O reajuste anual dos medicamentos volta ao centro das discussões no Brasil, com aumento autorizado de até 3,81% a partir desta semana. O impacto, no entanto, varia conforme o tipo de medicamento e não chega de forma igual ao consumidor. Mesmo com inflação mais controlada, a pressão sobre o custo de vida mantém o tema em evidência, especialmente para quem depende de uso contínuo de remédios. Para explicar como funciona o reajuste, quais fatores influenciam os preços e o que muda na prática, o JR 15 Minutos conversa com a doutora Luciana Canetto, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo.