Bruno Quintella, filho de Tim Lopes, também é jornalista e roteirista. Ele revisitou o lugar onde o pai foi torturado e assassinado para fazer um documentário, a história contada através do seu olhar. Esse e outros legados estão presentes neste episódio, desde a cobertura de pautas sociais até a influência de Tim no trabalho de outros coleguinhas. Além disso, a Abraji criou, em 2017, o Programa Tim Lopes, uma reação à impunidade e ao aumento de assassinatos de jornalistas e comunicadores. E ainda em 2020, o fim do traficante Elias Maluco em sua cela no presídio federal.