
Sign up to save your podcasts
Or


Neste episódio conversamos com Fátima Barata - psicóloga e especialista no desafio de instaurar uma cultura de Recursos Humanos transversalmente sintonizada e coesa com os horizontes estratégicos das organizações (setestrategiarh.com.br). A especificidade das empresas familiares naquilo que oferecem de oportunidades e desafios para a bem-vinda construção de uma cultura organizacional afinada com modelos de funcionamento que resultem em atratividade, criatividade e prosperidade foi um dos eixos da nossa conversa. A importância de ritos que organizam e transmitem os valores, processos e caminhos singulares que a empresa definiu como orientadores da sua forma de agregar valor também foram abordados na capacidade de um olhar abrangente que vê a seta estratégica indissociável dos detalhes e rotinas do dia-a-dia que pavimentam as transformações do amanhã. Um processo sucessório é uma oportunidade ímpar para fazer a empresa longeva quando se garimpam dimensões do passado que devem ser conservadas. Ao mesmo tempo que se instauram novas práticas sintonizadas com as circunstâncias presentes. Também falamos na dimensão ardilosa de como o fator "confiança" pode ser instrumentalizado nas empresas familiares de modo a obstruir processos de prestação de contas consistentes e favoráveis à atitude madura de autocrítica por parte de todos nós. Vale conferir
Neste episódio, conversamos com Olivia Boretti - advogada e articuladora de inovação. A noção de empreendedorismo traz "dor" na sua matriz: fomentar uma cultura inovadora é a sensibilidade para captar necessidades e problemas que podem ser resolvidos mediante uma solução criativa. Os resultados financeiros são consequência de tal arranjo complexo. Olivia frisou o bem-vindo movimento exploratório de envolvimento e escuta com outras pessoas engajadas nessa curiosa atitude. Há muitas iniciativas que promovem contextos dessa natureza. Falou-se na arte de uma empresa familiar manter viva a possibilidade e abertura para questionamentos e mudanças – é difícil que gerações distintas cultivem uma sábia e humilde disposição de questionamento, respeito e apetite para o risco. Não fazê-lo pode custar caro em termos de médio e longo prazo. Tal processo pode ser viabilizado através de dinâmicas lúdicas que não deixam de ser muito sérias. Estes foram alguns dos pontos de destaque da conversa. Vale conferir.
Neste episódio conversamos com Glicia Gentil - presidente do Conselho de Família do Grupo Gentil. Entusiasmo e compromisso com o desenvolvimento pessoal são elementos de destaque na conversa: o Conselho de Família do grupo estimula e encoraja seus membros a tal postura de inquietação e abertura para o mundo. Manter viva a história e memória da organização é igualmente importante. " Convergente" é o nome do Conselho de Família que celebra 15 anos de história (em breve) e capitaliza os frutos de um trabalho de muita entrega e compromisso. A maturidade e a coragem para a auto-crítica também é aspecto ventilado na conversa. Não é fácil oferecer um contexto de " sintonia" comum para um grupo complexo. Foi muito interessante aprender do esforço e dedicação de construir essa trilha com Glicia. Vale conferir.
Neste episódio conversamos com Leandro Trajano - planejador financeiro. O dinheiro é um fiador simbólico de critério de realidade e o compromisso em pensar o uso que se faz dele do ponto de vista pessoal é pauta relevante no contexto das famílias empresárias. Veio à tona a ideia: o que é suficiente para você ? A conversa iluminou a questão dos limites, o exercício de pensar para além do curto prazo, os " tabus" tantas vezes em jogo no endereçamento do assunto. Ter a capacidade de planejamento financeiro e de cogitar distintos cenários não deixa de ser a bem-vinda paisagem de liberdade de caminhos: trabalhar no negócio criado pela família de origem é escolha que constantemente se re-pactua. A tarefa ética de uma família pode ser pensada como a capacidade de formar sujeitos desejantes. E, portanto, sujeitos expostos a limites. Não há fórmulas mágicas - há a abertura para meditar e construir uma relação com o dinheiro sintonizada com os valores e projetos que cada família cultiva. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.
Neste episódio conversamos com a Dra. Adriana Vojvodic - sócia fundadora da Gema consultoria em equidade. A nossa experiência na interface com empresas familiares nas quais é um grande desafio materializar e encaminhar pautas que se relacionam com o horizonte da diversidade, equidade e tratamento adequado de crises motivou essa conversa. Adriana sinaliza a pertinência de uma expertise qualificada, sensível e robusta para endereçar tais pautas. Há um paralelismo entre o que ela apresenta e a nossa contribuição na interface com famílias empresárias: é necessária certa distância e isenção do conflito para endereça-lo de forma oportuna e consequente. A sociedade, as sensibilidades, os modelos mentais se transformam no decorrer dos tempos. Necessariamente tais movimentos se refletem nas organizações de distintas formas: através da capacidade de maior sintonia com a forma de atender o mercado consumidor, recrutar e reter talentos, forjar uma cultura organizacional afinada com os tempos presentes. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir
Neste episódio conversamos com Lorena Zapata, diretora de novos negócios e sustentabilidade da Engeper além de fotógrafa.
