Instituto Lisondo Podcast

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Instituto Lisondo Podcast episodes

  • A arquitetura jurídica da governança familiar: conversa com Giuliana Schunck

    Neste episódio, conversamos com Giuliana Schunck, advogada sócia do escritório Trench Rossi Watanabe. A sociedade se transforma mais rápido do que o direito: a atualidade apresenta paradigmas muito distintos em termos de conceito de família, relacionamento e projeto de vida.

    A experiência qualificada de quem oferece soluções para acomodar estes fenômenos é valiosa: quando existe planejamento, existem alternativas. A premissa de que os combinados podem ser revisitados e transformados é aliada de uma concepção de governança que valoriza a dimensão humana e, portanto, imponderável da vida. União estável, estelionato sentimental, entre outras questões, foram pautadas. Vale conferir.

    1 hr 12 min
  • A tensão entre as forças de preservação e transformação: conversa com a advogada e empreendedora Beatriz Zancaner

    Neste episódio, conversamos com Beatriz Zancaner, advogada, fundadora do projeto GrãoEdu e integrante da família Zancaner atuante no agronegócio brasileiro.

    Beatriz compartilhou a sua trajetória pessoal e profissional e o entrelaçamento entre a sua história familiar e as suas buscas vocacionais. A sua gana de autonomia e de encontrar seu espaço no mundo para além da atividade empresarial da família foi um dos destaques da conversa.

    Nessa jornada, vem à tona a sua forma de compreender a circulação do dinheiro e liberdade - " se não quer nenhum palpite, não aceite nenhum real". As delicadas interfaces de governança foram pensadas na sua abrangência devida: a lógica apenas positivista e doutrinária do campo do direito tem limites.

    A sua experiência como prestadora de serviços para a sua família foi pautada, bem como os riscos e variáveis dessas situações. O seu encanto pela área da Educação e seu compromisso por pensar formas qualificadas de criar impacto social também veio à tona na experiência encabeçada na GrãoEdu. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    1 hr 4 min
  • Uma cultura de marketing estratégico para PMEs: conversa com Heloísa Poletto

    Neste episódio, conversamos com Heloísa Poletto, fundadora da Handz Marketing. Nessa conversa, Heloísa compartilhou o conceito e metodologia desenvolvida para atender os seus clientes com agilidade, flexibilidade e excelência. Uma visão sistêmica e estratégica de Marketing promove uma cultura organizacional que assegura que o posicionamento alcançado e desejado se sustente no decorrer do tempo. É necessária muita sensibilidade para que o contexto de cada cliente, sua história, suas resistências e seu modelo mental sejam assimilados. Cada caso é um caso. Daí a oferta de soluções customizadas. A leitura de Heloísa acerca das particularidades de empresas familiares também foi pautada: são empresas muito ágeis com um capital de relacionamentos estratégicos precioso. No entanto, podem perder seu foco com facilidade. Os momentos sucessórios frequentemente trazem à baila a pertinência de refundar a forma como o Marketing é concebido e praticado. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    56 min
  • Os sinuosos caminhos de buscas e descobertas: conversa com a empresária e mestre de lagar Luana Giovanella

    Neste episódio, conversamos com Luana Giovanella – fundadora da Olivas da Lua e mestre de lagar. Nessa conversa, Luana compartilhou o entusiasmo e responsabilidade com o projeto empresarial Olivas da Lua. É recente a cultura de cultivo de azeite no Brasil. O propósito de fornecer um produto com excelência para quem é daqui foi inspirador nessa jornada: toda a família se engajou e se encantou com o projeto. Encontrar essa vocação levou tempo. Luana iniciou a sua trajetória estudando moda na Bélgica. Descobrir que a sua realização profissional se daria no campo das Olivas veio à tona posteriormente. “Os sinais se apresentam no momento certo”. O compromisso com a busca de conhecimento foi uma das tônicas da conversa. O ensinamento do pai grifa: “é necessário saber fazer tudo dentro da empresa”. A mãe simboliza a figura que preza pelo aperfeiçoamento constante. Olivas da Lua é um negócio de muita personalidade. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    53 min
  • Lições de Empreendedorismo: conversa com Vicente Sevilha

