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Venda de veículos não será mais a única fonte de receitas do setor em 10 anos.
O modelo tradicional de negócios da indústria automotiva deve ser revisto em 10 anos. Além da venda de veículos, deverão ser oferecidos serviços de mobilidade, como indica o capítulo brasileiro da Global Automotive Executive Survey, realizada pela KPMG no Brasil junto com a AutoData Editora.
Neste episódio, Ricardo Bacellar, líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil, e Márcio Stéfani, diretor da AutoData Editora, falam sobre como está a percepção da indústria frente à essas mudanças.
Escute também os outros episódios da série que retrata diversos assuntos relacionados à pesquisa.
Venda de veículos não será mais a única fonte de receitas do setor em 10 anos.
O modelo tradicional de negócios da indústria automotiva deve ser revisto em 10 anos. Além da venda de veículos, deverão ser oferecidos serviços de mobilidade, como indica o capítulo brasileiro da Global Automotive Executive Survey, realizada pela KPMG no Brasil junto com a AutoData Editora.
Neste episódio, Ricardo Bacellar, líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil, e Márcio Stéfani, diretor da AutoData Editora, falam sobre como está a percepção da indústria frente à essas mudanças.
Escute também os outros episódios da série que retrata diversos assuntos relacionados à pesquisa.
Capítulo brasileiro da Global Automotive Executive Survey revela as prioridades do setor.
A indústria automotiva brasileira trabalha, estrategicamente, com duas agendas, a de hoje e a de amanhã, a fim de garantir a sua sobrevivência e, ao mesmo tempo, construir seu futuro.
Neste podcast, Ricardo Bacellar, líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil, e Márcio Stéfani, diretor da AutoData Editora, detalham como os gestores conciliam as duas agendas e quais são os seus grandes desafios.
Escute também o primeiro podcast da série, " Pesquisa automotiva tem um capítulo brasileiro": https://open.spotify.com/episode/0tlDt7blGLJL4sUwoylvx2
Capítulo brasileiro da Global Automotive Executive Survey revela as prioridades do setor.
A indústria automotiva brasileira trabalha, estrategicamente, com duas agendas, a de hoje e a de amanhã, a fim de garantir a sua sobrevivência e, ao mesmo tempo, construir seu futuro.
Neste podcast, Ricardo Bacellar, líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil, e Márcio Stéfani, diretor da AutoData Editora, detalham como os gestores conciliam as duas agendas e quais são os seus grandes desafios.
Escute também o primeiro podcast da série, " Pesquisa automotiva tem um capítulo brasileiro": https://open.spotify.com/episode/0tlDt7blGLJL4sUwoylvx2
Acompanhe o primeiro episódio de uma série de podcasts gravados sobre o capítulo brasileiro da pesquisa Global Automotive Executive Survey, que é considerada um dos mais importantes levantamentos sobre as transformações do ecossistema da mobilidade.
Neste episódio, Ricardo Bacellar, líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil, e Márcio Stéfani, diretor da AutoData Editora explicam o perfil da amostra e adiantam alguns dos principais resultados desse levantamento.
Acompanhe o primeiro episódio de uma série de podcasts gravados sobre o capítulo brasileiro da pesquisa Global Automotive Executive Survey, que é considerada um dos mais importantes levantamentos sobre as transformações do ecossistema da mobilidade.
Neste episódio, Ricardo Bacellar, líder do setor Automotivo da KPMG no Brasil, e Márcio Stéfani, diretor da AutoData Editora explicam o perfil da amostra e adiantam alguns dos principais resultados desse levantamento.
Na segunda parte do podcast sobre Certificação OEA, Elson Bueno, sócio de Tax da KPMG no Brasil, fala sobre a importância da certificação e como a empresa pode minimizar os riscos.
“O gerenciamento de risco é o coração desse programa. Mesmo a Receita Federal do Brasil e as alfândegas do mundo inteiro sabendo que não é possível mitigar 100% do risco, se você tem um gerenciamento de risco eficaz, capaz de prever todas as possíveis situações, mitiga qualquer possibilidade de contaminação da sua carga”, destaca Elson.
Ouça os 2 podcasts sobre Segurança Aduaneira e confira quais são os principais desafios para um bom gerenciamento de risco e como a KPMG contribui para as empresas conquistarem a Certificação OEA.
Na segunda parte do podcast sobre Certificação OEA, Elson Bueno, sócio de Tax da KPMG no Brasil, fala sobre a importância da certificação e como a empresa pode minimizar os riscos.
“O gerenciamento de risco é o coração desse programa. Mesmo a Receita Federal do Brasil e as alfândegas do mundo inteiro sabendo que não é possível mitigar 100% do risco, se você tem um gerenciamento de risco eficaz, capaz de prever todas as possíveis situações, mitiga qualquer possibilidade de contaminação da sua carga”, destaca Elson.
Ouça os 2 podcasts sobre Segurança Aduaneira e confira quais são os principais desafios para um bom gerenciamento de risco e como a KPMG contribui para as empresas conquistarem a Certificação OEA.
Selo de qualidade da Receita Federal do Brasil, concedido pelas Aduanas a importadores, exportadores, agentes consolidadores, portos, aeroportos, terminais, companhias marítimas e demais atores da cadeia logística, a Certificação OEA, sigla que significa Operador Econômico Autorizado, busca a adoção de controles e padrões internacionais de segurança e gerenciamento de riscos.
O selo proporciona às empresas economia de tempo, redução de custos, aumento de competitividade, desburocratização e previsibilidade de recebimento nas importações e despachos nas exportações. Isso porque a certificação atesta que a carga é rastreável e segura, evitando atrasos e outros contratempos de fiscalização alfandegária.
“A empresa que se sente capacitada a ter selo de qualidade, voluntariamente faz um pedido à Receita Federal, que analisa e concede ou não o certificado”, comenta Elson Bueno, sócio de Tax da KPMG no Brasil. “Uma vez certificada, a empresa tem um selo de qualidade reconhecido na alfândega de vários países.”
Ouça o podcast e entenda mais sobre o assunto.
Selo de qualidade da Receita Federal do Brasil, concedido pelas Aduanas a importadores, exportadores, agentes consolidadores, portos, aeroportos, terminais, companhias marítimas e demais atores da cadeia logística, a Certificação OEA, sigla que significa Operador Econômico Autorizado, busca a adoção de controles e padrões internacionais de segurança e gerenciamento de riscos.
O selo proporciona às empresas economia de tempo, redução de custos, aumento de competitividade, desburocratização e previsibilidade de recebimento nas importações e despachos nas exportações. Isso porque a certificação atesta que a carga é rastreável e segura, evitando atrasos e outros contratempos de fiscalização alfandegária.
“A empresa que se sente capacitada a ter selo de qualidade, voluntariamente faz um pedido à Receita Federal, que analisa e concede ou não o certificado”, comenta Elson Bueno, sócio de Tax da KPMG no Brasil. “Uma vez certificada, a empresa tem um selo de qualidade reconhecido na alfândega de vários países.”
Ouça o podcast e entenda mais sobre o assunto.
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