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A Inteligência Artificial é uma força motriz que já começa a impactar o presente e promete moldar o futuro próximo. Estamos testemunhando uma revolução sem precedentes em várias indústrias ao vermos os avanços de hardware e computação quântica se equipararem ao potencial de software. A pergunta que fica é: o que podemos fazer com toda essa tecnologia?
Em entrevista no estúdio Febraban Tech 2023, para a publisher da The Shift, Silvia Bassi, o diretor Estrategista Digital da BRQ, Silvio Eduardo de Andrade, destaca a importância de deixar que as máquinas assumam tarefas que reduzem a produtividade das pessoas.
“Vou citar um exemplo. O banco recebe uma quantidade muito grande de ligações de clientes. Tudo fica registrado em áudio. Poderia ser uma fonte de inspiração para saber o que meu cliente está interessado em saber. Até então, poderia fazer de forma amostral, porque é informação qualitativa. Com a IA, consigo transformá-la em quantitativa, com os principais temas que os clientes estão buscando, as dúvidas, reclamações, sugestões... Então, deixo de ter uma informação amostral para uma factual, e a tenho no mesmo dia”, explicou.
Aperte o play e ouça como a IA generativa pode contribuir com as empresas.
By FEBRABANA Inteligência Artificial é uma força motriz que já começa a impactar o presente e promete moldar o futuro próximo. Estamos testemunhando uma revolução sem precedentes em várias indústrias ao vermos os avanços de hardware e computação quântica se equipararem ao potencial de software. A pergunta que fica é: o que podemos fazer com toda essa tecnologia?
Em entrevista no estúdio Febraban Tech 2023, para a publisher da The Shift, Silvia Bassi, o diretor Estrategista Digital da BRQ, Silvio Eduardo de Andrade, destaca a importância de deixar que as máquinas assumam tarefas que reduzem a produtividade das pessoas.
“Vou citar um exemplo. O banco recebe uma quantidade muito grande de ligações de clientes. Tudo fica registrado em áudio. Poderia ser uma fonte de inspiração para saber o que meu cliente está interessado em saber. Até então, poderia fazer de forma amostral, porque é informação qualitativa. Com a IA, consigo transformá-la em quantitativa, com os principais temas que os clientes estão buscando, as dúvidas, reclamações, sugestões... Então, deixo de ter uma informação amostral para uma factual, e a tenho no mesmo dia”, explicou.
Aperte o play e ouça como a IA generativa pode contribuir com as empresas.

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