A década de 1990 foi marcada por uma onda de privatizações no Brasil e no mundo. Aqui, o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), privatizou as principais empresas estatais brasileiras com o apoio da maioria de parlamentares corruptos e da grande mídia para entregar as principais estatais brasileiras às grandes empresas e aos banqueiros internacionais.
Foi exatamente neste contexto, em 1997, que foi quebrado o monopólio da Petrobras sobre o petróleo, abrindo este setor estratégico para a exploração de empresas monopolistas estrangeiras. Desde quando foi criada, em 03 de outubro de 1953, a Petrobras detinha o monopólio sobre a pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo e outros hidrocarbonetos fluídos e gases raros existentes no território nacional; o refino do petróleo nacional ou estrangeiro; o transporte marítimo do petróleo bruto.
Atualmente, os acionistas estrangeiros possuem 41,31% das ações ordinárias e 46,8% do capital total da Petrobras, e ainda possuem 54,10% das ações preferenciais, que são as ações que têm prioridade para receber dividendos (lucros).
Esses interesses privados, como sabemos, são contrários aos interesses dos trabalhadores, do povo e da nação brasileira, que querem avanços no país, produzindo tecnologia, construindo refinarias, desenvolvendo a indústria e distribuindo as riquezas. Tudo isso não combina com privatização, mas sim com a necessidade urgente de estatização completa da Petrobras, com o petróleo voltado a ser 100% nosso.
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