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A linha entre levar a vida ou deixar a vida nos levar é tênue, e eu diria que dividida por uma coisa chamada disciplina. Eu sempre tive dificuldade em ter disciplina, e depois de muitas conversas internas, acho que descobri o porquê. Vem me ouvir e ver se isso também faz sentido pra você. :)
Edição de som por Marco Leodoro.
Sucesso é uma definição tão pessoal que, se a gente insistir em medir na régua do outro, as chances de uma vida frustrada são quase certas.
Durante esse episódio eu cito uma entrevista que dei para o Curtas podcast, e você encontra nesses links:
Entrevista Curtas Podcast no Spotify: https://open.spotify.com/episode/2bjRLYVd1Z8YYOLzPySH9a?si=8ee94b401f2f4b37
Entrevista Curtas Podcast no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=O_THHiTV8Ao
Edição de som por Marco Leodoro.
A gente convive com o ego desde que começamos a desenvolver a nossa consciência. E eu sempre achei que ele fosse uma coisa ruim, que a gente tivesse que eliminar do que a gente é. Até que eu aprendi que assim como qualquer outra parte da gente, ele só é um problema quando tá doente. Inchado, inflamado.
E essa sensação de ego inflamado eu tenho certeza que você já sentiu. Se o ego tivesse uma música, com certeza ela seria “Por que não eu?”. Todas as vezes que a dor do meu ego inflamado gritou dentro mim, essa música era trilha do meu sofrimento.
O problema do ego ferido é que ele nos leva ao sofrimento, que é a consequência de uma dor que a gente sente. e de sentir dor, ninguém ta livre nessa vida.Sabe aquela frase “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”?, então, a gente vai passar por coisas difíceis na vida, mas fica remoendo isso pra sempre é uma escolha nossa.
E se o sofrimento é opcional, eu já não queria mais ele na minha vida.
Edição de som por Marco Leodoro.
Eu já passei do prazo pra ser Forbes under 30. Não deu tempo. Mas isso tá - bem - longe de ter perdido o timing pra ainda realizar coisas incríveis na minha vida. Depois de refletir sobre essa cultura do incentivo à realização de grandes coisas na vida super cedo, e de ter lido “The happiness curve”, percebi o quanto a gente precisa reaprender a ideia de envelhecer.
Edição de som por Marco Leodoro.
Eu sou procrastinadora assumida e procrastino desde que eu me conheço por gente. O que não faz muito tempo que eu descobri, é como usar isso ao meu favor. Nesse episódio eu abordo a procrastinação estruturada, organização horizontal, lista de tarefas e outras coisas que me ajudam a não me perder na batalha entre meu cérebro e meus sentimentos.
Edição de som por Marco Leodoro.
Se você já fez alguma viagem de campervan, sabe que 60% do tempo consiste em resolver perrengues e só nos 40% que sobram é as coisas saem como o planejado. Meio que soa como a vida real, não é mesmo?
Seja em uma viagem ou nos problemas do dia a dia, a resiliência é a grande salvadora da nossa sanidade mental. Então vem ouvir as coisas que eu falo em voz alta pra ver se entra na minha cabeça também.
Edição de som por Marco Leodoro.
Posso dizer com propriedade que, não importa o estilo de maternar, com essa missão, vem o sentimento de culpa constante. Pra mim, isso sempre bateu no sentido de que eu sempre me coloquei em primeiro lugar na minha vida. Amo meu filho mais que tudo, e justamente por isso, pra que ele esteja bem, eu tenho consciência de que eu preciso estar feliz.
Numa conversa muito gostosa com a Flavia Beduschi, mãe do Daniel, de 6 anos, falamos sobre liberdade, maternidade, e como foi pra gente, engravidar antes do planejado.
Edição de som por Marco Leodoro.
Dizer sim pra tudo é definitivamente a fórmula pra se sentir um fracasso. Tá na hora de valorizar o nosso passe e saber priorizar o que precisa do nosso sim imediato e o que é melhor deixar pra depois. Esse episódio é só começo de uma longa conversa sobre pessoas multipotenciais.
Edição de som por Marco Leodoro.
É difícil entender qual é o momento certo quando a insegurança, a procrastinação, o perfeccionismo e a síndrome do impostor tomam conta da gente.
Mas depois de muitos devaneios e outras viagens, cheguei à conclusão de que a solução é abraçar o medo, e (re)começar com ele mesmo.
Edição por Marco Leodoro.
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