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Chamuscados e cheirando a fumaça -- e segundo alguns com muita fumaça no cérebro --, não deixamos de gravar o podcast desta semana. O tema, como não poderia deixar de ser, é livre e maluco.
Tópicos
- Incêndio no prédio do Instituto- Como se portar nessas situações- Comentários vários e à educação jesuítica
Partindo da análise de assuntos materialistas, o atual mercado de cursos na Internet, subimos à discussão sobre os tipos de educação em vigor: presencial e à distância. Tópicos:
- A grande oferta de cursos na internet é salutar?- Como se preparar para ensinar?- A educação mais perfeita é presencial ou à distância?
Ex abrupto, uma discussão sobre traduções. Há muitas dúvidas sobre o assunto, então decidimos dedicar a ele um episódio. Quais as possibilidades e limites dessa atividade? Vale a pena ir aos confins do mundo em busca da "melhor tradução"? Será o tradutor sempre um traidor?
Após uma viagem de dez anos de retorno da vitoriosa Guerra de Troia, Ulisses chega ao seu reino e tem de reconquistar sua esposa Helena.
Após a Guerra de Troia, Ulisses realiza sua viagem de volta para casa. Mas para chegar ao seu destino, ele tem de lidar com seres mitológicos e enfrenta uma série de dificuldades que arriscam frustrar seu retorno.
Descemos do céu das abstrações para este mundo terreal. Hoje atacamos a ideia de que a vida intelectual é apenas ficar pensando, e pensando e pensando... Pois de pensar morreu um burro. Viver, trabalhar e pôr a mão na massa também é preciso.
No primeiro dia da Semana Homérica, tratamos da história mitológica da Guerra de Tróia, narrado na "Ilíada" de Homero e que compõe o mito fundacional de toda a antiga cultura grega e da civilização ocidental.
Neste episódio pegamos como mote a dicotomia Oriente x Ocidente para discutirmos um pouco sobre história cultural, simbolismo geográfico e, enfim, se a civilização é realmente algo que nasce no Ocidente.
A mitologia grega não era uma religião como a concebida no cristianismo, nem a fé em seus fundamentos era a mesma fé como a concebida pelos cristãos. Como comenta o escritor Gilbert K. Chesterton em "O Homem Eterno": "Mas quem melhor compreender os mitos perceberá mais plenamente que eles não são e nunca forma uma religião, no sentido em que o cristianismo e até mesmo o islamismo são religiões. Eles satisfazem algumas das necessidades de uma religião, principalmente a necessidade de fazer certas coisas em certas datas, a necessidade das ideias gêmeas de festividade e formalidade. Mas, embora deem ao homem um calendário, não lhe dão um credo. Não houve alguém que se levantasse e dissesse: 'Eu creio em Júpiter e em Juno e Netuno' etc, como quem se levanta e diz: 'Eu creio em Deus, Pai todo-poderoso" e o restante do credo dos Apóstolos. Muitos acreditaram em alguns mitos e não em outros, ou mais em alguns e menos em outros, ou então em qualquer um deles, mas apenas num sentido poético e muito vago. Não houve um momento em que todos os mitos foram coligidos numa ordem ortodoxa que os homens haveriam de defender lutando e enfrentando torturas." (Chesterton, "O Homem Eterno", p. 116, ed. Mundo Cristão) Assim, ao ser posteriormente melhor elaborada, a mitologia transforma-se em literatura. O prof. Clístenes Hafner Fernandes explica este processo, a relação da mitologia com a literatura antiga e como estudar ambas as áreas de conhecimento.
Devido às concepções modernas, muitas pessoas erram o alvo ao tentar entender o que é Quadrivium, até mais que o Trivium. Para iniciarmos os ouvintes neste tópico, escolhemos usar como ponto de partida aquele que é considerado o pai do Quadrivium: Pitágoras de Samos.
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