Confira no Morning Show desta segunda-feira (02):
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, detalhou a ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã, chamada de operação Fúria Épica. Em pronunciamento no Pentágono, afirmou que o regime iraniano construiu, ao longo de décadas, um escudo de mísseis e drones. Segundo ele, a estratégia visava uma chantagem nuclear contra o Ocidente. Donald Trump, segundo Hegseth, não tolerará mais esse tipo de ameaça.
A crise no Oriente Médio chegou a um nível que inviabiliza, no curto prazo, qualquer solução diplomática. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. A fala ocorre após o assassinato do líder supremo iraniano. De acordo com o correspondente Luca Bassani, Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu indicam que a ofensiva seguirá até o cumprimento total dos objetivos militares.
O Pentágono apresentou novos detalhes da Operação Fúria Épica. Pete Hegseth afirmou que a ofensiva não tem como objetivo implantar uma democracia no Irã. O foco, segundo ele, é a destruição definitiva da capacidade bélica do regime. A missão prioriza mísseis, drones e instalações nucleares construídas por Teerã.
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, atualizou o cenário operacional da ofensiva. Segundo ele, a ação envolve forças cibernéticas, espaciais e navais. Caças F-15 e bombardeiros B-2 realizam missões de até 70 horas. O alvo são instalações subterrâneas, frotas navais e centros de comando da Guarda Revolucionária.
Pete Hegseth voltou a reforçar o caráter implacável da operação contra o Irã. Questionado sobre prazos, afirmou que os Estados Unidos não divulgarão seus próximos passos. Garantiu, porém, que a missão é destrutiva e letal. O objetivo é aniquilar fábricas de mísseis e drones, além da capacidade naval e antiaérea iraniana.
Em nova entrevista no Pentágono, Pete Hegseth comentou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O secretário disse ter ficado orgulhoso da precisão da ação militar. Ele evitou confirmar a presença de tropas em solo iraniano. Também não indicou prazos para o fim do conflito, citando razões estratégicas. A crise no Oriente Médio segue em escalada e fecha as portas para a diplomacia.
O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã reiterou que o país não negociará com os Estados Unidos. A declaração ocorreu após o início dos bombardeios. O Irã afirma que manterá postura bélica diante da ofensiva.
O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, major Rafael Rozenszajn, confirmou a convocação de 100 mil reservistas. Eles atuarão diretamente na linha de frente do conflito. O militar classificou o momento como histórico. Segundo ele, Israel enfrenta uma ameaça existencial.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a cidade de Beit Shemesh, atingida por bombardeios iranianos. Imagens ao vivo mostraram destruição causada por drones. Áreas residenciais e civis também foram afetadas. A visita ocorreu em meio à intensificação do conflito.
O Morning Show recebeu o especialista em carreira Marcos Tonin para discutir a importância de um “plano B” profissional. Ele destacou a instabilidade global provocada por guerras e pelos efeitos da pandemia. Segundo Tonin, o modelo tradicional de carreira deixou de existir. A adaptação rápida tornou-se essencial.
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