
Sign up to save your podcasts
Or


Tudo é vaidade, diz o pregador. Neste episódio, tomamos como tema para discussão o livro do Eclesiastes, e como mote uma das frases mais citadas e célebres do Antigo Testamento. Estamos diante de um lamento pessimista ou de uma profunda meditação?
Tópicos:
- Discussão sobre o Eclesiastes e as obras que inspirou;
- Comentários aos comentários do público e às notícias do dia
''Tenho indagado a mim mesmo se o contato com os grandes textos desde a primeira infância não constitui um pré-requisito para que nos interessemos por eles a vida inteira e pela literatura importante, embora de menor alcance. É bem possível que os anseios do espírito, a intolerável exaltação deste sob a coerção do condicional e do limitado reclamem estímulo no início. Em todo caso, seja por que motivo for, os estudantes perderam o hábito e o gosto pela leitura. Não foram ensinados a ler nem esperam deleitar-se ou melhorar lendo. São "autênticos", em comparação com as gerações universitárias que os precederam de perto, pois abrigam reduzidas pretensões culturais e não fazem hipócritas rapapés rituais à alta cultura".
No último episódio da série, fazemos um apanhado de tudo o que foi discutido até aqui. Falamos também sobre os aspectos mais profundos e estruturais desse tipo de história e sobre as possibilidades futuras do gênero.
Após muita discussão e brigas, o podcast que ia acabar renasce das cinzas em novo formato, mais ordenado, temático e interativo. Comemorando isso, o tema de hoje não poderia ser outro que o mito de Orfeu e Eurídice, sobre o qual falamos longamente.
Tópicos:
- O mito de Orfeu e Eurídice, anábase e catábase;
- Comentários aos comentários do público e às notícias do dia
A primeira vez que identificamos uma educação desinteressada, sendo ela um fim em si mesmo, é em Atenas. As civilizações só conseguem se fixar quando há uma classe educada; foi assim na Mesopotâmia e no Egito, onde a figura do escriba, dominador da escrita, era muito importante. Entretanto, antes disso, faz-se necessário um exército forte e bem treinado, pois nem todos podem se dedicar ao ócio dos estudos.
Em nossa última discussão sobre autores, falamos de Dorothy L. Sayers e Raymond Chandler, dois autores muito diferentes, mas que incorporaram as mudanças que ocorreram no gênero após a era de ouro das histórias de detetive.
Novamente com a presença do maestro André Delair, o tema hoje é quase puramente musical. Uma extensa e animada análise da ópera O Barbeiro de Sevilha, indicada para aqueles que querem começar a escutar música erudita.
Tópicos:
- O barbeiro de Sevilha;
- Discussões musicais e culturais
Saber coisas é erudição. Entender que a Ilíada trata de um trecho da Guerra da Tróia também é fruto da erudição. A erudição serve como um alimento, pois precisamos saber coisas tanto quanto alimentar o corpo. Mas em que momento começa a cultura? É disso que trataremos neste vídeo.
Os autores contrapostos e analisados hoje são G. K. Chesterton e Agatha Christie, os quais não poderiam ser mais diferentes em estilo e abordagem do gênero, embora estivessem próximos no tempo.
Neste episódio contamos com a presença ilustre do maestro André Delair. Fazemos o comentário do livro que estamos para lançar, O Mundo de Homero, em meio às falas aleatórias de sempre.
Tópicos:
- O mundo de Homero;
- Mitologia e arte;
- Ações meritórias no campo da música
From the publisher's feed