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Raramente os deuses da mitologia grega se manifestam perante os homens com forma humana; geralmente aparecem como animais. O prof. Clístenes Hafner Fernandes apresenta exemplo de metamorfoses do deuses gregos e o simbolismo destas formas animais.
Neste episódio, um motim no podcast. Cansados de ouvir falar de política, os participantes quase deixam o estúdio ao saberem do tema. São, porém, convencidos a ficar e debatem se política é a atividade mais nobre a que o homem pode dedicar-se, dentre outros tópicos aparentados.
Nos mitos gregos, o homem é criado pelos deuses em sua plena perfeição, numa época onde todos viviam a felicidade plena. Mas como eles chegaram na condição atual? Qual sua história desde suas origens até hoje?
Estamos de volta ao estúdio. Comemorando o lançamento do livro Retórica Elementar, aproveitamos para discutir o assunto. E acabamos fazendo um apanhado geral sobre essa arte esquecida, que servirá como uma boa introdução ao livro.
Segunda parte de nossa discussão sobre a animação A Viagem de Chihiro. Com ela, terminamos a primeira temporada do Jornadas Literárias Pop.
O constante movimento dos elementos da natureza (cosmo) era percebido pelos gregos antigos como fruto de uma vontade própria, que não estava presente nos elementos naturais em si, mas nos deuses mitológicos que os moviam.
O que são os mitos e qual a sua importância ao longo da história e nos dias de hoje? E como como eles preenchem nossa linguagem de significado? O prof. Clístenes Hafner Fernandes responde a estas questões, apresentado o significado e a importância histórica dos mitos.
Neste episódio, a turma do curso de verão de latim dá um show de humor e cultura.
Nosso tema é A Viagem de Chihiro, a aclamada animação que ganhou o Oscar em 2003 e colocou o Studio Ghibli no cenário internacional. Além da grande qualidade técnica, sua história é extremamente rica e for alvo das mais diversas interpretações.
Uma conversa entre os professores Clístenes Hafner Fernandes e Miguel Lopez.
Camões, grande Camões, quão semelhante Acho teu fado ao meu, quando os cotejo! Igual causa nos fez, perdendo o Tejo, Arrostar co'o sacrílego gigante; Como tu, junto ao Ganges sussurrante, Da penúria cruel no horror me vejo; Como tu, gostos vãos, que em vão desejo, Também carpindo estou, saudoso amante. Ludíbrio, como tu, da Sorte dura Meu fim demando ao Céu, pela certeza De que só terei paz na sepultura. Modelo meu tu és, mas... oh, tristeza!... Se te imito nos transes da Ventura, Não te imito nos dons da Natureza. Bocage, in 'Rimas'
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