Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (08):
A decisão do presidente Lula (PT) de vetar o projeto que trata da dosimetria das penas aumentou a tensão entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. O relator da proposta, o deputado Paulinho da Força, criticou o veto e afirmou que o governo optou pelo confronto político. Lideranças do Legislativo já se articulam para derrubar a decisão presidencial.
Durante evento do governo, o presidente Lula (PT) afirmou que o 8 de Janeiro entrou para a história como uma vitória da democracia sobre tentativas de tomada de poder. A fala foi interpretada por críticos como discurso de viés político-eleitoral.
O governador Ronaldo Caiado acusou o governo do presidente Lula (PT) de ser conivente com o crime organizado após medidas do Ministério da Justiça que alteram regras de atuação na segurança pública. Segundo Caiado, a portaria condiciona repasses federais aos estados e representa uma violação do pacto federativo.
O senador Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) afirmou que, em caso de vitória eleitoral, pretende indicar o irmão Eduardo Bolsonaro para o Ministério das Relações Exteriores. A declaração gerou reação negativa entre aliados do centrão, que avaliam o anúncio como precipitado e veem risco de afastamento de partidos de centro e eleitores menos alinhados à polarização.
O Senado custeou passagens aéreas do senador Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) para São Paulo, onde ele participou de um evento ligado à pré-campanha presidencial. Após a repercussão negativa, o parlamentar afirmou que houve erro de sua equipe e disse que irá devolver os valores aos cofres da Casa Legislativa.
O senador Ciro Nogueira afirmou não ver mais possibilidade de o governador Tarcísio de Freitas disputar a Presidência da República e classificou como irreversível a candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Segundo ele, Tarcísio precisaria do aval de Jair Bolsonaro, considerado hoje improvável.
O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou a libertação de presos políticos no país após a queda de Nicolás Maduro. Estimativas apontam que mais de 800 presos políticos ainda estejam sob custódia, sem definição oficial sobre quantos serão beneficiados pela medida.
O governo federal sinalizou que pode barrar cerca de R$ 11 bilhões em emendas parlamentares, segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa. A justificativa é que o valor extrapola regras acordadas com o Congresso e parâmetros definidos pelo Supremo Tribunal Federal. A medida pode ampliar a tensão entre o Palácio do Planalto e o Legislativo.
Dados do Instituto de Estatística da cidade de Buenos Aires apontam queda da pobreza e da pobreza extrema durante o governo de Javier Milei. No terceiro trimestre de 2025, o índice de pobreza recuou de 28,1% para 17,3%, enquanto a taxa de indigência caiu de 11% para pouco mais de 5%.
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