Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (27):
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, viaje à Venezuela para avaliar a ampliação do apoio humanitário brasileiro após os terremotos da última quarta-feira (24). Segundo as autoridades venezuelanas, a tragédia já deixou 920 mortos, enquanto equipes de resgate seguem atuando nas áreas mais afetadas.
A missão humanitária enviada pelo Brasil desembarcou no Aeroporto Internacional Simón Bolívar para reforçar as operações de busca e salvamento. A força-tarefa reúne integrantes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, médicos da Polícia Militar e equipes com cães farejadores. De acordo com o governo venezuelano, os terremotos também deixaram 3.360 feridos e centenas de desaparecidos.
A Jovem Pan entrevista o professor Alexandre Pires, do Ibmec São Paulo, para analisar os impactos dos terremotos na Venezuela, o agravamento da crise no país e os reflexos do cenário político na América Latina, incluindo os desdobramentos das eleições no Peru e da situação na Colômbia.
O vice-presidente Geraldo Alckmin endureceu o discurso ao comentar as ameaças de novas tarifas comerciais dos Estados Unidos contra produtos brasileiros. Durante um evento empresarial em São Paulo, Alckmin afirmou que “maus brasileiros” agiram contra os interesses do país e responsabilizou integrantes da família Bolsonaro pelo desgaste diplomático.
O STF formou maioria para liberar o pagamento retroativo de benefícios a juízes, procuradores e promotores do Ministério Público. Até o momento, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Flávio Dino votaram pela liberação dos chamados penduricalhos retroativos, em julgamento que analisa recursos contra uma decisão anterior da própria Corte.
A corrida pelo governo de São Paulo começa a ganhar intensidade com o confronto entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que busca a reeleição, e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Para analisar o cenário eleitoral, os desafios dos candidatos e os possíveis impactos da disputa para a política nacional, a Jovem Pan entrevista Márcio Coimbra, cientista político e CEO da Casa Política.
A PF concluiu que o senador Flávio Bolsonaro cometeu o crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma publicação feita na rede social X. O relatório final foi elaborado no inquérito instaurado por Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, para apurar o caso. Segundo a PF, a postagem atribuiu falsamente ao presidente crimes como tráfico internacional de drogas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro.
O Ministério Público de São Paulo determinou o envio do caso ao Departamento de Polícia Judiciária da Capital para investigar ataques misóginos publicados nas redes sociais contra Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu durante um salto de rope jump em Limeira. A representação foi apresentada pela bancada feminista do PSOL, que pediu a identificação dos responsáveis pelas publicações e dos usuários que compartilharam conteúdos considerados ofensivos e discriminatórios.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou ter sido humilhada pelo senador Flávio Bolsonaro e disse que foi excluída de decisões do partido. Segundo Michelle, o atrito também envolve o apoio do deputado André Fernandes a Ciro Gomes no Ceará. Flávio negou as acusações, afirmou que nunca teve a intenção de ofender a ex-primeira-dama e pediu desculpas caso ela tenha se sentido desrespeitada. Para analisar a crise nos bastidores do Partido Liberal, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Rodrigo Valadares (PL-SE).
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