Em agosto, o IPCA registrou uma deflação de -0,02%, influenciada pela queda nos preços dos alimentos, afastando um pouco a inflação do teto da meta, pouco antes da decisão sobre a taxa de juros no Brasil. Com isso, o Itaú ajustou suas projeções, prevendo um ciclo de alta da Selic, que pode superar 11% até o início de 2025. Na Europa, o Banco Central Europeu cortou os juros para estimular uma economia em desaceleração e ameaçada por uma possível recessão. Esses são os assuntos debatidos no Investidor em Foco de hoje, que conta com Renata Colombo, Sabrina Lima e Martin Iglesias.