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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve usar seu quarto discurso na Assembleia Geral da ONU, em setembro, para abordar a soberania brasileira, a economia, a defesa da democracia e as tarifas impostas pelos Estados Unidos. Em meio à tensão entre Brasília e Washington, o governo também trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e Donald Trump, ainda não confirmado. A expectativa é de um discurso mais firme, especialmente sobre soberania, instituições e relações entre Brasil e EUA.
A Polícia Federal investiga a atuação da empresária Roberta Luchsinger e as relações dela com Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A apuração busca esclarecer se essas relações ajudaram Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, a obter negócios e contratos com o governo federal.
No celular de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, a PF encontrou uma minuta de contrato para venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde. Segundo a investigação, o documento teria sido enviado por Roberta, que teria recebido R$ 1,5 milhão para tentar viabilizar o negócio, que não foi concretizado.
O caso também envolve uma mansão em Brasília utilizada por Lulinha e Roberta para hospedagem e reuniões reservadas, segundo informações divulgadas pelo jornal O Globo. A defesa de Lulinha nega irregularidades, enquanto interlocutores de Marcola negam favorecimento. A PF continua investigando se houve favorecimento, tráfico de influência ou outras irregularidades.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que o Brasil é referência mundial em eleições e destacou a eficiência do processo eleitoral. Ele recebeu no TSE representantes diplomáticos de 86 países para apresentar o funcionamento das urnas eletrônicas e os mecanismos de segurança e fiscalização.
Foi a segunda reunião do presidente do TSE com embaixadores sobre o sistema eletrônico de votação. Em junho, Nunes Marques já havia recebido representantes de 25 países para explicar o funcionamento das urnas e os mecanismos de segurança.
Na retomada dos trabalhos após o recesso, o ministro também classificou as urnas eletrônicas como um “patrimônio da democracia brasileira” e anunciou a Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, com demonstrações públicas sobre a segurança e a robustez do sistema.
As eleições de 2026 já movimentam o Paraná e outras regiões do Brasil. Maringá terá 40 candidatos a deputado, sendo 14 à Câmara Federal e 26 à Assembleia Legislativa. O Paraná terá ainda nove candidatos ao Senado, que disputam duas vagas, e oito nomes na corrida pelo Governo do Estado. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro.
No Paraná, Sandro Alex e Sérgio Moro iniciaram a campanha percorrendo diferentes cidades. Requião Filho participou de evento em São Paulo, Alexandre Salomão fez uma live e esteve em São José dos Pinhais, enquanto Samuel Mattos e Tayná Miessa cumpriram agendas em Curitiba. Para o Senado, estão entre os candidatos Alexandre Curi, Cristina Reis Graeml, Deltan Dallagnol, Dr. Rosinha, Filipe Barros, Gleisi Hoffmann, Joaquim do MLB, Karen Guerreiro e Marcelo Marcelino.
Na disputa presidencial, candidatos como Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos, Augusto Cury e Hertz Dias realizaram atividades em diferentes estados no primeiro dia oficial de campanha. Samara Martins e Edmilson Costa também tiveram compromissos em São Paulo, enquanto Clariana Barão, Rui Costa Pimenta, Wilson Grassi e Pablo Marçal não divulgaram agendas para o domingo.
O candidato ao governo do Paraná pelo PSD, Sandro Alex, participa de uma sabatina na Jovem Pan Maringá, durante o Jornal da Manhã. A entrevista aborda os principais temas de interesse dos paranaenses e apresenta ao público as propostas e posicionamentos do candidato para o futuro do Estado.
Durante a sabatina, Sandro Alex responde a questionamentos sobre áreas como saúde, segurança pública, educação, infraestrutura, desenvolvimento econômico e gestão pública. A participação também permite ao candidato detalhar suas prioridades e apresentar as ações que pretende implementar caso seja eleito governador.
