contribution, with the addition of CONTEXT.
- Jornal Maio changing the world!
- The Summer Day, by Mary Oliver
Further reading:
Contexto: 79 escolas públicas receberam, nos dois últimos anos letivos, influenciadores digitais que promovem nas suas redes sociais conteúdos sexuais e misóginos.
Proibir é necessário em alguns casos. Mas não podemos esquecer que educar é sempre mais difícil e muito mais importante.
Assim, em vez de nos limitarmos a listar o que devemos proibir nas escolas, é urgente repensar o que ensinamos e o modo como o fazemos.
A esperança pratica-se. Imagina. E age.
(Imagem gerada por IA)
Leituras:
Nações unidas: https://news.un.org/en/story/2025/11/1166411
Artigo DN https://www.dn.pt/sociedade/governo-cria-grupo-de-trabalho-para-impedir-atividades-consideradas-contrrias-aos-valores-nas-escolas
Sobre deep fakes https://ourworldindata.org/grapher/annual-reported-ai-incidents-controversies
Quando a violência e o medo dominam o discurso público, é fácil pedir punição. Mas e se a alternativa começar na forma como educamos? Neste episódio reflito sobre esperança, educação e autonomia, a partir de um discurso recente de Pedro Sánchez e da minha experiência em sala de aula. Porque talvez a maturidade, tanto individual como coletiva, comece quando escolhemos ensinar em vez de apenas punir.
(The English summary starts at minute 11:30.)
A reflection on education, responsibility, and why hope is not naïve but structured courage.
Materiais:
Quando a violência escala, é fácil desejar punição. Mas será essa a resposta, ou estamos simplesmente a repetir o mesmo padrão?
Uma reflexão sobre liderança, empatia e maturidade emocional. Sobre o que admiramos. E sobre como praticar esperança.
Episódio bilingue: começa em português, termina em inglês.
Tornemos a mobilidade activa e o bem-estar realidade em Portugal!
MATERIAIS
https://iris.who.int/server/api/core/bitstreams/a66e049b-c6b3-497f-b315-d17787b80210/content
https://www.instagram.com/rutgerbregman/
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