    Neste episódio, conversamos com Vicente Sevilha - contador, fundador da Sevilha Contabilidade e premiado empreendedor. Nesta conversa intimista, Vicente Sevilha transmitiu a sua forma inquieta e arejada de pensar o fio da vida, seus projetos profissionais e seus dilemas. "A dor do dente e a dor da alma" foi uma expressão cunhada para alargar o sentido de realização. Há muitas formas de compreender a gratificação que um projeto de empreendedorismo pode oferecer. A noção de propósito vem à tona, articulada com a disciplina, para alimentar as experiências que pavimentam a construção da obra. As ideias inovadoras surgem organicamente do compromisso em agregar valor e da abertura para aprender com os erros.

    Vicente compartilhou a sua visão estratégica das parcerias e alianças criadas na sua jornada: existiu muito investimento e cuidado na explicitação de combinados. Vínculos de confiança não são atingidos em função de um contrato formal.

    Foi brevemente pincelada a pauta da Inteligência Artificial também: a ferramenta pode transformar o conceito convencional da contabilidade como "burocracia necessária". A entrega da inteligência do mapeamento de dados é uma expertise de quem trabalha neste campo.

    Falamos também de seus projetos futuros e da forma como planeja o endereçamento do seu negócio, uma vez que não há sucessores interessados no negócio. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    58 min
  • O capital humano na empresa familiar: a visão estratégica no exercício da função de diretora de RH nestes contextos – conversa com Tânia Gamburgo

    Neste episódio, conversamos com Tânia Gamburgo. Atualmente, ela é consultora e coach de lideranças e organizações. Na sua trajetória, já atuou como executiva responsável por recursos humanos em diversas organizações familiares. A compreensão deste papel, dos seus dilemas e da sua agência foi uma das pautas da conversa. É difícil ser guardiã de uma visão estratégica. No entanto, organizações familiares podem ser contextos mais favoráveis para cultivar uma visão de longo prazo viabilizadora de decisões que priorizam o desenvolvimento de pessoas. Também destacou-se o cenário de incerteza e aceleração da atualidade. A capacidade de ser paciente é um atributo raro e fundamental. As novas tecnologias, como a I.A., não substituirão lideranças competentes em fomentar um clima de confiança, criatividade e engajamento. Pelo contrário: a pertinência de profissionais capacitados para os crivos sábios faz-se cada vez mais evidente. É difícil a leitura de qual é o uso oportuno dessas novas ferramentas. A função executiva da área de recursos humanos envolve contemplar essas múltiplas variáveis: a cultura organizacional não deve ser cindida de uma leitura qualificada de métricas e números. Nem tudo pode ser quantificado, mas a intimidade com estes parâmetros é aliada de uma visão qualificada dos cenários. A sua experiência como mãe e profissional em posições de muita exigência foi compartilhada. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    51 min
  • O mapa interativo - a nova velha São Paulo como mediação para pensar inovação, comunicação, agenciamentos coletivos, e as perspectivas de uma geração jovem - conversa com Júlia Figueiredo

    Neste episódio, conversamos com Júlia Figueiredo, aluna de jornalismo no Mackenzie e uma das responsáveis pelo mapa interativo "a nova velha São Paulo". A transversalidade de elementos do projeto foi pauta da conversa: tecnologia, informação, narrativas históricas foram ingredientes combinados na oferta de um mapeamento das transformações do tecido urbano. Tais vértices originais – fruto de um modelo mental de uma geração jovem – são caros para o contexto das empresas familiares: há muitas combinações possíveis de saberes na materialização de contribuições interessantes. Neste caminho, a capacidade de trabalhar bem em grupo é chave. Não é fácil criar coletivamente. Falamos também da "pegada" estimulante universitária na qual o laboratório de experimentação acolhe o risco e estimula a experiência sem o compromisso imediato de resultados financeiros. É fundamental que uma empresa familiar que se arvora inovadora compreenda que ganho de conhecimento e experiência é algo valioso – mesmo que tarde a se traduzir em resultados financeiros. Também "pincelamos" parcialmente o tema da comunicação - dimensão incontornável nas relações humanas e na vocação do que é o saber jornalístico. São tempos nos quais a vertigem é grande: uma profusão de estímulos e de "fake-news". A sabedoria e arte de saber comunicar com responsabilidade e abertura verdadeira para os múltiplos vértices é tema nevrálgico no nosso trabalho na interface com empresas familiares. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    54 min
  • A gestão estratégica na empresa familiar – conversa com Luís Oliveira

