Lado M

Lado M

Download on the App Store

Lado M episodes

  • SELIC sobe para 11,75% | Rússia desenha plano para o fim da guerra

    Ontem foi dia de decisão do FED e do Copom sobre política monetária, e ambos fecharam no consenso. O FED elevou juros em 0,25%, para o intervalo entre 0,25% e 0,50%, mas sinalizou seguidas altas nas próximas reuniões, chegando até 2% ou mais, enquanto o Copom cumpriu o consenso de alta de 1% para a Selic (agora em 11,75%), mas adotou cenário alternativo mais brando tirando efeitos do petróleo, sinalizando nova alta igual na reunião de maio. Aqui, as projeções de Selic para o final do ciclo caminham agora para 13%/13,25%.

    6 min
  • TERREMOTO NO JAPÃO: Especialistas alertam para risco de tsunami | Tempestade de areia no Saara

    Fechamento de Mercado com Álvaro Bandeira:  Terremoto hoje no Japão de 7,3 graus e alerta de tsunami e tempestade de areia no Saara, chegando à França, Espanha, Portugal e até Londres. O referenciado economista Milton Friedman, guru de Paulo Guedes, dizia que “se entregassem o Saara para o governo administrar, em cinco anos, faltaria areia". Até a areia está indo embora de lá.


    Não bastasse a Guerra na Ucrânia e a pandemia de Covid-19 voltando a preocupar a China, o mundo parece ter ainda mais por vir.


    Do lado político, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado adiou a discussão da reforma tributária, deixando para a próxima semana. Já o presidente Bolsonaro voltou a criticar a Petrobras, falou que todos são demissíveis e Petrobras virou plataforma eleitoral para muitos políticos. Mas deveria estar sendo tratada tecnicamente e não politicamente.




    6 min
  • Ucrânia não fará parte da OTAN? Alívio na tensão na guerra com a Rússia

    O dia começa positivo com o fato de que a Ucrânia não irá fazer parte da OTAN. Além disso, o mercado se acalmou também com o anúncio da quinta rodada de negociações entre Ucrânia e Rússia.  Hoje é dia de super quarta-feira nos mercados, com a decisão do FED sobre política monetária sendo anunciada às 15h de Brasília, seguida de coletiva de imprensa do presidente Jerome Powell, que deve sinalizar o ímpeto do FED para ajustar quadro e preocupação com a inflação corrente. Depois, teremos a decisão do Copom, que deve ampliar a taxa Selic em 1%, para 11,75%, mas pode surpreender um pouco com alta maior.

    6 min
  • SEM ACORDO: Putin só vai cessar fogo com todas demandas atendidas | OTAN teme armas químicas

    Os mercados começaram o dia mal, depois de fortes quedas das Bolsas de Xangai e Hong Kong durante a madrugada, por conta de preocupações com a covid-19 na China fechando cidades, mesmo considerando dados positivo de conjuntura anunciados para fevereiro.

    Os mercados da Europa abriram com quedas fortes, mas foram recuperando ao longo da sessão, encerrando com pequenas quedas. O mercado americano passou de breve queda no início do dia para boa alta no prolongamento da sessão. Aqui, um pouco diferente, dada a queda do minério de ferro e do petróleo no mercado internacional, além da preocupação com o quadro fiscal e projeções piorando para 2022.

    6 min
  • COVID-19 E GUERRA: China volta a fechar cidades | Zelensky e Putin continuam negociações

    O dia está começando com renovado estresse nos mercados de risco do mundo por guerra na Ucrânia e covid-19 na China, mas os investidores estão de olho nas decisões de bancos centrais importantes que começam amanhã pelo FED e nosso Copom, seguidos do banco central inglês e do japonês.

    Ontem, na parte da tarde, os mercados aceleraram perdas, com a Bovespa encerrando em queda de 1,60%, aos 109.927 pontos, e dólar com alta de 1,30%, cotado a R$ 5,12. O Dow Jones fechou estável, mas operava em alta, e o Nasdaq tinha queda de 2,04%.

    O acirramento da guerra entre Rússia e Ucrânia, covid-19 obrigando fechamento de cidades na China e os problemas locais explicam as quedas e a volta da aversão ao risco. Petróleo em queda e commodities ajudaram na tendência mais fraca.