A entrevista faz parte da cobertura da Jovem Pan Maringá sobre as eleições e busca oferecer aos ouvintes informações para conhecer melhor os candidatos e suas propostas para o Paraná.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a suspensão imediata de pagamentos de verbas indenizatórias e a devolução de valores recebidos acima do teto constitucional por magistrados de sete tribunais de Justiça, entre eles o TJ do Paraná.
Auditorias apontaram pagamentos em desacordo com regras estabelecidas pelo Supremo. O levantamento revelou contracheques superiores a R$ 100 mil em diferentes tribunais e casos de pagamentos individuais que ultrapassaram R$ 500 mil.
Os tribunais têm 72 horas para identificar beneficiários de pagamentos irregulares e cinco dias para comprovar a suspensão das verbas não autorizadas e as ordens de devolução dos valores excedentes.
A Câmara dos Deputados prevê instalar uma comissão especial para discutir a PEC que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal no Brasil. A proposta altera o artigo 228 da Constituição e volta a tramitar após ser separada da PEC da Segurança Pública por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta.
Após a instalação, os deputados terão as primeiras 10 sessões do Plenário para apresentar emendas. A comissão terá até 40 sessões para analisar e votar o parecer do relator. Se aprovada, a PEC seguirá ao Plenário, onde precisará de pelo menos 308 votos favoráveis em dois turnos antes de ser encaminhada ao Senado.
A proposta gera divergências entre os parlamentares. Deputados contrários argumentam que a mudança atingiria direitos e garantias fundamentais protegidos pela Constituição. Já o relator na CCJ, deputado Coronel Assis (PL-MT), defende a constitucionalidade da medida e afirma que ela não viola tratados internacionais assinados pelo Brasil.
Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal identificou um grupo que discutia, pela internet, ataques contra políticos e prédios públicos em Brasília. Entre os alvos estavam o Palácio do Planalto e o local de um possível debate presidencial do segundo turno de 2026. Os integrantes compartilhavam plantas de prédios públicos, manuais para fabricação de explosivos e discutiam formas de realizar os ataques.
A investigação também identificou dois grupos no Telegram, um deles com mais de 600 integrantes e outro restrito a 46 pessoas, considerado mais radicalizado. A Operação Rede Interrompida foi deflagrada em 4 de agosto, com buscas em oito cidades de cinco estados. Segundo a polícia, os planos poderiam ser colocados em prática, e a ação ocorreu antes que os ataques fossem executados.
Com oito candidaturas definidas após o encerramento das convenções, a disputa pelo Governo do Paraná teve o primeiro debate na TV Bandeirantes. O senador Sergio Moro (PL), líder nas pesquisas, não participou do encontro e justificou a ausência alegando discordância do formato e supostos acordos entre adversários. Pesquisas recentes também apontam Moro na liderança da corrida estadual.
A ausência abriu maior espaço para Sandro Alex (PSD) e Requião Filho (PDT), que cobraram a participação de Moro nos próximos debates. O encontro foi dividido em blocos de confronto direto e entrevistas individuais, com discussões sobre segurança pública, infraestrutura, gestão, Porto de Paranaguá, escolas cívico-militares, carga tributária, incentivos fiscais e privatizações, incluindo a Copel. A Band havia definido o debate de 9 de agosto como o primeiro da corrida eleitoral ao governo estadual.
O plenário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, colocar o ministro Marco Buzzi à disposição, tornando definitivo seu afastamento das funções na Corte. Ele foi alvo de acusações de conduta sexual inadequada e assédio feitas por duas mulheres. Dos 28 ministros presentes, todos votaram pela condenação.
A sanção mantém o recebimento de proventos proporcionais ao tempo de serviço. Para a perda definitiva do cargo e a interrupção dos pagamentos, a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá ajuizar uma ação específica, conforme rito definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o STJ, trata-se do primeiro caso com aplicação dessa penalidade após a nova regulamentação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A defesa de Buzzi afirmou respeitar a decisão, mas discordar do mérito e indicou a possibilidade de recorrer ao STF. O processo começou após uma sindicância interna e envolve relatos de uma jovem de 18 anos e de uma servidora. O ministro esteve presente durante a sessão e nega ter cometido irregularidades.
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