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Ir ao teatro se tornou algo incomum. Hoje em dia há muitas pessoas que nunca assistiram a uma peça. Entretanto, todos temos alguma ideia de como é a experiência de ir ao teatro: entramos em um local fechado e escuro, nos assentamos e assistimos a atores representando um roteiro ensaiado. O teatro já foi uma atividade essencialmente religiosa, que tinha a função de formar a alma das pessoas. Neste vídeo, veremos como funcionava o teatro na Grécia Antiga.
Começamos a analisar autores específicos de histórias de detetive. De início, já contrapomos dois gigantes: Edgar Allan Poe, inventor do gênero, e Sir. Arthur Conan Doyle, criador do mais conhecido detetive de todos os tempos, Sherlock Holmes.
Um debate acalorado sobre como ler o Gênesis: fato histórico, mito, fato mitológico, mito factual? A resposta está na faculdade da imaginação e em como devemos encará-la.
Tópicos:
- Imaginação ativa e passiva, fértil e depauperada;
- Como devemos ler o livro do gênesis;
- Razão e fé cega
Dentro do estudo da história, não há polêmica acerca do acontecimento ou não dos grandes eventos históricos, tais como guerras e revoluções. Por exemplo: ninguém vai negar que a Revolução Francesa e a Guerra dos Cem anos ocorreram de fato. Entretanto, esses eventos geram uma grande diversidade de análises dos fatores, razões e motivações, e isso chama-se hermenêutica. Entenderemos, neste vídeo, a importância de uma leitura honesta e abrangente da historiografia.
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No segundo episódio da série, falamos um pouco sobre a história do gênero, traçando suas origens nos romances góticos do Séc. XVIII e indo até mais além. Trazemos também uma lista sucinta de autores influentes e de estilos variados dentro do gênero.
Ainda seguindo a linha dos comentários a livros específicos, hoje tomamos como pauta o Trivium Augustinianum, conceito inventado aqui pelo Instituto que anda rendendo frutos. No meio, a conversa dá uma guinada de 180 graus e vamos parar na distinção entre professor e lente.
Tópicos:
- A história do Trivium Augustinianum;
- Como Pseudo-Agostinho salvou a cultura Ocidental;
- Distinção entre professor e lente
Muitos alunos entram em contato conosco para perguntar como e por onde se começa o estudo da História. O professor Rodrigo Naimayer, que é formado na área, demonstra nesta série de vídeos o caminho a ser seguido para bem estudarmos esse tão importante assunto.
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Uma defesa das histórias de detetive: voltando com o Jornadas Literárias, começamos uma série de 5 episódios sobre contos de detetive, um gênero muitas vezes mal falado por críticos literários, mas muito popular entre os leitores, o qual foi muito influente no Século XX e no nosso. Entre os críticos do gênero, porém, não estava G. K. Chesterton, que escreveu alguns artigos em sua defesa. Neste episódio, tomando como base o seu artigo "Uma defesa das história de detetive", fazemos nós uma análise do gênero, suas potencialidades e deficiências.
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