“Cuba, Cuba! Estudo, trabalho e fuzil! Lápis, cartilha, manual, alfabetizar, alfabetizar: Venceremos!”. Assim cantavam os jovens alfabetizadores cubanos que se somavam aos milhares a uma das façanhas mais incríveis realizadas pela primeira revolução socialista da América Latina. O ano era 1961: a jovem revolução, que já tinha derrotado a ditadura de Fulgêncio Batista, implementado a reforma agrária e urbana e nacionalizado a grande indústria, precisava agora enfrentar uma das chagas mais tristes da miséria: o Analfabetismo.