    6 min
  • TERCEIRA GUERRA MUNDIAL: Em alerta, ONU diz que é um risco | Putin ameaça Finlândia e Suécia

    A semana começou com muita tensão. A ONu está em alerta com receio de que o conflito entre Rússia e Ucrânia seja o começo de uma terceira guerra mundial. E a tensão aumentou após Putin ameaçar a Finlândia e a Suécia caso os países entrem na OTAN.  Não bastou todo o noticiário tenso de final de semana sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. Hoje foi mais um dia tenso. Hoje, no Conselho de Segurança da ONU, os EUA criticaram a devastação terrível da Rússia na Ucrânia, enquanto a União Europeia dizia que o mundo tem que aceitar pagar preço para parar com a guerra ultrajante e não provocada. O pior é que membros do Conselho Europeu falam em terceira guerra mundial e pedem zona de exclusão do espaço aéreo na Ucrânia para proteger toda a Europa, justamente o que a OTAN não deseja, por entender exatamente o contrário. Seria grande risco de escalada do conflito.

    5 min
  • ONU teme o uso de ARMAS QUÍMICAS pela Rússia

    A cautela tomou conta dos investidores na medida em que o final de semana chega. Na verdade, em que pese Putin ter declarado logo cedo mudanças positivas nas negociações com a Ucrânia, dirigente Ucraniano disse depois que nada evoluiu nas discussões e pediu maior empenho do Ocidente em isolar ainda mais a Rússia. Nas guerras, verdades são coisas raras.  Mas é fato que, nos últimos dias, os EUA têm falado insistentemente em uso de armas químicas pela Rússia e pagaria caro por isso, enquanto a Rússia se empenha em dizer que a Ucrânia tinha projeto de armas biológicas e a China fez coro com isso. Já o G7, que reúne as maiores economias, quer responsabilizar Putin e seu regime por invasão, planejando isolar ainda mais o país e vetando o status de nação favorecida e empréstimos de organismos multilaterais.

    5 min
  • O custo de vida vai aumentar? Como a ALTA DO COMBUSTÍVEL e a GUERRA estão impactando os brasileiros?

    A guerra tem impactado o preço do petróleo no mundo. Consequentemente, a Petrobras vai acompanhar isso e já anunciou o aumento do preço dos combustíveis aqui no Brasil. Com isso, podemos dizer com certeza que o custo de vida vai aumentar?  A guerra entre Rússia e Ucrânia continua a definir a tendência dos mercados no curto prazo e com muitas incertezas para o crescimento global em 2022. O FMI disse que na próxima semana divulga novas projeções de crescimento, todas reavaliadas negativamente.  Ontem, durante a tarde, os mercados buscaram alguma reação, mas não foi suficiente para voltar ao campo positivo. A Bovespa encerrou o dia com queda de 0,21% e índice em 113.663 pontos, dólar com alta de 0,11% e cotado a R$ 5,02, Dow Jones em queda de 0,34% e Nasdaq com -0,95%.

    5 min
  • GASOLINA A 9 REAIS? Com o aumento de 18% da Petrobras, até onde vai o preço do combustível?

    O mercado nacional foi impactado com a divulgação do aumento do preço de combustíveis pela Petrobrás. É possível eu, para equiparar com o mercado internacional, o litro da gasolina chegue a 9 reais!  A volatilidade dos mercados segue no ápice com as indefinições sobre a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e também no segmento domésticos pelas discussões sobre preço de combustíveis. Na guerra, por enquanto, nenhum acordo entre os envolvidos e ainda não temos um mediador de peso para tentar o cessar-fogo e a paz. Aqui, surgem ideias mirabolantes para conter a escalada de preços dos derivados, principalmente após a Petrobras anunciar novo aumento hoje, mas ainda mantendo defasagem.

    6 min
  • PUTIN e ZELENSKY irão se encontrar? A Ucrânia vai se render?

    O dia começa com a possibilidade de um encontro entre o presidente russo Putin e o presidente ucraniano Zelensky. Com isso, fica a dúvida de a Ucrânia irá pender de vez para a Rússia.  Dois fatores principais se destacam no comportamento do mercado local: a guerra entre a Rússia e a Ucrânia e seus efeitos e as discussões envolvendo preço de combustíveis e a própria Petrobras no meio do furacão. De forma acessória, as complicações na economia e previsões para o ano estão voltando a piorar.

    5 min

About Lado M

From the publisher's feed

O Banco Modal foi fundado em 1996 e se consolidou como um banco de investimento com forte atuação em estruturação, coordenação de grandes operações no mercado nacional e parcerias estratégicas com os…