Ao compartilhar a sua história pessoal, movimentos e escolhas na sua trajetória, Lorena nos dá pistas do delicado trabalho de encontrar licença interna para confiar e acreditar na sua legitimidade enquanto profissional e líder. A cena de transição em curso no negócio familiar é um contexto de muita complexidade na qual os caminhos podem ficar muito turvos e confusos. Lorena oferece o seu depoimento acerca de como a busca por um processo de ajuda pode ser facilitadora. A identificação com um propósito muito singular que foi forjado na oferta de valor desenhado por aquela família dá forças para seguir. É o "Familiness" da Engeper que significa fazer jorrar vida, fazer jorrrar água. Um negócio que é familiar sustenta uma visão de longo prazo que viabiliza investir por 25 anos em determinado projeto sem ganhos imediatos. Essa é uma das características preciosas, diz ela. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.
Neste episódio tivemos a oportunidade de conversar com Ricardo Garcia (Kako) e Marcia Sada (Ciça) acerca do trabalho de projetos arquitetônicos corporativos realizados pela Proh arquitetura. O investimento no cuidado com os ambientes de trabalho foi tema alinhavado com a especificidade das empresas familiares. A conversa evidencia a arte deste processo: a idealização de um projeto coletivo no qual muitas vozes sejam contempladas (de atores da família empresária e executivos) a fim de beneficiar o negócio. O bate-papo não deixa de ter um paralelismo importante com o nosso trabalho com famílias empresárias: a aposta em um projeto de transformação. Duas perguntas são feitas neste processo decisório de construção: "O que funciona e gostariam de manter?" / "O que não funciona e gostariam de mudar?". É uma ótima reflexão para todas as famílias empresárias. Falamos de muitas outras coisas. Vale conferir.
A pauta da propriedade intelectual é pauta de estudo e atuação da advogada Ana Carolina Cagnoni faz muitos anos. A amplitude do tema e pertinência de um cuidado das dimensões intangíveis que favorecem que um determinado valor seja criado e mantido é um dos aspectos chave dessa conversa. O contexto brasileiro no qual é comum que falte uma cultura institucionalizada favorável à tal exercício também o é. Em que medida uma família empresária pode ser vista como um contexto favorável para tal ecossistema inventivo e criativo também foi questão instigante para nossa reflexão. Dentre muitas questões, falamos também de marcas que coincidem com nomes/ sobrenomes familiares e a delicada arte de combinados que ajudem a discriminar " CPF" de " CNPJ" em prol de forjar uma cultura de governança saudável. Vale conferir.
Sandino Patriota, pesquisador e neto de Otacílio Batista ao escrever o livro acerca da história da sua família com destaque para o papel do avô, oferece uma miríade de elementos para pensar o nosso campo de trabalho. A própria reticência do avô com a ideia dos membros das novas gerações seguirem o ofício é em si instigante. A problematização do que seja conhecimento também o é. Há um conhecimento formalmente valorizado e há muitos outros saberes no nosso tecido social. A natureza sofisticada de improviso no repente também faz pensar no enorme preparo exigido na disposição de criar uma resposta não planejada mas pertinente às necessidades do contexto - tema caro para nós consultores. O dilema entre o que seria conservar e o que seria inovar também é pauta preciosa na nossa reflexão. Muitas outras coisas vieram à tona. Vale conferir.
A jornalista Mona Lisa Dourado compartilha conosco o bonito projeto de resgatar a narrativa de Boris Berenstein a partir de muitas referências: personagens, paisagens, a cidade, a sinagoga... Investir no projeto de resgatar uma história a partir de um vínculo muito especial pode ser um caminho de muitas aberturas e descobertas: afinal, há algo a ser transmitido para as próximas gerações que não corresponde à dimensão de bens materiais - o patrimônio imaterial do registro de aventuras, perdas, escolhas de uma vida são ingredientes de imensurável valor na linhagem de uma família. Mona Lisa Dourado compartilha um pouco da metodologia deste processo e do seu trabalho de pesquisa para "costurar" a história do personagem com a história de Recife. Um depoimento muito especial de um projeto muito significativo para todos que fizeram parte da obra. Vale conferir.
From the publisher's feed