    Neste episódio, conversamos com Luis Oliveira - estatístico e fundador da Ótima estratégia e gestão - acerca de sua experiência e trabalho no campo da gestão estratégica em organizações. A leitura precisa de quais são os itens críticos de cada negócio que se traduzem numa cadeia de valor que assegura a entrega de um serviço/produto valorizado pelo cliente é algo decisivo para um planejamento estratégico bem estruturado. O processo de sucessão traz à tona o questionamento acerca de como tal conhecimento é de fato difundido, organizado e traduzido a partir de metodologias robustas que permitam a sustentação do êxito no devir do tempo. Como acomodar o "caos" e a "ordem" daquilo que convém transformar e daquilo que convém manter é sempre um desafio importante. Uma ajuda que permita assegurar a clareza do norte almejado, disciplina e critérios coerentes para a priorização de projetos é fundamental. A ajuda também consiste em qualificar o debate na família empresária: fomentar um espaço no qual todos os membros tenham a oportunidade de aprender, pensar, discordar e estabelecer compromissos consistentes com o norte do horizonte estratégico definido. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.

    49 min
  • ESG - Governança, Responsabilidade Social, Ética, Relações Humanas - conversa com Marcio Gagliato

    Neste episódio, conversamos com Marcio Gagliato acerca de pontes entre sua experiência em crises humanitárias e situações de conflito e nosso trabalho na interface com famílias empresárias. Falamos muito acerca do eixo ético como cimento e baliza de práticas socialmente responsáveis e comprometidas com o bem-viver coletivo. A cultura de uma empresa familiar e seus valores têm efeitos no tecido social e uma pequena e média organização familiar tem um arranjo que possibilita uma agência de consistência e coerência muito relevante, uma vez que o capital, o risco e as práticas são definidos pelos atores de uma família. Uma sucessão é também a oportunidade de revisitar valores e pensar quais princípios são inegociáveis neste caminho, uma vez que sustentam o DNA que fez o grupo chegar onde chegou. Marcio mostra o panorama complexo de variáveis, agendas ocultas e interesses conflitantes em tantas situações. Como construir pontes e convergências possíveis a partir de diferenças, limites e desencontros? Como romper com a gramática do binômio vítima - algoz e favorecer a negociação de uma aliança futura favorável a um projeto coletivo que se sustenta? As crises mostram que há princípios e prioridades. E que neste caleidoscópio de caos e complexidade, o desafio é apontar para um compromisso estruturante transformador. Vale conferir.

    48 min
  • I.A. como uma paisagem incontornável na vida como ela é – ética, liderança e relações humanas: conversa com Teco Sodré

    Neste episódio, conversamos com Teco Sodré acerca da I.A. como elemento indissociável do tecido social contemporâneo. Tivemos a oportunidade de uma conversa mais abrangente e filosófica acerca da pergunta candente: "I.A. - a que será que se destina?". A discussão ética consiste em fomentar reflexões acerca de consequências e usos nocivos às potencialidades e agenciamentos coletivos criativos, confiáveis e construtivos. Dado que o fenômeno é incontornável: quais as maneiras de que tal tecnologia seja assimilada como recurso aliado de caminhos de abertura, criatividade e encontro? Liderança, empresas familiares, o risco do imperativo de respostas imediatas foram algumas das dimensões pautadas neste bate-papo. Vale conferir.

    49 min

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